Montenegro defende diálogo com Putin e gera um terramoto na redacção do Expresso

Efectivamente, reparai naquele Vladirmir em vez de Vladimir. Terá sido um sismo ou um avião de combate a passar a barreira do som? Não confundir a luz com o som. À luz, o paradoxo do pai e da mãe. Ao som, o Chuck Yeager (e o Sam Shepard).

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Neemias Queta foi vítima de Portugal

Efectivamente, isto iria acontecer, mais tarde ou mais cedo. Nem falo do triplo (parabéns, Neemias Queta!), falo disto.

Tivera sido no jogo contra os Knicks e, aqui no Aventar, teríamos sido dos primeiros a dar conta do recado. É o improviso, é a falta de rigor, é o costume.

Foi contra os Pelicans: de Nova Orleães. Nova IorqueNova Orleães, como selecçãoseleção.

Exactamente.

Eis os pontos altos do jogo, com o melhor basquetebolista português de todos os tempos a marcar o primeiro triplo na NBA aos 6:07:

Alguém que desconhece a regra que proíbe contracções perante um infinitivo pessoal mantém-se em funções, apesar do pedantismo

Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.

Efectivamente, de facção

Não é a primeira vez que a excelente facção surge no jornal que, irresponsavelmente, há uns anos, anunciou a poupança de letras. Os meus agradecimentos a Marques Mendes e a António Filipe por terem estimulado estas facções.

Pinto Balsemão e a doentia obsessão dos portugueses por Marcelo Rebelo de Sousa

Efectivamente, até na morte de Francisco Pinto Balsemão. Esta contínua e doentia obsessão dos portugueses por Marcelo Rebelo de Sousa pode traduzir-se em imagens. Quereis uma actualíssima imagem desta doentia obsessão?

Ei-la:

Desinformação no Expresso sobre energia nuclear

Este artigo de Henrique Raposo publicado no Expresso não segue minimamente a literatura científica consolidada sobre a energia nuclear, cita dados maioritariamente não revistos pelos pares e artigos sem significância estatística e sem abrangência. Sobretudo segue uma cadeia de desinformação iniciada pelos lobistas nucleares que engana até alguns dos mais atentos. Tenho trabalhado nestes assuntos com os meus alunos e é verdade que não é fácil fazer uma triagem correta da informação disponível.

Vejamos 4 exemplos da sua coluna de opinião que são muito ilustrativos:

1- “morreram 28 pessoas nos dois grandes acidentes nucleares até agora”. É completamente falso. Em artigo disponível no site da Agência Internacional de Energia Atómica, estima-se entre 50 mil a 90 mil mortes em Chernobyl. Números consistentes com o trabalho de 80 anos de investigação da cooperação Americano-nipónica Radiation Effects Research Foundation (RERF) desde a bomba atómica de Hiroshima, com o trabalho de décadas do Los Alamos National Laboratory ou com os cálculos de G. Charpak, Nobel da Física, por exemplo. Henrique Raposo é mais um da cadeia de desinformação dos que cita erradamente um relatório da UNSCEAR, pois cita apenas o número de trabalhadores que morreram de exposição direta e aguda na central no dia do acidente, que foram 28 e não as pessoas que morreram da contaminação de Cs137 que abrange uma área de amplitude continental. Aliás, no próprio relatório a UNSCEAR diz que não pretende fazer essa estimativa do número total de mortos na secção 3 da pag. 64. Mais, a mesma UNSCEAR ratificou, aquando do Fórum de Chernobyl em 2003, um número de mortes superior a 4000. [Read more…]

Camaradas artificiais

A pergunta óbvia, que Sam Altman não antecipou que se colocasse, quando escreveu no Washignton Post há mais de seis meses, mas que se coloca agora, depois da eleição de Trump, da proximidade das grandes tecnológicas americanas com o novo presidente, do que Elon Musk tem feito, mas também do que outras grandes tecnológicas têm feito, é óbvia e trágica para a América e o Ocidente: entre uma Inteligência Artificial que nos oferece as verdades de Xi Jinping e do Partido Comunista Chinês e outra que não sabemos se um dia não nos oferecerá a verdade de Elon Musk, Trump ou companhia, a escolha democrática é assim tão óbvia? Obviamente que não.

Henrique Burnay, Expresso

A clareza de Hugo Soares

A dificuldade assumida pelo líder da bancada parlamentar do PSD, sobre escolher entre Donald Trump e Kamala Harris, diz-nos quase tudo o que precisamos de saber sobre as suas convicções ideológicas e sobre o tipo de sociedade que defende. Sobretudo porque a agenda de Kamala assenta essencialmente no modelo social-democrata que surge no nome – e apenas no nome – do PSD.

