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Australian Open: bons apontamentos de Grigor Dimitrov
Nas últimas duas semanas tenho acompanhado com alguma atenção dentro das minhas possibilidades o Australian Open. A eliminação precoce dos principais favoritos à vitória na prova pelos lugares cimeiros que ocupam no ranking mundial de Novak Djokovic e Andy Murray (apesar de estarmos no início da nova temporada e do Open Australiano ser a primeira confirmação do estado de forma dos tenistas para a presente temporada e do facto de alguns dos tenistas se darem algo mal com o caloroso e húmido clima austral) e as dúvidas existentes quanto ao estado de forma de Rafael Nadal e Roger Federer, este último regressado depois de meio ano de paragem que o impediram de prosseguir por exemplo o seu sonho olímpico no Rio, suscitam a possibilidade, pelas excelentes exibições que foi fazendo ao longo do seu percurso na prova, de termos em Grigor Dimitrov o habitual outsider ou até mesmo underdog que costuma marcar historicamente o grand slam australiano.
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«O João obrigou-me a jogar. Forçou-me a aumentar o meu jogo bastante no segundo set porque ele estava a jogar bem. Posicionou-se mesmo em cima da linha e apanhou a bola muito cedo, de forma eficiente, coisa que eu não estava à espera. Pensava que ela ia jogar mais recuado no court»
«O João criou-me grandes dificuldades, especialmente quando jogou a favor do vento. É um bom jogador, muito talentoso e rápido. Serviu bem mas eu depois comecei a ler-lhe melhor o serviço e a entrar no ritmo».
Foi assim que Novak Djokovic resumiu o seu desempenho, tecendo rasgados elogios ao tenista português (actual 38º da hierarquia mundial) na partida referente à 3ª ronda do Masters de Miami (prova que vale 1000 pontos para o ranking ATP) na qual o sérvio venceu por 6-4 e 6-1.






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