Marques Mendes sai em defesa da ditadura

Já aqui contei o episódio em que vivi o meu primeiro contacto directo com o regime totalitário da Geringonça. Já tinha ouvido falar nele, achei que fosse truque da imprensa portuguesa, até que finalmente me cruzei com eles no supermercado. Ainda não recuperei.

Os tentáculos esquerdalho-feminista-venezuelanos continuam a expandir-se a uma velocidade impressionante, comendo tudo, perante a apatia e a indiferença generalizadas. Já poucos são aqueles que resistem, e hoje é um dia muito triste para todos eles. Perderam (oficialmente) um dos seus.  [Read more…]

E se a bolha rebenta?

Mais um excelente artigo de Marco Capitão Ferreira, de leitura altamente recomendada.

As Lições de Português do Professor Expresso

Andrew ‘Andy’ Osnard: No paper trail.

— The Tailor of Panama

Domitius Enobarbus: And what they undid did.

— Antony and Cleopatra

Avanço por aí
No gelo salgado
O meu hálito derrete
O teu corpo congelado

— Rui Reininho

This is the glamorous life there’s no time for fooling around.

— Lloyd Cole & The Commotions, “My Bag“, Mainstream, October 26 1987 (obrigado, Nuno Miguel Guedes)

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Por aí, leio o seguinte:

Há um discurso por aí que valoriza demasiado os erros ortográficos.

É verdade. Todavia, há outros discursos, como este (a reproduzir este), que os desvalorizam em demasia. Já agora, erros sintéticos?

De síntese? Ou sintácticos? De sintaxe? Ou *sintáticos? De nada?

Pelos vistos, o “por aí” criticado no texto será auto-referencial, pois o Expresso indica mais erros ortográficos do que “outros erros”:  

  • «A Joana foi há escola» é erro ortográfico;
  • «Ele tem uma obcessão por carros» também é erro ortográfico;
  • «É um fato que existem alterações climáticas» é um erro ortográfico;
  • «Eles vêm a dobrar» é efectivamente erro ortográfico;
  • «Derepente a zanga começou» é objectivamente erro ortográfico;
  • «É uma casa portuguesa, concerteza!» é de facto erro ortográfico;
  • «Hádes conseguir escrever um livro» não é erro ortográfico;
  • «Já fizestes os trabalhos de casa?» não é erro ortográfico;
  • «Quero duzentas gramas de fiambre!» não é erro ortográfico;
  • «A polícia interviu naquela confusão que houve na rua» não é erro ortográfico.

Curiosamente, como vimos, o texto em apreço debruça-se sobre [Read more…]

Um governo que fala demais

merece ser censurado? Sempre seria um argumento mais aceitável do que o aproveitamento político da tragédia, por parte do CDS-PP, que culminou com a moção de censura, condenada ao fracasso, hoje apresentada no Parlamento.

Panama Papers: à terceira será de vez, Expresso?

Em menos de uma semana, os famosos papéis do Panamá regressaram ao Expresso. Estranhamente, ainda não foi desta que a igualmente famosa lista de jornalistas avençados pelo saco-azul do GES deu à costa. Ontem foi a vez de José Sócrates, o homem que está em todas, cujo nome, avança o Expresso, foi incluído no relatório da Comissão de Inquérito do Parlamento Europeu sobre os Panama Papers. De estranhar seria se não fosse, ou não tivessem sido eles, os papéis, o momento Eureka da Operação Marquês. [Read more…]

O Expresso e a recaída

Efectivamente, depois da óptima, o projecto. Enquanto houver projecto e Egipto, há esperança.

Depois do silêncio, os Panama Papers estão de volta ao Expresso

Como diria o outro, “que passou-se”? Depois do silêncio constrangedor, terão os papéis finalmente saído do armário, para revelar a verdade aos portugueses, um ano e meio após o anúncio bombástico? Será que é desta que vamos saber que jornalistas, e em que jornais, eram corrompidos com dinheiro sujo para servir Ricardo Salgado, ao invés de servir o dever de informar e o rigor jornalístico?

Lamento informá-lo, caro leitor, mas não foi esse o motivo que trouxe os Panama Papers de volta ao Expresso. Ainda não é desta que ficamos a conhecer a lista com mais de uma centena jornalistas avençados pelo saco azul do GES, que o semanário do Sr. Bilderberg prometeu revelar em Abril de 2016, e que continha pagamentos elevados e outros de poucos milhares. Sim, os pagamentos de “poucos milhares” eram os pequenos. [Read more…]