Carta dos voluntários humanitários portugueses ao governo português, sobre a emergência humanitária grega

Pedro Amaro Santos

Ex.mo Sr. Presidente da República Professor Marcelo Rebelo de Sousa,

Ex.mo Sr. Primeiro Ministro Dr. António Costa,

Ex.mo Sr. Ministro da Administração Interna Dr. Eduardo Cabrita,

Ex.ma Sr.ª Ministra do Estado e da Presidência Dr.ª Mariana Vieira da Silva,

Ex.mo Sr. Ministro dos Negócios Estrangeiros Dr. Augusto Santos Silva,

Ex.ma Sr.ª Secretária de Estado para a Integração e as Migrações Dr.ª Cláudia Pereira,

Os voluntários humanitários, cidadãos portugueses, signatários da presente carta vêm alertar o Governo Português para a emergência humanitária decorrente da situação alarmante e desumana que se vive no campo de refugiados de Moria, na ilha de Lesbos, na Grécia. Apelamos à tomada de decisões imediatas coerentes com a política portuguesa de acolhimento e integração das pessoas refugiadas.

No campo de Moria, com capacidade para albergar 3 100 requerentes de asilo, vivem neste momento mais de 20 000 pessoas. Destas, mais de metade são famílias e há 1 049 menores desacompanhados.

As condições e recursos de um campo construído para 3 100 pessoas são descritas pelas organizações não governamentais presentes no terreno e pelos próprios residentes como insuficientes e inexistentes: falta de água quente e limpa; falhas de eletricidade; más condições sanitárias e escassos cuidados de saúde. Entre os testemunhos dos voluntários portugueses, destacamos:

— Há uma casa de banho para cada 300 pessoas.
— Os residentes esperam 3 horas por cada refeição.
— Nos últimos 2 meses morreram 5 pessoas (1 criança de 19 meses por desidratação, 2 mulheres num incêndio dentro dos contentores onde viviam, 1 bebé atropelado enquanto brincava e 1 menor desacompanhado esfaqueado).
— 20 crianças automutilaram-se e 2 tentaram o suicídio.

Esta situação está a viver-se de forma semelhante na ilha grega de Samos, onde num espaço com capacidade para 650 requerentes de asilo, vivem mais de 7000 pessoas.

No passado mês de fevereiro, a Organização das Nações Unidas (Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados) alertou para as condições precárias dos requerentes de asilo e migrantes a viver na Grécia e apelou à retirada de migrantes das ilhas gregas.

A situação agravou-se nos últimos dias, depois da Turquia, que acolhe mais de 3 milhões de refugiados, ter aberto a sua fronteira. Assistimos a uma crise humanitária sem precedentes na fronteira com a Grécia. São mais de 13 000 as pessoas que esperam na tentativa de entrar num país sobrelotado e incapaz de lidar sozinho com o aumento exponencial da chegada de novas pessoas.

Sentimos agora o resultado agravado de cinco anos de inércia quanto a uma política europeia concertada e sustentável, à escala que a situação exige. É urgente uma resposta que faça jus aos valores sobre os quais a Europa se construiu.

O desafio complexo que a Grécia está a enfrentar é um desafio europeu. E, portanto, um desafio português. A solidariedade entre os Estados Membros é agora mais crucial do que nunca: é urgente a partilha de responsabilidade pelo acolhimento das pessoas que precisam de proteção.

Acreditamos que Portugal tem que ser parte da solução. Nos últimos anos, o país tem assumido uma posição coerente com o valor do respeito pela dignidade humana. Importa agora recordar este caminho de hospitalidade, como prova de que é possível, uma vez mais, contribuirmos para resolver este problema humanitário.

O Governo Português assume que tem participado ativa e construtivamente no esforço europeu de acolhimento às pessoas refugiadas, apoiando a Comissão Europeia no sentido da construção de uma política europeia de asilo comum, assente nos princípios da responsabilidade e solidariedade, no respeito pela dignidade da pessoa humana e no combate ao tráfico de seres humanos.

