
A Bette tem uma mensagem para vocês.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

A Bette tem uma mensagem para vocês.
Só neste país à beira mar humilhado é que alguem teria a suprema idiotice em escolher o dia dos namorados para “Dia da disfunção eréctil” !!!
Já estou a ver, ó querida, meu amor, pega lá este ramo de rosas como prova do meu amor, e ela a olhar para ele, ainda te armas? tu que nem sequer és capaz de o levantar, andas a armar aos cucos? não tens vergonha, meu desgraçado, e se em vez de gastares dinheiro em rosas o gastasses em viagra…já mostrastes as rosas ao bairro todo? porque não vais “á disfunção”? porque não te tratas do “érectil? ainda agora passou na televisão que isso tem cura, tu é que não me amas, desgraçado, tudo podia ser com antes, disse na televisão…
No outro dia vi o gajo no Rossio atrelado a uma velha, abraçado a ela como alguem que vai a cumprir uma penitência, tive que me desviar se não "les amoureux" atropelavam-me, tal era a cegueira.
O amor é sempre um bocado rídiculo para os outros que o não estão a viver, mas a malta da minha idade não tem noção nenhuma da figura que fazem. Não namoraram em novos, arranjavam uma namorada e ficavam de "olho mortiço" casavam com a primeira, até havia anjinho que arranjava uma "madrinha de guerra" que era mais ou menos a "prometida".
Pois o Zé Manel, que já teve dois ataques cardíacos e toma aí uns quinze comprimidos por dia, e tem uma mulher que vale dez vezes ele, felizmente que os filhos saíram à mãe, são bonitos e inteligentes, dele só têm a altura, quiz "concretizar" o seu grande amor.
E eu, olha lá, mas como é que tu vais "concretizar" se já não "concretizas" há anos ? que a culpa é da mulher, vira-lhe as costas, já não o beija "nos lábios" e por isso ele não pode fazer milagres, e eu, com esta paciência que só tenho para os amigos, é pá, como queres tu que ela te beije se já te levou para o hospital montes de vezes, é do coração, é dos diabetes, são as enxequecas, a mulher anda é a ver se tu não vais desta para melhor, é uma grande prova de carinho digo-te já, ou não achas?
No outro dia telefona-me a mulher, Luís, o Zé Manel há dois dias que não sai da cama, diz que tem um AVC, uma dor tremenda na cabeça, importa-se de o levar ao Hospital? estou com medo de chamar o "112" ele só de ouvir a sirene tem um ataque de pânico, e aí vou eu com o "fall in love" no carro, é pá, mas tu deste com a cabeça nalgum lado? que não, "pos-se-lhe a dor" asssim sem mais, e eu a tentar perceber a puxar por ele.
Fez um TAC à cabeça, nada de fracturas, TA normal, diabetes normal, tudo normal, e eu a desconfiar. Mas oH! Zé Manel tu já "concretizaste" ? E ele, com a mão na cabeça que a dor não passou, com os olhos vermelhos de não conseguir dormir, geme baixinho.
Bem me podias ter dito que era Viagra 50 e não 100…

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Efectivamente, na KEXP.
Por acaso, já agora… Um dia, estava eu no Castle Howard, a recordar, reviver e revisitar, mas num ambiente pop, quando me apareceram de surpresa. Amanhã, em Bruxelas, voltarei a vê-los e ouvi-los. Com novidades, anunciadas há meses por Alexis Petridis, como “alien offshoot mushroom, going the gym to get slim“, “my dream house is a negative space of rock” ou “when I was a child I wanted to be a horse, eating onions, carrots, celery“. Em princípio, será isto. Veremos.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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