
Era a altura de o frango, o Partido Chupcialista, voltar-se para trás e enfrentar com coragem o inevitável, em vez de ficar como um burro no meio da ponte.
Nas diatribes estéreis entre PS e PSD, é o PS que neste momento joga a cartada de maior risco e a mais decisiva. Se quiser continuar a fazer cenas impostoras para consumo interno, mostrando-se sensível, bonzinho, nunca falando dos compromissos da nossa dívida pública e o seu peso, dando esperanças vãs a um conjunto de crédulos de que, com o PS no Governo, tudo seria diferente, vai assassinando a credibilidade externa do Estado Português, no sentido de se consolidar um padrão de fidúcia junto dos Mercados. Não é possível que em questões de vida ou de morte, como os sinais de boa-fé e sincera disposição em pagar, o PS ande aos ziguezagues, fazendo o jogo do chantagista. Onde é que pára o sentido de Estado?! Onde se encafuou a defesa dos interesses nacionais?!
Os Chupcialistas choram, queixam-se do facto de se estarem a confrontar com uma maioria absoluta, um Presidente da República e um presidente da Comissão Europeia, mas há que perguntar: não está o Estado Português organizado no sentido de dar tacho aos meninos dos partidos? Não está o Aparelho de Estado atochado com pessoal partidário sedimentado ao longo das décadas para respaldo dos Governos, não é isso ter poder?! Não está a sociedade atochada de comentadores e gente de Esquerda que diz o mesmo e do mesmo se queixa, menos que os compromissos de défice sejam para cumprir, pelo menos tentar cumprir?! [Read more…]









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