Mas as palavras de Hugo Soares dizem-nos algo mais alarmante: dizem-nos que um alto dirigente do partido que governa Portugal, e um dos homens mais próximos do primeiro-ministro, considera como opção válida alguém que tentou um golpe de Estado por não aceitar os resultados eleitorais.

Alguém que sugeriu que Putin invadisse aliados da NATO.

Alguém que elogia o estilo de Xi Jinping e se diz amigo de Kim Jong-un.

Obrigado pela clareza, Sr. deputado.

André Ventura e a farsa de ser anti-sistema

Questionado sobre se teria quadros para preencher tantos assentos parlamentares, o líder do Chega garantiu que sim: tem “muitos” que vieram do CDS, garantiu, e uma maioria que chega ao partido vinda do PSD e do PS – “os que governaram este país nos últimos 50 anos”, lembrou, desta vez como argumento para atestar a competência da governação.

(via Expresso)

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Efectivamente, ninguém a pára

Not all these concepts are attested in every Oceanic language, but enough traces exist to enable linguists to follow the trail.
— Christina Thompson, Sea People

She can’t be stopped.
David Letterman

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Até o Expresso, esse paladino do Acordo Ortográfico de 1990, sabe que o dito cujo é ridículo.

Perante esta recaída, percebe-se que, com um bocadinho de coragem, decência e competência, o Expresso e a Lusa acabam com esta farsa num instante.

Exactamente.

Ninguém a pára.

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A proposta do 15º mês foi mal contada

O Daniel Oliveira explica porquê.

Miguel Sousa Tavares: mentiroso ou desinformado?

Num texto do Paulo Guinote, fiquei a saber que Miguel Sousa Tavares escreveu na sua crónica do Expresso de 25 de Agosto que os professores reclamam “retroactivos”, o que não corresponde à verdade.

Outro comentador, então televisivo e, na altura, presidente da câmara de Lisboa, já tinha afirmado o mesmo.  Também não era verdade e não passou a ser. Esse mesmo comentador é hoje o ministro das Finanças.

não é a primeira vez que Miguel Sousa Tavares faz afirmações erradas sobre professores. Se o faz propositamente, é mentiroso. Se o faz sem querer, é incompetente.

Em qualquer dos casos, é contumaz, tal como o Expresso.

Henrique Raposo espatifa Ronaldo e outros futebolistas ao serviço do carniceiro de Riade

sem espinhas, no Expresso.

Polónia, o autoritarismo e o futuro

“O Mundo a seus pés” é um podcast do Expresso que merece ser ouvido. O último episódio foi sobre a “iliberal” Polónia.

Uma Europa Social como prioridade

mais um excelente artigo de Teresa Violante, no Expresso, sobre as prioridades esquecidas de uma Europa à beira do precipício.

Por onde anda o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990?

The SLM employs three criteria for classification. A preliminary step is to consider the IPA symbols used to represent the L1 and L2 sounds. This is followed by acoustic measurements and listeners’ perceptual judgments of sounds in L1 and L2. The SLM posits that interlingual identification occurs at a phonetic rather than a phonemic level, so the procedures operate on sounds (that is, phonetically-relevant phone classes).
— J. E. Flege (1992) (pdf)

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Devido a uma queixa-crime relativa a este capítulo (pdf), o Expresso voltou a adoptar momentaneamente a única ortografia que é óptima no acto de reflectir grafemicamente a actual realidade do português europeu.

Quanto ao Diário da República, [Read more…]

O que é o “homem não-branco”?

um homem não-branco

Ou seja, existem os brancos e existem os outros, os não-brancos.

E quem são os outros?

Um morenaço algarvio conta como homem branco ou não-branco?

O Bounou, guarda-redes da selecção de Marrocos, conta como não-branco por ser marroquino ou o facto de ser mais clarinho que muitos europeus já faz dele homem branco?

O que é um homem não-branco?

Um saco onde se mete tudo o que não tenha o pantone caucasiano pré-aprovado pela nova Inquisição, para posterior exploração pelos profissionais da raça, que fazem disto e de outros temas similares o seu modelo de negócio?

Não sei o que seja. Mas parece-me que oprime mais do que liberta. E que a terminologia foi gizada por homens brancos.

Enfim…

Os Megadeth merecem muito melhor

We use the concepts of first strike, retaliation, megadeaths, and so forth, which we apply in just the spirit of those discussing strategy for a board game, while averting our minds from what it is that we are actually talking about.
— Michael Dummett (1986)

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No relato, César Mourão menciona duas vezes os Megadeth: “Megadeth, Metallica e Nirvana” e “Nirvana, Megadeth, Metallica e Iron Maiden”. Mas o título selecciona: “Nirvana, Metallica e Iron Maiden”. E os Megadeth? Onde estão os Megadeth? Nenhures. Porquê? Integre-se esta lista na instrução a ministrar ao autor do lapso.

