Direitos de autor no YouTube arruínam vídeos de educação musical. É só fumaça, diziam.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
No dia 30 deste mês que hoje se inicia, o Aventar vai comemorar 10 anos. Queremos que comemorem connosco. Escrevendo, que é o que se faz por aqui. [Como participar]

O que acontece se o sector da Restauração e similares (restaurantes, bares, cafés, confeitarias, etc) não recupera rapidamente? “Nenhum problema, eu sou agricultor e produtor de fruta e legumes, continuo a plantar e a mãe natureza encarrega-se do resto”. Errado: o sector da Restauração e Similares é o principal consumidor de frutas e legumes. Sem […]
Há algo de compatível entre um Dão, colheita seleccionada, a moleza do calor e as palavras saídas da guitarra de Pablo Sáinz-Villegas.
Novoselic escreve direct, mas a Blitz traduz direto. Como diria Cobain, “I don’t know why“. É directo. Lembrai-vos dos One *Diretion.
do rei de Espanha, eis o “keep your mouth shut” do chefe Acevedo. Eis Trump a fazer de Chávez.
Trump saiu da OMS num momento difícil de política interna. Tudo o que ele faz é no intuito de assegurar a sua reeleição. Quem quiser que apanhe os cacos.
como está a situação daquele aeroporto que o Costa quis dar à Vinci ali para os lados de umas areias que ficarão debaixo de água daqui as umas décadas?
Nuno Pacheco denunciou estes *impatos do Expresso. Impatos? Do professor Expresso? Efectivamente: impatos da pandemia.
Na última edição, a revista SÁBADO cometeu um enorme erro. Partilhou esta notícia sobre Catarina Martins.
Veio a ser desmentido que se trata de Catarina Martins. O jornalismo português cada vez é menos levado a sério por culpa própria.
Tende paciência. Entretanto, ide-vos entretendo com o problema n.º 1, o problema n.º 2 e o problema n.º 3.
A recusa da injeção na Comunicação Social por parte do ECO e do Observador é a rejeição à submissão ao Estado.
Mas isso é em inglês. Em português, a diferença entre 19 e 90, como diria o outro, é huge!
Joacine disse iste com um palite nos dentes entre um fine e um tremoce, certe?
Num jogo que deveria ser de grande animação nas bancadas, tivemos isto. Bonita homenagem dos jogadores, que não esqueceram a alma do clube. Não matem o futebol.
O Juíz irá aplicar o termo de identidade e residência, na próxima semana estará de regresso ao trabalho. Business as usual…
Efectivamente. Apesar de o OE2020 ser uma mentira e uma vergonha.
Mais um anunciado regresso d’O Desejado.
Lista actualizada pelo blogue Formally Known As The Bollocks. Ainda falta, por exemplo, a sessão dos SDC, com Fatman, Today, False Faces e All Glory.
O tempo vai passando, o momento continua inesquecível. Há 7 anos, o Futebol Clube do Porto marcava o golo mais marcante da história do campeonato português. Um golo que despertou aquilo que o futebol melhor sabe fazer: despertar emoções.
somos do Porto e temos aversão ao azul. Só falta saber se, como eu, Santos Silva tem a terceira qualidade: ser mouro. Ser mouro é a suprema virtude do verdadeiro Portuense.
O problema, mas do que no artigo 13, reside nas actuais leis sobre o “copyright”.
São essas que precisam de ser revistas, na minha opinião. A noção de “copyright” actualmente, é leonina para os detentores de direitos, lesiva para a criatividade, e permite enormes injustiças (normalmente a favor dos que mais têm).
Até a noção do “fair use” é altamente difusa a controversa,, permitindo os abusos expostos no artigo cujo atalho foi publicado.
Quem não souber nada sobre o assunto, investiggue, por exemplo, o que se passou com o grupo “The Verve” e a cançaão “Bitter Sweet Symphony”, cujos direitos e autoria acabaram por ser atribuídos a Jagger-Richards (sim, esses mesmos), por uma mera “technicality”.
É óbvio, com argumentos que têm duas décadas de existência sobre o assunto.
Para quê? Para aumentar as importações ou para andar tudo vulnerável a usar túneis VPN da Rússia? Só à estalada.