A RTP Internacional retracta-se, mas de forma implícita, para que ninguém dê pela asneira.
Agora, sim, sete candidatos:
Continuo a não apoiar qualquer candidato.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
A RTP Internacional retracta-se, mas de forma implícita, para que ninguém dê pela asneira.
Agora, sim, sete candidatos:
Continuo a não apoiar qualquer candidato.
A RTP anuncia o debate com TODOS os candidatos. Todavia, o anúncio do debate com todos os candidatos só dá palco a seis candidatos e ao moderador. Os candidatos são sete.
Francamente, RTP, não havia necessidade.
Declaração de interesses: não apoio qualquer candidato.

Imagem: RTP/Renascença
Já tinha ficado com a pulga atrás da orelha quando, no debate entre ambos, Vitorino Silva pediu a João Ferreira que aceitasse o convite para debater no Porto Canal. O candidato apoiado pelo PCP não respondeu. Soou estranho.
Hoje, o director de informação do Porto Canal, Tiago Girão, deu conta no Twitter (e mais tarde no próprio canal) que a candidatura de João Ferreira fez uma participação à Comissão Nacional de Eleições sobre os debates de Vitorino Silva contra os restantes candidatos, alegando que esses debates se transformariam numa vantagem de tempo de antena, favorecendo a candidatura de Vitorino.
A CNE emitiu, então, um parecer propondo à ERC uma medida provisória que impeça os debates em questão.

Imagem: @Expresso
O António Fernando Nabais já trouxe o assunto ao aventar, mas mesmo depois de algumas mudanças desde esse texto, continua a haver uma discriminação em relação ao candidato Vitorino Silva na candidatura à Presidência da República.
Sou um leitor assíduo do jornal Expresso e acompanho, desde o primeiro debate, na app do jornal, uma série de artigos conjuntos que pontuam os debates e os candidatos, num trabalho de vários jornalistas e cronistas do jornal. Embora estranhe o conceito quase futebolês da análise política, a verdade é que, no final, o que conta são os números.
Vitorino Silva não faz parte dessa análise. Ou seja, os seus debates não são analisados dentro desta estrutura de artigo, nem a sua foto acompanha a imagem que os ilustra (e que ilustra também este texto). Mesmo que existam artigos de análise mais extensos sobre os seus debates, como para os outros, neste particular é excluído.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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