Entre dezembro de 2015 e março de 2018, ao abrigo do Programa de Recolocação da União Europeia, Portugal acolheu 1 552 pessoas refugiadas, provenientes da Grécia e da Itália, tendo sido o 6º país da União Europeia que mais acolheu ao abrigo deste programa.

Além disso, Portugal tem dado resposta às situações de emergência no que se refere aos resgates no Mediterrâneo por navios humanitários. Neste contexto, chegaram a Portugal 106 pessoas.

O Governo Português, assumindo o acolhimento e a integração das pessoas refugiadas e o combate das suas vulnerabilidades como prioridade da sua política, assumiu os seguintes compromissos:

— No âmbito do Programa Voluntário de Reinstalação do ACNUR, Portugal assumiu o compromisso de reinstalar 1 010 pessoas refugiadas que se encontram na Turquia e no Egito. Até ao momento, desde 2018, chegaram ao nosso país 186 pessoas refugiadas a partir da Turquia, e 220 a partir do Egito.

— Em 2019, Portugal celebrou um acordo bilateral com a Grécia, disponibilizando-se a acolher 1 000 pessoas que se encontram em campos de refugiados na Grécia. Este acordo ainda não foi efetivado.

Face ao ambiente de calamidade vivido neste momento na Grécia, em especial na ilha de Lesbos no campo de refugiados de Moria, urge a efetivação prática da política de acolhimento e integração de pessoas refugiadas em Portugal.

É urgente que o Governo Português faça cumprir o Acordo Bilateral celebrado e não efetivado com o Estado Grego, dando prioridade máxima às pessoas mais vulneráveis que se encontram no campo de refugiados de Moria.

Todos os subscritores desta carta apelam ao Governo Português para que, assumindo a sua política e a sua responsabilidade alicerçadas nos valores da solidariedade e do respeito absoluto pela dignidade da Pessoa Humana, cumpra o referido acordo bilateral, acolhendo pelo menos, 1000 pessoas que vivem no campo de Moria.

O acolhimento destas pessoas em Portugal implica uma solução integrada e pensada com os olhos no futuro. Por isso, apelamos ao Governo Português para que proceda ao diálogo estruturado com as entidades da sociedade civil, bem como todas as autarquias, que desde 2015 permitiram uma resposta humana, que agora se quer reforçada e melhorada.

A situação exige a ativação imediata dos mecanismos necessários à transferência rápida e ao acolhimento digno destas pessoas em Portugal.

E porque falamos de responsabilidade partilhada, cada de um nós assume também, perante o Governo que nos representa, o compromisso de fazermos parte, aqui e agora, da solução integrada para este desafio.

Ainda não é o fim
nem o princípio do mundo
calma
é apenas um pouco tarde.
(Manuel António Pina)

______

— Lista dos 238 subscritores e para se associarem à carta aqui: http://www.eapenasumpoucotarde.eu/.

[Fotografia de Sedat Suna (EPA), na fronteira Turquia — Grécia, a 1 de março 2020]

Comments


  1. Contribuir para a lenta, mas firme, islamizaçãp da Europa ? Não, obrigado.

    • Pedro Vaz says:

      É mesmo esse o objectivo. A fracionalização da sociedade e a diluíção da Nação-Estado, esta borrada pejada de conflito étnico-racial-religioso só pode ser governada por autoritarismo e é exactamente esse o “end game”.

      • Paulo Marques says:

        Como se o capital precisasse disso, basta dizer “sem mim não há emprego, e infla tudo” que os idiotas se borram todos.

        • Pedro Vaz says:

          O capital quer criar um Governo Mundial com uma Raça Unica, Cultura Unica, Dinheiro Unico, Lingua Unica, etc, etc…estás pouco informado acerca do que o capital realmente quer.

