Mais de 50 anos separam este discurso deste: “Portugal não deve ter problemas em ficar isolado sempre que isso corresponda à defesa de um interesse vital” . Enfim.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Mais de 50 anos separam este discurso deste: “Portugal não deve ter problemas em ficar isolado sempre que isso corresponda à defesa de um interesse vital” . Enfim.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Orgulhosamente sós porquê e para quê?
E eu que nem sabia que já havia Euro no tempo de Salazar…
e que pensava que a criação do Euro, com uma cotação igual ao Marco, tinha sido criado para favorecer a economia alemã.
Mas rezemos todos a oração que nos ensinou que ter uma moeda que vale 200 vezes a nossa moeda é bom para a nossa economia. Amén.
A postura ideológica é a mesma.
A da Alemanha, a subvalorizar a sua moeda à custa de todos os povos da Europa e mais além? Sem dúvida, só muda obrigada.
Um (1) marco eram 0,50€!
Correto. Um café também custava 50 escudos, que convertido para Euro duplicou de valor.
Um café custava 50$00 em 1990, quando o meus avós fecharam o café lá na terrinha.
Em Lisboa já eram 75$00.
Aquando da vinda do Euro o café já subira para 100$00, i.e. 0,5€.
Agora está ainda nos 0,6€ lá na terrinha.
Factos.
Podem ter a memória fraca, mas eu näo, ainda tenho os prec,ários.
Agora pergunto-me é porque é que nos 10 anos antes do Euro o café subiu 100% (50$00->100$00), e nos 10 anos seguintes apenas… 10% (0,5€->0,6€)???!
Não era em 90, era em 2000. Um café custava 50 escudos, mas, de um dia para o outro (com o câmbio) os comerciantes “arredondaram” para 50 cêntimos que era “só” o dobro.
Orgulhosamente sós é rejeitar acordos económicos, apenas e só, que não sirvam o pais e os seus cidadãos? Os EUA devem ser uma jangada de pedra nesta altura.
Bom, bom é empobrecer permanentemente para ser bom cão de fila, sempre dá para empregar a família e pagar umas obras com fundos europeus.
As ditaduras são todas iguais. Orgulhosamente sós. “Quem não é por nos é contra nós” . Ainda ontem, o Expresso noticiava : “PCP expulsa crítico da ‘geringonça’”. Estaline morreu, há mais de 68 anos, mas o estalinismo continua bem patente nas mentes ideologicamente decadentes deste PCP.
Não temer isolamento se isso corresponder “à defesa de um interesse vital”. !
Verdade absoluta e abrangente que subscrevo, sim, tanto neste contexto como a nível pessoal !!!
( …que nada tem a ver com o “papão” sempre o mesmo das ditaduras !!!!!
olhe que não, olhe que não, Nuno Abreu !! )
Cara Isabel:
O isolamento é contrário ao ser social. Naturalmente que na “defesa de um interesse vital” todos os isolamentos, se vitais, não devem ser temidos. Mas viver só, não é viver. Acha que viver isolada no pico do Everest 10, 20 ou 30 anos será apelativo para tentar viver mais ?
Aquela frase “olhe que não, olhe que não” retrata bem Cunhal, que não procurava a verdade mas satisfazer os interesses da URSS de quem era subserviente. Aquela frase foi a resposta a Mário Soares, em Novembro de 75 onde era acusado de querer instalar uma ditadura em Portugal. Só que por essa altura já ele tinha dado uma entrevista a Oriana Fallaci que foi publicada no Le Quotidien de Paris em 23 de Julho de 1975 em que garantia que em “Portugal jamais haverá oportunidade para uma democracia como as existentes na Europa”.
Cunhal era um cínico. Jurou uma constituição que fez tudo para a rasgar. Falava na liberdade dos povos e, em 1968, aprovou declaradamente a invasão soviética da Checoslováquia pouco se importando com os povos assim submetidos á bota cardada dessa aventesma chamada Leonid Brezhnev.
Devemos manter a nossa identidade . É fundamental que lutemos por ela. Mas quanto mais integrados estivermos numa sociedade civilizada e democrática mais hipóteses temos de não ficar reféns de populismos como aqueles que Jerónimo de Sousa, coitado, não é capaz de definir como não é democrático – Coreia do Norte – porque antes tem de saber o que é uma democracia.Como pode um partido cujo chefe máximo não sabe o que é uma democracia ter assento num parlamento eleito democraticamente?
Eu também tenho muitas questões sobre ideologia para o PCP, mas o que é que ter moeda própria com política monetária e fiscal adequada ao país tem a ver com isolamento?
Caro Paulo Marques:
Obviamente que num plano restrito a ideologia do PCP nada tem a ver com isolamento. Mas no enquadramento da resposta a Isabela, que erradamente tratei por Isabel, tem.
Na verdade, Isabela, no seu comentário, levantou a questão do isolamento político e mesmo pessoal. Acontece que o PCP anacronicamente quer a saída da Europa. Aliás, desde o primeiro dia que foi contra o projecto. Este secretário geral do partido ainda dizia no congresso do PCP “Álvaro Cunhal – O projecto comunista Portugal e o mundo de hoje” que foi um erro profundo a adesão à União Europeia. E isto basicamente porque querem impor em Portugal uma ditadura do proletariado como prevêem os seus estatutos e sobretudo os princípios ideológicos arcaicos que professam.
Integrados na União Europeia jamais isso será possível.
Com ou sem ditadura do proletariado é impossível ter políticas a favor dos trabalhadores dentro da união europeia, como cada vez mais gente anda a perceber.
Tenho dúvidas se o PCP percebe realmente porquê, mas há quem o explique bem.
“olhe que não, olhe que não” retrata bem Cunhal, que não procurava a verdade mas satisfazer os interesses da URSS de quem era subserviente.”
Que cassete tão roufenha !!!!
“As verdades doem como punhos”
Quantos exemplos quer que cite?
Cassete com mais de 50 anos
Como dizem lá na minha terra “mais vale sós que mal acompanhadós”. Não sou eu que digo, dizem! Lá na minha terra!
Isso é da série “antigamente é que era bom!”
Sim, mas na versão de ficção científica! Nada de passadismos!
PCP rejeita o Euro e junta-se ao grupo dos isolados onde se encontram a Dinamarca e a Suécia!
Portugal desde que entrou no Euro a pobreza aumentou, a banca faliu e a emigração atingiu níveis do tempo do Salazar!
Que orgulho fazer parte do grupo dos não-isolados….
Não temer isolamento se isso corresponder “à defesa de um interesse vital ”. !
Repito, a valer ! NÃO TEMER o isolamento é ter capacidade de enfrentar a solidão com valentia se isso se tornar necessário à defesa de um interesse vital !!!!!!
Não é PREFERIR ou defender que se viva isolado, é ser capaz de enfrentar essa situação se preferível por interesses maiores a defender e a preservar, Nuno Abreu !
Simplesmente por princípio no politicamente, mas sobretudo no aspecto pessoal, ……sendo que não me interessa discutir a fundo política com chavões e cassetes e papões, muito menos partidária .
..Aventemos e arejemos / inté !
que vou colocar mais uma acha na lareira aonde se aconchegam solidões retemperadoras de interesses vitais .