
José Mário dos Santos Mourinho Félix assinou pelos Reds!
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Corre por aí que o Carlos Carvalhal vai ser substituído pelo André Vilas-Boas.
Numa altura em que a equipa joga como há muito não jogava e mais do que isso marca golos e ganha jogos, é deveras curioso que se dê esta substituição como adquirida, sendo certo que não há um sócio que tenha sido sondado ou que esteja de acordo. A verdade é que se vão perder seis meses de trabalho, de mútuo conhecimento, de confiança, de métodos de trabalho que estão a dar resultados. Que dizer disto?
Há quem diga que os agentes só ganham dinheiro se houver movimento, que se não há movimento não há jogadores bons na agenda ou podem fugir para outras bandas. E sem movimento de jogadores e técnicos não há movimento de dinheiro e sem movimento de dinheiro não há comissões. Aqui não entra o interessse do clube, dos sócios ou da “colectividade”, (como se diz na gíria das colectividades de dança e recreio), aqui o que há é o carcanhol, e portanto não interessam nada pormenores como os de a equipa estar ou não a ganhar.
Desta vez ( a ser verdade) a canalhice é verde, mas já teve outros tons como se sabe, praticamente todo o arco íris, mas aqui na lagartagem usa-se e abusa-se. Basta lembrar quando o Sousa Cintra despediu o Mr Robison que ia em primeiro, o Pintinho foi buscá-lo e o Porto ainda foi campeão nesse ano.
E o mister inglês foi despedido porque apesar de ir em primeiro no campeonato perdeu um jogo em Viena por uns quantos de que me não lembro bem. E assim o Sporting de uma assentada perdeu o campeonato, a taça Europeia e o treinador tudo numa decisão inteligente!
Mas a memória é curta!

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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