          Não são tão agarrados ao dinheiro como tu pensas, eles tem convicções ideologicas profundas (e malvadas) o dinheiro para eles é um instrumento.

          • Paulo Marques says:

            Pois, a 15ª casa, o 3º iate, o jacto privado, o dinheiro escondido no Panamá, tudo com o objectivo de unir toda a gente e não ficar agarrado à riqueza.

  2. Fernando Manuel Rodrigues says:

    O João Mendes voluntaria-se para acolher e sustentar dez em sua casa.

    • Pedro Vaz says:

      Engraçado como apesar de toda a conversa do proteger “O Povo” dos super-ricos, na prática o “bem-feitorismo” acaba SEMPRE por ser pago pelo “Povo” e não pelos super-ricos.

      • POIS! says:

        Pois ora bem, Xô Vaz!

        O seu espanto espanta-nos! A sua perplexidade deixa-nos perplexos! A sua surpresa deixa-nos surpresos!A sua estupefação deixa-nos estupefactos! O seu pasmo…deixa-o pasmado!

      • Paulo Marques says:

        Engraçado como o querido líder do Pedro quer pôr os ricos com mais rendas garantidas além de lhes cortar os impostos, para juntar ao seu emprego de desvio de impostos do país.
        Só a esquerda quer pôr os ricos a pagar alguma coisa.

        • Pedro Vaz says:

          Quase um século de “Santa Democracia Liberal Ocidental” e o que se vê é socialismo para os “camponeses” e oligarquia para os super-ricos…tudo de acordo com o plano dos super-ricos.

          Os super-ricos são socialistas ponto final. Qualquer oligarquia e/ou sistema autoritário requer socialismo (estado).

          • Paulo Marques says:

            É ao contrário, caramelo, solidariedade é entre os ricos, os outros é que lutam uns contra os outros pelas migalhas.
            Mereces um dicionário pelo dia do pai.

    • Paulo Marques says:

      O João Mendes, e todos nós, paga impostos para que o estado cuide das pessoas.

  3. Fernando Manuel Rodrigues says:

    Já agora, que tal tentarem escrever a carta em Português?

  4. Pedro Vaz says:

    Cada vez mais suspeito que o João Mendes é daqueles que é pago para andar na internet a carregar baldes de água para o George Soros & Co. Ele está tão alinhado como a agenda Globali$ta que já começa a ficar díficil dizer que é apenas o típico burguês esquerdista-caviar hiper-Americanizado com o típico “bem-feitorismo” hipócrita.

    • POIS! says:

      Pois sim!

      E olhe que pagam bem! Não como V. Exa. que recebe de vez em quando uns torrõezinhos de açúcar lá na sede do Chega. E só quando se porta bem e acarta o Ventura às costas quando lhe doem os joanetes.

    • Paulo Marques says:

      Claro, não olhe para quem desvia o dinheiro para o Panamá, isso não tem nada a ver com o globalismo. Tratar bem seres humanos é que é horrível.

      • Pedro Vaz says:

        “Tratar bem seres humanos”

        Vives um modo de vida extremamente austero para ajudar os outros? Não. Nem tu nem ninguém. Então porque é que de um ponto de vista ideológica assumes um altruismo radical se és como os outros na prática?

        Resposta: Porque és mais um “bem-feitor” hipócrita viciado em iPhones emocionais. Tu não queres saber “do outro”, se quisesses saber “do outro” prestavas atenção ao facto de que a mesma Santa Democracia Liberal Ocidental que meteu a Síria num caos agora anda toda humanitária para com os “refugiados” e que logo o acolhimento de “refugiados” não tem intenções humanitárias nenhumas.

        • Paulo Marques says:

          Nem os estados, nem as máquinas dos estados, nem as organizações dos estados são remotamente homogéneas, estás a falar de pessoas diferentes.
          É precisamente por ser solidário que quero que se acabe o mito de não haver dinheiro para coisa nenhuma; ainda ontem a comissão descobriu 25MM€ no sofá, um quase nada face ao que outros países mobilizam quando é preciso.

