A propósito das praxes académicas

Luís Manuel Cunha

enjoy-praxeDe momento, é o que está a dar. Bater nas praxes académicas exigindo a sua extinção tornou-se o objectivo principal do lixo jornalístico chamado Correio da Manhã, da esquerdalhada convertida ex-MRPP (Maria José Morgado, por exemplo), dos resquícios intelectualóides de outros ex-esquerdistas agora refundados no PSD (Pacheco Pereira) ou do snobismo queque da inutilidade autoconvencida do eixo Lisboa-Cascais (Paulo Teixeira Pinto, Constança Cunha e Sá), sem esquecer o moralismo “fracturante” da “esquerda caviar” em que se transformou o BE. Para citar apenas alguns destes “actores” de opereta convertidos em corifeus da “sua” moralidade e dos “seus” bons costumes. Sem deixar de referir os audiovisuais nomeadamente a TVI, que deveria preocupar-se mais em resguardar os telespectadores (se bem que estes, se calhar, até sejam os mais culpados) da exposição pública dessa verdadeira “sala de ordenha” que é a Casa dos Segredos – Desafio Final, um exercício de voyeurismo de um bordel em plena laboração 24 horas sobre 24 horas, um verdadeiro lupanar com “meninas” a “quecar” (releve-se a originalidade do neologismo utilizado por uma dessas “meninas” intervenientes activas na queca visualizada) perante um país inteiro que só não assiste se não quiser! [Read more…]

SWAPs:

«praxes» a que os bancos sujeitaram as empresas.

Praxes

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