Por sorte (deles), ambos estão longe de Portugal…


Ou no 1º caso teríamos a ilustre Raquel Varela a dizer que criar máquinas foi uma péssima ideia, no 2º caso já temos o habitual cortejo de invejosos a clamar pela imoralidade de tais salários…

Felizmente para ambos, Portugal é um lugar distante ou teriam às costas Centeno, Costa, Martins, Mortágua, Sousa & associados, ávidos por sem esforço algum, em nome do Estado esbulharem mais de 50% do resultado da criatividade e esforço alheio, sob a forma de impostos, prática que tenho dificuldade em classificar, será parasitismo ou proxenetismo?

Comments

  1. Afonso Valverde says:

    Mas há algum Estado que sobreviva sem impostos?
    A questão é saber de quanto de impostos esse Estado precisa para se aguentar como tal.
    Não me interessa nada o Sr. Mourinho, nem muito menos esse rapaz que inventou a máquina de venda dessa coisa chamada “kit”.
    Um Estado é o resultado das relações que uma comunidade estabelece aceita ou quer manter-se nessa relação. Não vale a pena atirar para o ar que o Estado são “eles” ou o “divino espirito santo”.
    Somos todos os dias parte desse estado que quando não nos convém maldizemos e quando convém bem dizemos.
    Isto começa a cansar-me tanta mediocridade…

  2. Se as empresas são roubadas pelo Estado/sociedade, que operem fora do Estado/sociedade (Estado que, devido aos governos que temos e às organizações políticas supranacionais que temos, vivem completamente favorecidas: ele são infra-estruturas, incentivos, legislação laboral a contento, etc.) e vão para Marte. Quem escreve tais disparates é infra-humano. Pelo menos, uma vergonha para a humanidade.

  3. A apropriação pelo capital do trabalho colectivo, a exploração e o tormento constante em que tornam a vida de milhões de pessoas não são uma fatalidade. E se a luta é sem quartel, não esperem que sejamos meigos.

  4. …do fruto do trabalho colectivo…

  5. Será que estes liberais julgam que somos tão estúpidos que possamos acreditar que são os trabalhadores, os desempregados, os doentes, os estudantes, os reformados que roubam as empresas e os bancos? É a época do descaramento. Antes, mascarava-se o capitalismo de sistema humanitário, mais ou menos hipocritamente. Hoje, em que é predatório, em que põe em risco a própria sobrevivência da espécie, os seus defensores falam sem rebuço a linguagem do mal puro, do espezinhamento dos mais fracos, ao serviço da desumanização, da redução dos indivíduos a mercadoria no mercado de trabalho.

  6. Há gentinha que não entende que a miserável e desequilibrada distribuição de rendimentos é a origem da maior parte dos males na sociedade.

    O Estado utiliza uma parte dos impostos arrecadados para minimizar os efeitos da disparidade de rendimentos na vida das pessoas, tal como garante saúde e educação gratuita a toda a gente.

  7. atento às cenas says:

    primeiro vim para comentar depois vi que já tinha comentado

  8. Nightwish says:

    Por acaso dependeu da intervenção do estado para criar, publicitar e ter apoio para a ideia, mas isso não interessa nada…

  9. Edgar Carneiro says:

    Queixava-se o rico que pagava uma brutalidade de impostos, respondia o pobre: “quem me dera pagar tanto!”

  10. A.Silva says:

    Este almeida é mesmo básico, da-seeeee…

  11. adeus passos says:

    já demonstrou que tem tudo o que é preciso para ser jornalista do observador. parabéns, que este nível de distorção não é para todos.

Deixar um comentário

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s