entre Adolf Hitler e Benjamin Netanyahu. O bigode é uma delas.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
entre Adolf Hitler e Benjamin Netanyahu. O bigode é uma delas.

Entre os dois passados sábados, estive em Toronto. Efectivamente. No Verão do maldito ano de 2024, de férias no Canadá, também fora a Toronto, mas soubera-me a pouco. Muito pouco. Assim, aproveitei a presença no New Sounds, oh yeah, para me estrear na Queen Books da Queen e também na Type Books e na She […]

Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
Chega aproveitou ranking manipulável para prometer limpar ‘gueto de Lisboa’.
Pois. Mas ainda não fez mea culpa quanto ao “agora facto é igual a fato (de roupa)“.
O “eu não sou jurista” é sempre seguido de um “mas”.
o Polígrafo continua a achar que António Costa é presidente da Comissão Europeia.
A sério? As pessoas? Talvez. Políticos? Olhe que não.
deve entender-se do ponto de vista metafórico e não literal.
“Confrontos no 25 de Abril: rapaz de 13 anos identificado entre os agressores da extrema-direita.”
mas não foi ele quem introduziu o teto.

O que será “um golo de grande *espetacularidade“? Efectivamente, foi um golo espectacular. De grande espectacularidade seria mau. De grande *espetacularidade, então, teria sido péssimo. Felizmente, do ponto de vista estético, foi espectacular.
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Deixo aqui o meu voto de NOJO por “brincadeiras” tipo esta, que apenas demonstram uma visão enviesada da História e insensibilidade perante o “estado do mundo”. Quando os “camaradas” da jihad islamo-fascista chegarem a Lisboa, não batam palmas nem lancem flores. Basta que ponham o pescocinho a jeito…
Isso é a desculpa mais patética para justificar um genocídio.
E não fui eu que foi buscar o termo…
http://electronicintifada.net/content/top-israeli-rabbis-advocate-genocide/6974
Não concordo consigo. Não vejo diferenças significativas. O sionismo é muito idêntico ao nazismo.
Ambos pensam ter direito as um “espaço vital” que pertence a outros povos, ambos consideram justificável o extermínio de um povo, ambos constroem campos de concentração, ambos têm uma supremacia militar que lhes permite a Blitzkrieg, ambos se consideram líderes de uma raça
escolhida. E acabarão por ter o mesmo fim.
Ao menos os islamo-fascistas não tem campos de concentração…
Tens arame farpado na moleirinha.
Mas também não cometem genocídios, isso é mais para o lado dos cristãos e, agora, judeus.
Não leve a mal, mas anda distraído… Só não o convido para ver no Youtube certos videos porque entretanto já foram retirados…
Os sistemas políticos avaliam-se pelo tipo e qualidade de vida que propiciam aos seus cidadãos. O Hamas totalitário transforma-os em escudos humanos, os “sionistas” (ironia) defendem os seus com unhas, dentes e algum excesso…
Por falar em nazismo e toda a gente o considerar “maldade pura”, uma perguntinha de algibeira para responder com honestidade: onde prefeririam viver? Numa sociedade nazi, ou no califado? Pelos vistos ainda existem coisas piores do que nazismo…
Seguramente preferia viver na Faixa de Gaza que na Alemanha nazi.
A pergunta não era essa.
Tendo em conta que a Palestina não tem nada a ver com nenhum califado, a pergunta é irrelevante.
Se é irrelevante a não-resposta era desnecessária. Não obstante, a asserção de existirem diferenças entre o Hamas e o Estado Islâmico (Califado), deve ser vista com alguma cautela. Na verdade, o desprezo pela vida humana que ambos manifestam e que está no cerne da ideologia totalitária islâmica é comum.
Já o desrespeito de se celebrar em muitas ruas de Israel com “School’s out, we killed all the children” não conta para nada.
“Os sistemas políticos avaliam-se pelo tipo e qualidade de vida que propiciam aos seus cidadãos. ”
Então vá lá ver como em Israel se tratam os muçulmanos e quem protesta contra a atitude de Israel, sejam nativos ou estrangeiros.
Com a condição de que vá também… No entanto, mesmo sem lá ir, se procurar um pouco, vai constatar que os muçulmanos podem ser cidadãos de Israel com direitos e deveres iguais a todos os outros. Escusado será dizer que não existe reciprocidade nesta matéria – e muitas outras – nos estados vizinhos.
Não, não têm, ponto final. Nunca li sobre Israelitas a perseguir judeus, quer jovens, quer adultos, e encherem-lhes de porrada só por causa da cor da pele.
O seu problema é que vê o que se passa lá nos mídia, e lá nunca viu relatos de Israelitas desiludidos com o seu próprio país que já foram vítimas de agressões por causa disso.
A essa pergunta só se pode dar uma resposta: em nenhum desses regimes. Só consegue aí viver, quem pertence à raça pura, ou à religião eleita. Essa pergunta não faz sentido. São regimes de exclusão.
O nonsense da pergunta pretendia atingir exatamente essa conclusão. Quem fugiu à resposta é precisamente quem ainda não entendeu, ou finge não entender, que o Islamismo é tão ameaçador quanto qualquer outra ideologia política totalitária baseada no desrespeito pela dignidade humana e direitos individuais. Neste aspeto, o “silêncio” – por exemplo – “das esquerdas” começa a ser criminoso e hipócrita. Condenam com o folclore de sempre os excessos de Israel, mas esquecem as atrocidades islâmicas.
lamentável.