entre Adolf Hitler e Benjamin Netanyahu. O bigode é uma delas.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
entre Adolf Hitler e Benjamin Netanyahu. O bigode é uma delas.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Deixo aqui o meu voto de NOJO por “brincadeiras” tipo esta, que apenas demonstram uma visão enviesada da História e insensibilidade perante o “estado do mundo”. Quando os “camaradas” da jihad islamo-fascista chegarem a Lisboa, não batam palmas nem lancem flores. Basta que ponham o pescocinho a jeito…
Isso é a desculpa mais patética para justificar um genocídio.
E não fui eu que foi buscar o termo…
http://electronicintifada.net/content/top-israeli-rabbis-advocate-genocide/6974
Não concordo consigo. Não vejo diferenças significativas. O sionismo é muito idêntico ao nazismo.
Ambos pensam ter direito as um “espaço vital” que pertence a outros povos, ambos consideram justificável o extermínio de um povo, ambos constroem campos de concentração, ambos têm uma supremacia militar que lhes permite a Blitzkrieg, ambos se consideram líderes de uma raça
escolhida. E acabarão por ter o mesmo fim.
Ao menos os islamo-fascistas não tem campos de concentração…
Tens arame farpado na moleirinha.
Mas também não cometem genocídios, isso é mais para o lado dos cristãos e, agora, judeus.
Não leve a mal, mas anda distraído… Só não o convido para ver no Youtube certos videos porque entretanto já foram retirados…
Os sistemas políticos avaliam-se pelo tipo e qualidade de vida que propiciam aos seus cidadãos. O Hamas totalitário transforma-os em escudos humanos, os “sionistas” (ironia) defendem os seus com unhas, dentes e algum excesso…
Por falar em nazismo e toda a gente o considerar “maldade pura”, uma perguntinha de algibeira para responder com honestidade: onde prefeririam viver? Numa sociedade nazi, ou no califado? Pelos vistos ainda existem coisas piores do que nazismo…
Seguramente preferia viver na Faixa de Gaza que na Alemanha nazi.
A pergunta não era essa.
Tendo em conta que a Palestina não tem nada a ver com nenhum califado, a pergunta é irrelevante.
Se é irrelevante a não-resposta era desnecessária. Não obstante, a asserção de existirem diferenças entre o Hamas e o Estado Islâmico (Califado), deve ser vista com alguma cautela. Na verdade, o desprezo pela vida humana que ambos manifestam e que está no cerne da ideologia totalitária islâmica é comum.
Já o desrespeito de se celebrar em muitas ruas de Israel com “School’s out, we killed all the children” não conta para nada.
“Os sistemas políticos avaliam-se pelo tipo e qualidade de vida que propiciam aos seus cidadãos. ”
Então vá lá ver como em Israel se tratam os muçulmanos e quem protesta contra a atitude de Israel, sejam nativos ou estrangeiros.
Com a condição de que vá também… No entanto, mesmo sem lá ir, se procurar um pouco, vai constatar que os muçulmanos podem ser cidadãos de Israel com direitos e deveres iguais a todos os outros. Escusado será dizer que não existe reciprocidade nesta matéria – e muitas outras – nos estados vizinhos.
Não, não têm, ponto final. Nunca li sobre Israelitas a perseguir judeus, quer jovens, quer adultos, e encherem-lhes de porrada só por causa da cor da pele.
O seu problema é que vê o que se passa lá nos mídia, e lá nunca viu relatos de Israelitas desiludidos com o seu próprio país que já foram vítimas de agressões por causa disso.
A essa pergunta só se pode dar uma resposta: em nenhum desses regimes. Só consegue aí viver, quem pertence à raça pura, ou à religião eleita. Essa pergunta não faz sentido. São regimes de exclusão.
O nonsense da pergunta pretendia atingir exatamente essa conclusão. Quem fugiu à resposta é precisamente quem ainda não entendeu, ou finge não entender, que o Islamismo é tão ameaçador quanto qualquer outra ideologia política totalitária baseada no desrespeito pela dignidade humana e direitos individuais. Neste aspeto, o “silêncio” – por exemplo – “das esquerdas” começa a ser criminoso e hipócrita. Condenam com o folclore de sempre os excessos de Israel, mas esquecem as atrocidades islâmicas.
lamentável.