Inês de Sousa Real ARRASA André Ventura

Com muita elevação, Inês de Sousa Real reduziu André Ventura à sua insignificância. E tocou no ponto central da inutilidade do Chega: não apresenta propostas, não traz nada de novo, não tem nada para oferecer. Só discursos fáceis e populistas, desenhados para alimentar a máquina demagógica e fundamentalista do partido unipessoal deste político sem escrúpulos, que deixou a espinha dorsal na universidade e está disponível para vender a alma ao diabo que pagar mais. O Chega é inútil, excepto no que a agenda pessoal de André Ventura diz respeito. Um mero meio para atingir um fim.

Um futuro negro

Lembro-me do princípio da pandemia (parece que foi há anos). Lembro-me de, ingenuamente, esperar que a tragédia global que se adivinhava tivesse, pelo menos, o condão de funcionar como um “click” para impulsionar a raça humana para uns degraus acima na escalada da evolução. Sei que não fui o único.

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