  5. Pedro Vaz says:

    PS – “voluntários humanitários ?!?! LOLOLOL!!! São pagos e bem pagos e ainda por cima tem estadia paga em bons hoteis. Mas tu sabes isso não sabes João Mendes?


  6. Se bem me lembro, quando foram montados campos de treino militar a refugiados sírios para que lutassem pelo seu pais, esses campos ficaram desertos.

    Fazer da Europa o escoadouro dos males do mundo, não muito obrigado.

    Perguntem aos idiotas que promoveram o tráfego por mar, se não era de esperar que viessem a ter que os escorraçar ou manter em condições miseráveis.

    De colonizadores a colonizados parece ser a ambição dos cretinos armados em bonzinhos e solidários.

    • Pedro Vaz says:

      “Perguntem aos idiotas que promoveram o tráfego por mar, se não era de esperar que viessem a ter que os escorraçar ou manter em condições miseráveis.”

      As políticas “convidativas” fazem parte do esquema, fazem da viagem para a Europa uma coisa muto tentadora e quando os falsos-refugiados chegam gritam: “Coitadinhos! Temos que ser humanos!!”…é tudo um esquema de manipulação emocional bem montado.

      Mas como sempre estes “bemfeitores” querem que sejam os outros a pagarem e nunca querem viver no meio da Santa Diversidade.

      • POIS! says:

        Pois é, é tudo emoção!

        As bombas que caem em cima dos sírios também são muito emocionais! Aliás dizem que são bombas que quando caem fazem “pum!” mas não matam ninguém. Sai de lá um palhaço a fazer “nhã nhã nhã nhã”, as crianças riem-se muito e fica tudo á espera da seguinte. É uma reinação aquela guerra da Síria.

        • Pedro Vaz says:

          És literalmente pouco inteligente. O que eu disse é que a Síria está em caos por causa da mesma Santa Democracia Liberal Ocidental que agora é toda humanitária para com os “refugiados”, logo a unica conclusão lógica é que existe marosca por detrás deste humanitarismo todo.

          O meu argumento é realmente simples mas a tua cabeçinha nem coisas simples percebe.

          • POIS! says:

            Pois é!

            Então matamos os refugiados não é? Está à espera de quê para o assumir, ó Xô Vaz?

          • Paulo Marques says:

            A Síria está em caos porque em 2003 um inteligente e os seus acólitos acharam que destruindo um país se estabilizada a região e se calava de vez quem não os deixa roubar petróleo em paz.

    • Paulo Marques says:

      Também se fizeram campos para arrumar com os comunas, mas o Cruz preferiu aprender a lavar dinheiro ao capital. Se o Pedro vai atrás dos ricos, ainda ficas no desemprego, cuidado.

      • Pedro Vaz says:

        Eu sou Nacionalista, sou a unica e verdadeira oposição aos super-ricos e ao plano malvado deles de criar uma “Nova Ordem Mundial”.

        Esquerdistas e Direitistas são carneiros do sistema de controlo dialectico.

        • POIS! says:

          Ora pois, que lindo é o Xô Vaz!

          “Eu sou Nacionalista, sou a unica e verdadeira oposição aos super-ricos e ao plano malvado deles de criar uma “Nova Ordem Mundial”.

          Dito isto, o Xô Vaz mete-se no armário, põe a capa e sai a bufar pela janela do quinto andar!

          Lá de cima, muito de cima, acrescenta: e sou lindo de morrer e muito modesto!

    • POIS! says:

      Pois foi!

      “Se bem me lembro, quando foram montados campos de treino militar a refugiados sírios para que lutassem pelo seu pais, esses campos ficaram desertos”.