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É preciso ter Olhão, mas a PSP não tem olhinhos

Imagem retirada de Rádio Renascença.

Nos últimos dias, muito se especulou acerca da origem e das motivações dos gandulos que agrediram um cidadão imigrante em Olhão.

Lia ontem no jornal Público que, supostamente, estes faziam parte de uma classe sócio-económica mais baixa, viviam num bairro ”problemático” (adjectivação bacoca e discriminatória), não estudavam nem trabalhavam. Ora, tendo os jovens idades compreendidas entre os 16 e os 19 anos, achei muito estranho que, pelo menos, não estudassem, uma vez que até aos 18 anos está em vigor a escolaridade obrigatória (12° ano). Se, como dizia o Público, “não estudam”, então saber-se-ia se a CPCJ e outros acompanhavam, ou não, os jovens e respectivas famílias (mas a notícia era omissa em relação a isso).

Hoje, no Expresso, ficamos a saber que estes jovens não são de nenhum bairro social “problemático”, mas sim “jovens bem enquadrados socialmente”. Trocado por miúdos (no pun intended), são jovens que não passam dificuldades sócio-económicas de sobremaneira. Apenas um desses jovens faz parte do tal bairro mencionado na notícia do Público de ontem.

Diz a PSP que acredita que a motivação dos jovens criminosos é apenas o roubo e que os ataques a imigrantes, por parte do grupo, são meramente feitos por estes (os imigrantes) serem “alvos fáceis”, afastando a hipótese de xenofobia. Vamos lá ver uma coisa: a PSP não tem formação sobre o que são as várias formas de discriminação? É que, segundo entendo, atacar um imigrante (ou vários) por estes, no entender de quem ataca, serem “alvos fáceis” e, assim, perpetrar o roubo, parece-me uma atitude xenófoba, pois pressupõe a “fraqueza” do cidadão ou o deslocamento da pessoa face à sua terra natal, para que o ataque seja efectuado. Ou seja, se o alvo são imigrantes, seja por que motivo for, mas exclusivamente imigrantes, como é que está “excluída” a hipótese de xenofobia? Mais: se os jovens são pessoas “bem enquadradas socialmente”, como é que a única motivação pode ser, simplesmente, o roubo de imigrantes com recurso à violência? 

Em Portugal, sabemos, faz-se de tudo para que crimes de ódio não sejam tratados como crimes de ódio. E, depois, acontece-nos ter um deputado da extrema-direita, já condenado por crimes de ódio, a processar uma outra deputada da esquerda por esta ter afirmado que a extrema-direita comete crimes de ódio… vá-se lá perceber. 

É o país (e a polícia) que temos.

O Expresso faz 50 anos, o saco azul que o GES usou para comprar jornalistas faz 7

Ora aqui está uma boa ideia para as festividades em torno da celebração dos 50 anos do Expresso: divulgar a lista dos jornalistas que recebiam subornos do saco azul de Ricardo Salgado. Imaginem vocês quem é que não terá sido apanhado lá no meio para se abafar a coisa desta maneira.

A UE é o eixo franco-alemão. O resto é paisagem

agora fazei o favor de ler o artigo do Henrique Burnay, no Expresso. Totalmente grátis.

O Expresso enganou-se no mês

E no número. Há alunos sem aulas desde Setembro.

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A xenofobia da extrema-direita atropelada por um camião

conduzido pelo Daniel Oliveira. O artigo no Expresso é aberto e merece ser lido.

A sério, Expresso? Pára para?

We have to be more cautious in describing quantitative relationships. The one thing that we were just looking at, the interactive things we can do with the new methods, and we have a figure that we will keep, which shows the inflation unemployment counterclockwise spirals in the 70s and the 80s where you have to go through this bulge in unemployment to get inflation down… I mean… clockwise spirals…. Anyway… Like that ⮏. Or, from your point of view, like that ↺.
Paul Krugman

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Pára para? Não era para para? Como em “uma lagosta para para me ver“? Ah! É pára para. OK.

Mais uma recaída. Exactamente. Efectivamente.

E qual é a explicação para factor?

Recaída? Deixaram de adoptar o AO90?

As duas coisas? Nem por isso? Que grande confusão. Tantas hipóteses, Expresso. Apesar de tanta conversa.

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Acreditar mais? Acreditar menos?

Não acredito mais em Deus”, “Não acredito menos em Deus”; “Já não acredito em Deus”, “Ainda acredito em Deus”; e por aí fora. Ah! E ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.

É de pequenino que se corrompe o menino

Na capa do Expresso da semana passada, nada de novo: há colégios privados que continuam a corromper o sistema e a vender médias elevadas para quem as pode e quer pagar.

