Tiago Braga

Tiago Braga, presidente da Metro do Porto

 

Acabo de sair do Debate Instrutório do Processo Judicial que Tiago Braga, presidente da Metro do Porto, me moveu, a propósito de um artigo que escrevi sobre o vergonhoso processo disciplinar que me foi instaurado no PS Porto (permaneço militante de pleno direito, com quotas pagas até 2022). A instrução foi pedida por Tiago Braga, depois de o Ministério Público ter decidido pelo arquivamento.

O corajoso Tiago Braga não apareceu.

Nos vários processos judiciais que me foram movidos por Eduardo Vítor Rodrigues (presidente da Câmara de Gaia), Albino Almeida (presidente da Assembleia Municipal de Gaia), João Paulo Correia (ex-futebolista, presidente de Junta e Deputado) e Tiago Braga (ex-chefe de gabinete de Vítor Rodrigues e presidente da Metro do Porto), os acusadores são todos representados, com a excepção de JPC, pela mesma sociedade de advogados e pelo mesmo advogado – Carlos Dias.

Carlos Dias, Advogado. Sócio da CCSM (Caldeira, Cernadas, Sousa Magalhães e Associados)

Até há pouco tempo, o Curriculum Vitae público de Carlos Dias continha a informação de que o causídico pertencia à “Ordem dos Templários”.

Essa informação já não consta do referido Curriculum público.

Desde que Eduardo Vítor Rodrigues foi eleito presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, a sociedade de advogados a que pertence o Dr. Carlos Dias já facturou cerca de 500.000,00 euros, em ajustes directos, só com o município gaiense. Sendo o Dr. Carlos Dias advogado e, portanto, conhecedor da Lei, presume-se, evidentemente, que todos estes ajustes directos sejam legais.

Ajustes Directos no valor de cerca de 500.000,00€

As europeias e o PS Porto

O nono lugar na lista do PS às eleições europeias, atribuído ao Dr. Manuel Pizarro, é um justo “prémio carreira” a um político que chegou a ser secretário de Estado e acabou injustamente repelido pelo seu então aliado, o Dr. Rui Moreira, num gesto lamentável mas, infelizmente, tão comum em política.

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Gaia perde 400 postos de trabalho para Matosinhos

Quando exerci funções na Câmara Municipal de Gaia, uma das prioridades foi o relacionamento institucional com o governo da República Popular da China. Múltiplos projectos de cooperação foram levados a cabo, outros iniciados e muitos outros estavam em preparação. Acima de tudo, foi estabelecida uma relação de confiança que viria a permitir múltiplos benefícios para a população.

Até que alguém se lembrou, por motivos ainda mal esclarecidos, de mandar tudo por água abaixo, até com insultos diplomáticos no feicebuque. Outros tentaram expulsar-me do PS, com acusações grotescas – por falar nisso, por enquanto permaneço militante activo, as notícias eram um pouco exageradas.

O resultado de tudo isto começa a aparecer. Vila Nova de Gaia acaba de perder 400 postos de trabalho para a cidade de Matosinhos.
Tudo tem um preço e neste caso quem o vai pagar, como sempre, é a população desempregada de Gaia.

A política como dejecção moral

Num miserável e infame Despacho de Acusação, digno da mais persecutória polícia política, a Comissão Federativa de Jurisdição da Federação Distrital do Porto do Partido Socialista, Federação cujo vice-presidente é o actual presidente da Câmara de Gaia, Eduardo Vítor Rodrigues, acaba de propor, como eu já aqui tinha antecipado, a minha expulsão do PS.

Uma das acusações infames nas quais a Comissão Federativa de Jurisdição baseia essa sentença de expulsão, é a de eu ter sido um “agente comercial” ao serviço da República Popular da China, enquanto exerci funções na Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia.

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Estala o verniz na distrital do PS Porto

MANUEL FERNANDO ARAÚJO/LUSA

Manuel Pizarro, candidato único à liderança da distrital do PS Porto e vereador da câmara municipal, veio a público protestar contra a deslocação de 43 carteiros da cidade invicta para a estação dos CTT das Devesas, em Gaia.

Reclamando na rua e distribuindo panfletos à boa moda da Intersindical, o líder socialista insurgiu-se contra o encerramento do Centro de Distribuição do Porto dos CTT e a consequente transferência dos serviços para o município vizinho de Vila Nova de Gaia, mais propriamente dos tais 43 carteiros que, segundo Pizarro, vão ter que “sair a pé com as malas para a distribuição de uma distância muito maior”. Realmente!

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Susceptibilidades idiossincráticas reactivas

img_5014José Luís Carneiro terá criticado a opção tomada pela distrital do Porto do Partido Socialista de não ir a votos, em 2017, na segunda maior Câmara do país e, em vez disso, dar o seu apoio ao actual presidente, o independente Rui Moreira. A reacção do líder distrital do PS Porto, Manuel Pizarro, foi muito contundente e fértil em adjectivos que talvez a evidência apontada por José Luís Carneiro não justificasse. Chamou-lhe “redutora” e “sectária”.

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Assis tem razão

Francisco Assis diz que é uma “indignidade” o PS não apresentar candidatura ao Porto. Tem razão. A “unanimidade e aclamação” com que esta decisão foi “democraticamente” tomada, é um exemplo singelo do que nos traria a tão reclamada Regionalização.