      Os campos ficaram desertos por falta de sargentos com pedigree, como é o caso de V. Exa., para os treinar como deve ser. E, já agora, para lhes dizer por que lado eles iriam combater, já que há para aí umas dez facções a “lutar pelo seu país”. Ou fazia-se um sorteio e cada um ia para seu lado? Seria uma hipótese.

  7. anticarneiros says:

    Com tanto nazi aqui a vomitar ódio, o Aventar começa a cheirar a podre

    • Pedro Vaz says:

      Sim carneirinho…a mesma “Democracia Liberal Ocidental” que meteu o Médio Oriente e África do Norte no caos agora anda toda humanitário em relação aos pseudo-refugiados e imigrantes. És tão carneiro que nem vez o que está á frente do teu nariz.

      Segue tudo uma lógica política-económica cruel, a fracionalização da sociedade e a diluíção da Nação-Estado.

      “Ódio…Nazi…extrema-direita…blah…blah…blah” não sabem dizer mais nada porque não tem argumentos.

      • Paulo Marques says:

        A fraccionalização da sociedade é retirar fundos aos hospitais porque “não há dinheiro” graças à “inflação” e deixar quem trabalha, e quem quer trabalhar, à sua sorte.

        • Pedro Vaz says:

          Não, a fracionalização da sociedade é a Jugoslávia e todos sabemos como acabou.

          • Paulo Marques says:

            Criar um estado completamente artificial em que não há nenhuma cultura em comum? Lembra-me qualquer coisa, sim. Mas também é Checo-eslováquia, e eles entendem-se.

      • brasuca pro brasil says:

        Cala-te maldito brasuca

    • Paulo Marques says:

      A Internet foi um erro.

      • Pedro Vaz says:

        A Baronesa Ariane de Rothschild concorda contigo. Por isso é que as leis a regulamentos contra a liberdade na internet ficam cada vez piores.

        https://www.jpost.com/Diaspora/Antisemitism/Its-no-fun-being-a-Rothschild-in-Europe-these-days-559670

        • Paulo Marques says:

          É uma piada; o problema não é a internet, é a falta de regulação que favorece algoritmos que fomentem o consumo de disparates; como o de achar que os ricos são minimamente afectados por coisas destas.

          • Pedro Vaz says:

            “algoritmos que fomentem o consumo de disparates; como o de achar que os ricos são minimamente afectados por coisas destas.”

            Como Nacionalista concordo 100%. Veja-se como os algoritmos tentam convencer as pessoas de que a “diversidade” é boa para uma sociedade. As grandes impresas da internet estão todas na mão da Nova Ordem Mundial.

            PS – Vistes o vídeo do Sarkozy? O Aventar apagou por alguma razão mas se não vistes vai ao youtube e procura “Sarkozy mixing” e vê o Sarkozy a dizer de boca cheia que misturar as raças é um objectivo vital.

          • POIS! says:

            Pois sim, Xô Vaz. Mas faça um favor:

            Leia o discurso do Sarkozy TODO.

            Está aqui:

            https://aphec.fr/?article376

            A montagem que apresenta aqui é uma manipulação.
            Une partes do discurso distanciadas quilómetros, retirando as frases do contexto. Um velho truque do manuais de propaganda do Herr Goebbels ou do Estalinismo.

            Aliás esta montagem provém de um blogue que tresanda a supremacismo. Se não quisessem manipular não colocavam a introdução. Não era necessário pois não?

  8. Ricardo O. says:

    E a imensa pobreza que se vive neste país? Onde estão os humanitários”?

    Bonzinhos os c*ralho, não passam de hipócritas viciados em iPhones emocionais, é tudo acerca deles e não de ajudar o outro. E mais, como disse o Pedro Vaz estes “voluntários” são pagos pelas redes de ONGs.

    Metam a carta sabem onde.

    • Paulo Marques says:

      Sendo que os Ricardos, Menos, e Pedros querem que os ricos não paguem os problemas que criam, está à espera de quê?