Seja génio ou mandrião, qualquer filho ou filha de pais ricos pode corromper o sistema educativo e comprar as notas que pretende para o curso que quiser. É um modelo de negócio de décadas, e eu ainda sou do tempo em que alunos do meu liceu, na Trofa, iam para colégios no Porto “subir a média”.

Igualmente grave é a afirmação na primeira página do Expresso:

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Boa Vista, Leiria

«Em Boa Vista, Leiria, um homem salva uma ovelha das chamas, transportando-a às costas durante o incêndio que ali lavra».

Palavras para quê? É ministro da Educação!

Por razões de higiene também ortográfica, é raríssimo comprar o Expresso. Recentemente, João Costa deu a este jornal a sua primeira entrevista na qualidade de ministro da Educação.

Relembre-se, a propósito, que João Costa foi secretário de Estado do mesmo ministério durante os últimos seis anos.

A entrevista já foi devidamente escalpelizada pelo Paulo Guinote em quatro textos com a acutilância do costume: um, dois, três, quatro.

Limito-me a realçar o que, de qualquer modo, já foi realçado, roubando, ainda, uma imagem ao Paulo.

Em primeiro lugar, note-se que não há resposta à pergunta. Depois, a verdade é que João Costa trocou a função de professor pela de secretário de Estado e pela de ministro, o que não lhe retira nem acrescenta qualidades. Acrescente-se que João Costa é professor universitário, o que o coloca numa situação diferente da dos professores do Básico e do Secundário (e mesmo nestas duas áreas, há distinções importantes a fazer) e, portanto, afirmar que é “professor” é uma manobra de relações públicas altamente enganosa. Não se trata, aqui, de uma questão de superioridade ou de inferioridade.

A cereja em cima do bolo, no entanto, está nesta ideia insidiosa e repetida de que os professores não sabem lidar com a diversidade social e que isso se resolve com uma qualquer formação milagrosa. Os professores são um dos grupos profissionais que se encontram na primeira linha do contacto com a diversidade social, com tudo o que isso implica de frustrações, de imprevistos, de derrotas e de conquistas, muitas conquistas. [Read more…]

Alexandre Guerreiro, o Expresso e o Aventar

Ex-espião pró-russo: como ele saiu da secreta para o Conselho de Ministros, uma viagem ao Irão e a ligação a três partidos – Expresso

Os leitores do Aventar souberam primeiro. Agora (e uma vez mais) o Expresso completa o que já se tinha dito aqui.

Guerra na Ucrânia: Quem não quer ser lobo – Crónicas do Rochedo #55

Três generais portugueses, que fazem a análise da guerra nas televisões, têm sido acusados de posições pró-russas. Eles respondem que fazem comentários “neutrais” com base na doutrina militar e geoestratégica. E que não querem “diabolizar” nenhuma das partes. A guerra sobre a guerra tem estado ao rubro – Vitor Matos, Expresso, 7 Março

 

O Aventar foi um dos poucos blogues a abordar esta matéria. Não faltaram comentadores, jornalistas, políticos e até outros militares a considerarem, no mínimo, curioso este alinhamento destes três militares. Porquê? A própria peça jornalística o refere:

O major-general Raul Cunha chegou a dizer, na SIC, que “o Presidente russo foi encurralado” pela NATOe justificou a anexação da Crimeia; o major-general Carlos Branco disse ao “Observador” que a Rússia não ia “permitir a chacina da população ucraniana russa” em Lugansk e Donetsk, classificando a parte ucraniana como “a ameaça”; um terceiro analista, o major-general Agostinho Costa tem usado (nos três canais de televisão) argumentos como “a preocupação [dos russos] em não causar baixas civis”, ou a desvalorização da coluna paralisada perto de Kiev. No dia seguinte à invasão, quando garantiu: “Os russos já estão em Kiev.” E disse que Volodymyr Zelensky tinha fugido para Lviv, na zona ocidental“.

Ora, olhando para o que estes três militarem andaram e andam a dizer, comparando com a realidade que nos é dada a ver, penso que se entende, por um lado o desconforto das chefias militares no activo com estes momentos televisivos (chegando a palavra “vaidade” a ser referida) e por outro as críticas de que estão a ser alvo (cuja dimensão até justifica uma peça no Expresso) nas redes sociais. Obviamente, alguns desses críticos fizeram o trabalho de casa e daí surgirem acusações como: “Outras fontes explicam a posição destes generais por alegadamente pertencerem à ala esquerda militar. Alguns argumentos não são muito diferentes dos do PCP, sobretudo os que têm a ver com a expansão da NATO e dos”nazis” nas repúblicas separatistas. Todos foram ver por onde andaram e andam estes militares, onde costumam ir falar, o que costumam dizer, as coincidências e os percursos – no fundo, foram fazer o que os militares costumam fazer sobre os outros.

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