A explicação de Portocarrero de Almada

Exactamente: «por certo em mau português». Aliás, péssimo. Efectivamente, horroroso.

Casamento homossexual: Cada um pode dizer as parvoíces que quiser

“Há uma opção e cada um é livre de optar. Eu não quis casar, fiz essa opção e tenho direitos e deveres graças a ela. O mínimo que se pode pedir a quem fez uma opção é que a respeite, estamos só a pedir coerência”. A frase, com doses aceitáveis da verdade de La Palise, é de Gonçalo Portocarrero de Almada, segundo o site da TVI, na apresentação do seu livro, de parceria com Pedro Vaz Patto, “Porque Não – Casamento entre pessoas do mesmo sexo”.

Não li o livro e não creio que o vá ler. Costumo ser muito selectivo nas minhas leituras. Em todo o caso, pela qualidade da frase do autor, já se percebe a essência dos argumentos. Gonçalo Portocarrero de Almada, que é padre, diz que teve a opção de não casar e só pede que a respeitem. Não creio que alguém o vá contrariar.

Curioso é que quem pede respeito pela sua opção, não pretenda respeitar a opção de quem pretende casar. Para quem fala em “coerência”…

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