      • Pedro Vaz says:

        Ai quero quero. Os super-ricos deviam pagar a recontrução da Síria (e outros) e pagar pelos “refugiados”. Tu e o resto da carneirada “bem feitora” hipócrita é que querem que a classe trabalhadora pague para não falar do facto de que são carneiros burros que alinham no esquema dos super-ricos de destruir a sociedade e a nação-estado com “diversidade”.

        • Democrata_Cristão says:

          ” querem que a classe trabalhadora pague”

          Um fascista a defender a classe trabalhadora

          Pareces o esteves doMRPP

          • Paulo Marques says:

            Resultou para o Mussolini. Até ser eleito, claro. Mas a “teoria” não é nova, e continua a fazer o mesmo (pouco) sentido, ainda por cima com todos os dados facilmente acessíveis.

        • POIS! says:

          Pois continue, Xô Vaz!

          A mandar comentários com insultos labruscos típicos de retardado intelectual que os super-ricos borram-se todos e pagam na hora!

          Sim, os super-ricos têm muito respeitinho ao Xô Vaz! Já viram aquela foto do Abílio Gaitas com os olhos esbugalhados? Foi quando viu o Xô Vaz no WC lá em Davos! Agarrou na pila, deu meia e foi-se embora, tal a atrapalhação!

          • Pedro Vaz says:

            Queres um video do Peter Sutherland, ex presidente da Goldman Sachs, a dizer claramente que o objectivo dos políticos Europeus é de destruir a homogeneidade étno-racial da Europa? Se quiseres é só pedir…sabes onde é que ele acabou a carreira? Companheiro do Santo Guterres na ONU secção dos “refugiados”…

          • POIS! says:

            Pois, tá bem!

            Julgava que era o video da cena com o Abílio Gaitas lá em Davos. Isso sim, seria decisivo na mudança de rumo do destino da Humanidade.

        • Paulo Marques says:

          Não é preciso ninguém pagar coisa nenhuma, o BCE pode criar dinheiro do ar para financiar o que for preciso (como fez desde 2013 para tentar cumprir o mandato, de resto).
          Quanto à diversidade, é irrelevante ser-se a favor ou contra, tudo muda, e muda muito mais rapidamente quando há prosperidade. Enquanto andávamos a brincar às guerrinhas para manter a pureza, a prosperidade dos EUA levou à diversidade mesmo com pessoas mal-vindas, e não ficou mal por isso. Quem ficou a ganhar não foi a guerra pela pureza.

      • JgMenos says:

        Paulo Marques, vá lá, um esforçozinho…diminuir as idiotices! Não custará assim tanto…

  9. Socorro says:

    Então é assim:
    Não tenho médico.
    Não tenho apoio na velhice.
    Se vou ao hospital tenho de esperar pelo menos horas.
    Não tenho assistência para limpezas e comida.
    Não tenho uma data de coisas que me faltam em apoio familiar.
    Mas temos de apoiar os filhos de Maomé em Portugal!
    Porra! Fechem as fronteiras e não deixem entrar essa cambada que não faz cá falta nenhuma. Além disso, são os meus impostos que irão pagar uma coisa que eu não quero.
    Tenham juízo! é coisa que parece não haver.

    • Pedro Vaz says:

      O “bem feitorista” está-se a cagar para os pobres e necessitados, o que o “bem feitorista” quer é comprar mais um “IPhone emocional” (para emprestar a expressão do Ricardo O.) porque está viciado em “iPhones emocionais”. Como os médias do Sistema Globalista lhe dizem que o “iPhone emocional” topo de gama é o “refugiado” e o imigrante é esse iPhone que o “bem feitorista” quer.

      O “bem feitorista” hipócrita e carneiro não percebe que está a cair que nem um patinho no esquema do Globalismo de destruir as sociedades e nações-estado com “diversidade”.

