Se já sabíamos que Portugal é dos países europeus (2º) com o maior fosso entre pobres e ricos, ficamos agora a saber que quase nada mudou nesse sentido desde os anos 90. As políticas ditas inclusivas, as ditas sociais, as ditas formativas, parecem não ter efeito quanto ao que seria realmente importante conseguir: maior coesão e justiça social. Mais uma vez, independentemente de nomes e partidos, os políticos portugueses e, por arrastamento, o povo português ficam mal na fotografia.
Já quanto ao défice, Portugal que se cuide: Não conseguindo convencer madeirenses e açoreanos a serem vendidos, restam as Berlengas, a Fuzeta, a ilha de Faro e pouco mais. Mal dá para uns sacos de lentilhas.






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