Ó meu rico S. João
Sabes o que era sensacional?
O Porto Campeão
E um Portugal mais liberal
Mesmo sem gente na rua
Esta noite será sempre tua
Não há festas para as multidões
Mas temos a Liga dos Campeões
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Ó meu rico S. João
Sabes o que era sensacional?
O Porto Campeão
E um Portugal mais liberal
Mesmo sem gente na rua
Esta noite será sempre tua
Não há festas para as multidões
Mas temos a Liga dos Campeões

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?

É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
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E bimbos aos quarteirões !
Pois tá bem!
Depois das quadras de dois versos aqui apresentadas há dias, eis que o prolixo poeta Nórdico Figueiredo volta a dar à luz dos candeeiros uma nova e magistral obra poética.
Desta vez Figueiredo usa a revolucionária técnica do octossílabo partido ao meio, que já o célebre Zarolho Espadachim tinha intenção de usar na sua obra-prima, mas foi impedido por um tipógrafo mais zeloso, devido aos gastos de papel que tal comportava. No entanto note-se que Figueiredo usa a mesma estrutura rímica, ou seja, cruzada na parte de cima e emparelhada na parte de baixo (o que é perfeitamente lógico já que, como descobriu desde cedo o Zarolho, é sempre na parte de baixo que se realizam os emparelhamentos).
O que coloca a obra de Figueiredo ao nível das do Zarolho Espadachim e será mesmo superior á da Alentejana Atrevidota e às rimas do Pornógrafo de Setúbal, já que o Bêbado da Brasileira pouco rimava (o que não admira, já que depois de uma mamar uma garrafa de “Mosca” tudo para ele passava a rimar).
Sobre o conteúdo poético destaque-se a originalidade abissal do primeiro verso. Em termos de estrutura silábica realce-se a preferência do autor pelo ritmo irregular tipo autocarro dos STCP em hora de ponta a parar em todas. Sobre a rima, destaque-se a ousadia do autor ao rimar em “ões”, o que é sempre arriscado.
Estaremos perante uma obra-prima? Não direi, já que arriscaria a que a próxima fosse ainda mais sublime. Nestes casos, é mais avisado deixar a prima para depois.