      • POIS! says:

        Pois, mas o seu a seu dono!

        Quem inventou a expressão “iphone emocional” não foi Ricardo O. Foi Toneca Catrapão num congresso de filozoofia em que dialogou com Maria Mocas sobre a questão da relação entre a cultura da bergamota e a pesca do linguado. Entretanto o iphone tocou e a Maria Mocas emocionou-se porque era viciada em toques.

        O pessoal na sala ficou tão impressionado que logo cairam na armadilha de experimentar, e ficaram viciados. Os mérdias do Sistema Globalista, que não perdem uma, trataram logo de espalhar aquilo e tornou-se viral. Já ouviu falar da epidemia do virus COVAZ69? Foi aqui que começou!


  10. O Pedro Vaz é uma dádiva para a esquerdalhada!

    O que ele lhes suscita dizer da vastagama de ladainhas e rótulos que têm em carteira.

    A cambada vai dormir o sono dos justos, sem refugiados na cave, naturalmente!

    • POIS! says:

      Pois, mas tenha cuidado.!

      Com os elogios ao Vaz. Porque Vosselência, Sô Menos, é um tipo do Sistema Globalista e da Nova Ordem Mundial aqui plantado a acartar baldes de água à conta do George Soros e a fazer de conta que é contra o Sistema quando é do Sistema porque a tática do Sistema é fazer com que os Anti-sistema e os Sistema se degladiem para parecer que não há Sistema e ir preparando a Nova Ordem Mundial Globali$ta do Sistema dos super-ricos.

      A sua tiradas contra a esquerdaria mais não são que o paleio Anti-sistema de um carneiro do Sistema que usa os média do Sistema para disfarçadamente propagandear o Sistema fingindo que combate o Sistema da esquerda-caviar que pretende ser contra os super-ricos quando, na verdade são tão Anti-sistema como os do Sistema que fingem que são Anti-sistema.

      • Maria says:

        Vou deixar de ler o Aventar! Não vale a pena! Para insultos e comentários sem nível já temos o Correio da Manhã e outros que tal!

        • POIS! says:

          Pois mas…

          Desafio-a a ler um comentário meu que seja insultuoso.O máximo que faço é devolver os “mimos” a quem pisa o risco. Se não tem sentido de humor e não entendeu o que escrevi o problema não é meu. mas também lhe digo que se está muito longe do Correio da Manha (a não ser que este comentário também seja, na sua bitola, insultuoso…)

          • Fernando Manuel Rodrigues says:

            Hipócrita, como muitos que por aqui andam. Ganha vergonha.

        • Paulo Marques says:

          Óptimo, o ar quer-se respirável aqui.

        • JgMenos says:

          Ai Maria!

          Que saudades daquele coral progressita-ó-esquerdalho!
          Que consolo para as almas mais sensíveis a dar destino aos impostos dos outros!

          • POIS! says:

            Pois não tínhamos descoberto!

            Mas JgMenos afinal, também é fadista. Pelo estilo, é especialista em fado Fininho ou Puxavante. Em tom menor, é claro, ou não se chamasse precisamente Menos de nome artístico.

          • Paulo Marques says:

            Quais impostos dos outros? Escapou-te algum no trabalho? Vou dizer ao patrão.

  11. POIS! says:

    Hipócrita? Pois aprendi com as doutas prosas de V. Exa! Nessa matéria Vosselência é um ás!

    • POIS! says:

      A resposta é para o Mr. Francisco, obviamente!

      • POIS! says:

        Perdão, Fernando.

        Pois, aquele que usa linguagem de latrina carregada de reticências e asteriscos como argumentos e agora vem para aqui dar lições de moral.

  12. Paulo Marques says:

    Pois, a 15ª casa, o 3º iate, o jacto privado, o dinheiro escondido no Panamá, tudo com o objectivo de unir toda a gente e não ficar agarrado à riqueza.

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