Importa-se de repetir?

Imagem: Internet. Observador.

“Eu tenho que dizer isto. Passaram por aqui todos aqueles que me tentaram abater politicamente. Que tentaram, a partir do gabinete do Presidente da Assembleia Municipal [Albino Almeida], orquestrar uma estratégia de destruição pessoal do Presidente da Câmara para perder as eleições no ano seguinte [Outubro de 2017], e pior do que isso, para trazer de volta o Dr. Menezes.”

15 de Junho de 2018, Eduardo Vítor Rodrigues, Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia.
Declarações, devidamente registadas, proferidas em audiência do julgamento realizado no Tribunal Judicial de Vila Nova de Gaia, onde foi condenado, por sentença de 7 de Novembro de 2018,  pelo crime de Difamação com publicidade e calúnia.

Albino Almeida, Presidente da Assembleia Municipal de Vila Nova de Gaia. Imagem: Expresso.

O fim do 2.º ciclo

Não é para consolidação de aprendizagens, não é para algo que efectivamente melhore a escola e aumente o gosto pela escola. Não, é para reduzir as reprovações.
O artigo está mal redigido, mas é interessante ler.
Volta-se a falar na falta de professores. Não se fala é que esta situação faz parte de uma política concertada para destruir o ensino público em Portugal. Com a escolaridade obrigatória até ao 12o ano e com a destruição da escola pública, está-se a fazer as vontades ao clientelismo dono das escolas privadas. Destrói-se o que é de todos, aquilo a que todos têm direito (ensino de qualidade gratuito), para encaminhar clientes para os privados. Tal como na saúde. Não se estão é a lembrar que a falta de professores também se vai sentir nas empresas dos amigos empresários da educação…
Mas os pais ficam caladinhos que nem ratos, importa é que as meninas e os meninos passem, de preferência com boas notas, nem que estas sejam uma falácia.
É Portugal no século XXI.

O IVA da electricidade e a potência contratada

Antes de mais, sendo a electricidade um bem essencial, é uma indecência que esta seja taxada com IVA de 23%. Para contextualizar, o anterior governo decidiu em 2011 passar este imposto de 6% para 23% e, desde então, aí ficou, apesar da conversa de Costa sobre as reversões.

Posto isto, vamos ao tema. João Pedro Matos Fernandes, Ministro do Ambiente e da Transição Energética (transição para onde?! enfim!) disse umas coisas, penso este será o termo técnico, sobre a potência eléctrica contratada.

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