
Foto:jmc
Estação do Oriente, Lisboa
24/10/2018 by

Foto:jmc
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?

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Santiago Calatrava, Valência
Não deixa de ser irónico que um monumento moderno e cheio de significado como este, sirva um sistema – CP – manifestamente em contra-mão no que toca à mesma modernidade e desenvolvimento.
Uma vez mais, os extremos tocam-se.