
Na Arábia Saudita, uma ditadura tão ou mais violenta que a russa, Washington e Moscovo discutiram a paz para a Ucrânia. Sem a presença da Ucrânia ou de qualquer dirigente europeu. Será, tudo parece indicar, a paz que se previa desde o início: a paz que beneficia o agressor e que oficializará a ocupação de parte do território ucraniano. Ucranianos – e europeus – aprenderão uma importante lição, recentemente aprendida, da pior maneira, por afegãos e curdos: os EUA usam e deitam fora os seus proxys. E não, não é de agora.
Marco Rubio, que liderou a comitiva americana, deixou um aviso à UE: “terá que estar à mesa em algum momento, porque também tem sanções que foram impostas”, acrescentando que todas as partes devem fazer concessões, incluindo a parte que não foi tida nem achada nas negociações. Ou seja, o que Rubio nos está a dizer é que devemos deixar cair as sanções para garantir um acordo que não nos diz respeito.
Abanaremos o rabo, como Putin antecipou?
Tudo indica que sim. [Read more…]







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