Peremptório

Ia deixar o futebol nas ‘curtas‘, mas como o Fernando Moreira de Sá trouxe para aqui o jogo do título (sim, porque no sábado, no Dragão, o Benfica será campeão), aproveito e abro esta excepção, pois o ‘caso Proença’ merece um pequeno parágrafo (só um e pequeno).

Apesar de ‘tremer’ com a escolha de quem tem o  “benefício da dúvida”, por não haver “protestos de jogadores” (um inusitado incentivo à balbúrdia) acerca de faltas inexistentes que, “bem colocado e perto”, é “peremptório” a assinalar quando não deve, retractando-se quando já não vale a pena (subitamente, lembrei-me do Paulo Bento e os sportinguistas também conhecem a sensação), eis o meu prognóstico: F.C. Porto 0-2 Benfica. Agora, quem fará de César Brito e de Nuno Gomes? Aposto no Lima.

proença

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Nuno Gomes, adeus Benfica

O Benfica, de novo transformado em porta-aviões onde aterram e levantam vôo jogadores aos magotes, não renova contrato com Nuno Gomes.

A política de contratações benfiquista, cada vez mais errática e disposta a mudar boa parte da equipa em cada início de época, esquece, assim, um dos maiores símbolos do clube.

Contestado por muitos, o currículo de Nuno Gomes fala por si e, como contra factos os argumentos escasseiam, obriga a calar boa parte dos seus detractores.

Não querendo arrumar já as chuteiras, Nuno Gomes está agora livre para procurar outro clube onde terminar uma carreira que devia e merecia ser terminada no Benfica.

Boa sorte e obrigado, Nuno Gomes.