Fomos uma das mais de 200 candidaturas de livre submissão para o Festival da Canção 2019.
Infelizmente, o nosso tema não foi o eleito.
Paciência, para o ano há mais.
Aqui está o tema: “Carrossel”.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Fomos uma das mais de 200 candidaturas de livre submissão para o Festival da Canção 2019.
Infelizmente, o nosso tema não foi o eleito.
Paciência, para o ano há mais.
Aqui está o tema: “Carrossel”.
A useful comparison here is with the problem of describing the sense of grammaticalness that we have for the sentences of our native language. In this case the aim is to characterize the ability to recognize well-formed sentences by formulating clearly expressed principles which make the same discriminations as the native speaker. This undertaking is known to require theoretical constructions that far outrun the ad hoc precepts of our explicit grammatical knowledge. A similar situation presumably holds in moral theory.
— John RawlsL’agent voudrait se mettre au vert
L’Opéra rêve de grand air
A Cambronne on a des mots
Et à Austerlitz c’est Waterloo
— Joe Dassin
***
Em recente debate com Steven Pinker, Paul Krugman teve a feliz ideia de lembrar o véu da ignorância, de John Rawls (cf. a partir de 24:15).
Debatia-se, então, o progresso da humanidade, note-se. Não se debatia o progresso da ortografia. O progresso da ortografia é assunto para os próximos parágrafos. Retomemos, então, neste nosso parágrafo, o véu da ignorância. O ponto de partida de Rawls é a possibilidade de se estabelecer um procedimento justo de tomada de decisão, de modo a que quaisquer princípios associados a este sejam também eles justos. No fim de contas, a ideia é anular efeitos de contingências concretas que constituam uma tentação para os decisores e os levem a explorar circunstâncias naturais e sociais em benefício próprio. Para esses efeitos serem anulados, um véu de ignorância deve impedir que os decisores saibam qual o lugar que ocupam na sociedade, qual a classe social a que pertencem, que estatuto social detêm, quanto vale a sua fortuna, quão inteligentes são, quanta força têm, etc.
Mudemos, abruptamente, de assunto.
Hoje é dia útil, portanto, não há novidades.
Efectivamente, no sítio do costume, além de adotante, temos união de fato:

De facto, ninguém ficará surpreendido, creio, com esse fato (sim, com esse fato):

Escrito isto, desejo-vos uma óptima Páscoa, com muitas amêndoas e pouco (se possível, nenhum) Diário da República.
Exactamente.
Até breve.
***
A presente crise energética em que o país mergulhou por força da greve dos motoristas de transporte de mercadorias perigosas, deixou uma vez mais a nu algumas deficiências estruturais que existem em Portugal.
É inconcebível que não existam oleodutos para assegurar o transporte de combustível das refinarias aos aeroportos de Lisboa, Porto e Faro, obras que seriam muito menos dispendiosas que alguns elefantes brancos construídos nas últimas décadas. Apenas numa lógica de satisfação clientelar, por força de interesses instalados que vivem encostados ao Estado, aliados ao facto deste tipo de obra apesar de estrutural, ser pouco visível e render poucos votos a políticos que preferem inaugurações com direito a banquete e fotos cortando fitas… [Read more…]
Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Dos Tradutores Contra o Acordo Ortográfico
“Costuma dizer-se que quem não chora não mama. Ah, esperem, não é isso”.
#abortoortográfico #anedótico #ridículo #línguadescaracterizada #revogação

A primeira parte foi dos Buzzcocks. Se desacelerarmos o Ever Fallen in Love (With Someone You Shouldn’t’ve, tocado em Cascais, obtemos o The Only One dos Gun. Efectivamente. Mais uma para a colecção.
um estádio com cobertura. Acabe-se com esta palhaçada, de uma forma ou outra e de uma vez por todas. Como sabemos, dinheiro não falta.
«O Benfica é o meu clube do coração, mas apaixonei-me pelo FC Porto»
—João Manuel Pinto
Cruzes. Credo. Canhoto. Que os deuses nos livrem.
Por esse motivo, Cristiano Ronaldo não jogou na *seleção. Despediu-se hoje da seleCção. Em português europeu. Efectivamente, ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
O mesmo Ministério Público que se “esqueceu” dos podres do ministro Luís Neves.
O PGR foi nomeado pelo actual primeiro-ministro.
Mas alguém acredita na separação de poderes?
Os neonazis vão estar em festa na Maia. Não vai haver polícias para nos bater.
Para o presidente do FC Porto, isto é um “contacto” normal. Lembrei-me logo do inofensivo contacto do dia 16 de Fevereiro de 2016.
Efectivamente: 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; etc.
O Bochechas é um castiço.
—Diogo Hoffbauer
Estive contigo há mais de 30 anos nas grades do Coliseu.
Agora é só descer a rua. Anda!
“A maior parte da música é uma merda”
–-Mário Barreiros
“Isto é muito confuso para a tua cabeça”
—Jorge Jesus
“Não está em causa o direito à opinião, está em causa o relativismo opinativo”
—Ana Cristina Leonardo
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