O fundamental e o acessório

Tempos estranhos que a pandemia exponenciou. A seriedade tornou-se mansa e a falsidade, assanhada. E o método não varia. O desprezo pelo essencial e a supervalorizaçâo do acidental ou secundário.

Entre dois sistemas antagónicos, capitalismo e socialismo, há uma miríade de razões que viabilizam um e impossibilitam (ou deviam impossibilitar) o outro. Desde logo a liberdade, a democracia, a felicidade ou a prosperidade. Se no primeiro, são objectivos primordiais, no segundo, enfim, são inconveniências que o “aprofundar da revolução” extinguirá.

Realmente, o capitalismo está numa encruzilhada. Por paradoxal que possa parecer, o capitalismo actual precisa de mais liberalismo e melhor regulação. É indiscutível que o poder desmesurado de colossos financeiros e industriais, tem pervertido o mercado. Principalmente porque esse poder assenta, predominantemente, em teias de corrupção e o sucesso das grandes empresas advém, fundamentalmente, da permanente definição de preços por critérios que mais não são que pura especulação (não são custo mais lucro, mas o que o consumidor estiver disposto a pagar). Paralelamente, a massificação, a contenção de custos e a adulteração das necessidades, originam conglomerados onde o “customer centered” é uma espécie de encarnação do diabo.

Mas apesar de tudo, estamos perante um sistema com defeitos, mas que funciona. Já o socialismo… Bem, nunca houve um País socialista que não trouxesse infelicidade e miséria aos seus cidadãos. Um que fosse para amostra. Mais, numa percentagem avassaladora, esses Países mantiveram-se socialistas apenas pelo recurso à ditadura e ao despotismo. Aliás, as tiranias que, ainda, existem no mundo e onde, pura e simplesmente, não há direitos humanos básicos, são todas socialistas. Coreia do Norte, China, etc. Para não falar da Venezuela onde a tentativa de impôr uma sociedade socialista levou, obviamente, à fome e à fraude eleitoral.

E este, apesar de tudo, é um bom exemplo. Imaginemos que o Maduro e, já agora, o Chavez, tinham mínimos de sanidade mental (incongruência porque se os tivessem, não seriam, desde logo, socialistas). Eram capazes de ser pessoas para concluir que tinham levado um País com todas as condições para ser próspero (caramba, são produtores de petróleo) a uma indigência atroz. E os mínimos de sanidade deviam ser suficientes para se afastarem. Mas não. O socialismo não pode falhar (como se alguma vez tivesse resultado). Por isso, ficam, falsificam umas eleições e esfrangalham ainda mais um País e um Povo. E já agora, nem tenham a lata de comparar com Trumps e Bolsonaros. Esses podem ser muito imbecis, mas respeitam (ou são obrigados a respeitar) a democracia. De tal forma que um deles, como tudo indica, vai ser em poucos meses afastado da presidência. Como? Através desse pequeníssimo pormenor que afasta qualquer ilusão de repúblicas socialistas democráticas: eleições livres.

Mas então como é possível a subsistência desta ideologia e pior, como é possível este sistema ainda contar para o campeonato? Fácil. Ruído. Só ruído. Aproveita-se o que está errado, os fracassos, etc, e, candidamente, apresentam-se “soluções” que apesar de o não serem, dão aspecto de praticáveis e pior, dão aspecto de serem justas e solidárias. E protesta-se. Muito. Mesmo muito. Criam quase nada, mas protestam como se não houvesse amanhã. Aproveitam até ao tutano a generosidade (eufemismo) da cobertura mediática e protestam. E com tanto protesto, o acidental dá a ideia de essencial e “soluções”, factual e historicamente, perversas passam a ser bondosas. Ao mesmo tempo, se se tiver a “sorte” de se estar em pandemia, espalha-se o vírus por mais uns milhares de pessoas porque o confinamento tem a enorme “vantagem” de facilitar a adulteração da verdade e da realidade.

Mas os protestos (além do condão de colocarem a actividade política, socialista, num plano transcendente e obscenamente discriminatório) e as “soluções” desgarradas não são de forma alguma as únicas vias para o ruído. Nestes tempos de enorme confusão entre comunicação e factualidade, inventou-se o recurso dos recursos: o politicamente correcto. Mais uma vez confunde-se o essencial e o acidental. Toma-se o pontual pelo todo. Conceitos como racismo, igualdade, fascismo, discurso de ódio, etc, deixam de ser problemas que precisam de acabar de serem resolvidos e passam a ser, apenas, armas de arremesso. E, cinismo dos cinismos, sem qualquer consideração ou respeito pelas reais vítimas cuja situação passa a ser apenas um meio em vez da verdadeira questão. Por exemplo, nos EUA, todos dias, devem ocorrer milhares e milhares de detenções. 99,99% delas devem ajudar a manter a segurança daquele País. Algumas, e foi mesmo isso, algumas, correram tragicamente mal e o objectivo passa a ser acabar com a Polícia. Em Portugal temos poucos casos de verosímil racismo. Aliás nos casos mais graves, não haverá diferença quantitativa substancial entre as diversas etnias discriminadas ou agredidas. Mas o ruído, a confusão entre acidental e essencial, vai definir-nos como racistas. Pior, essa falsa constatação leva o anti-racismo para níveis em que se torna muito mais racista que o racismo que, alegadamente, pretende combater.

Fascismo? Se, conceptualmente, o fascismo pode ser visto como um radicalismo de direita, esta actual obsessão encerra dois erros. Primeiro, o fascismo na prática não é de direita nem de esquerda. O melhor exemplo foi o nazismo. Tradicionalmente considerado de extrema-direita, encerrava na sua estrutura básica muito mais elementos de cariz socialista que, propriamente, pressupostos de direita. Mas esses são aspectos quase irrelevantes na apreciação porque o essencial é serem formas repulsivas de tirania (fascismo, nazismo, socialismo, comunismo). Segundo, não há no mundo, nem há hipóteses de isso vir a acontecer, qualquer ditadura fascista no poder. Já ditaduras socialistas há várias. Então porque é que fascista é insultuoso e socialista ou comunista, não? São todas formas nojentas de despotismo. Só que umas só existem nos manuais de história e outras obrigam milhares de milhões de pessoas a viver, hoje em dia, sem direitos humanos indispensáveis. Mais uma vez o ruído a deturpar a realidade.

Por isso quando nos apercebemos que vai haver um controle governamental sobre o “discurso de ódio” nas redes sociais, é fácil antever quais serão os critérios e quais serão os objectivos. Desde logo o princípio da coisa: limitam-se direitos para evitar que eventualmente outros nos venham a limitar direitos. Ou seja, evita-se algo fazendo exactamente o mesmo que se pretende evitar. Qual é a diferença para além de uma ser factual e actual e a outra ser eventual e improvável? Os autores da restrição. Se não tivessem lido a notícia, aposto que, sem mais informação, conseguiam determinar a origem ideológica desta “brilhante” ideia. Mais uma vez o secundário a perverter o essencial.

Mas pior, vamos assistir (isto não é especulação, é uma conclusão simples e sustentada pela experiência) à promoção, defesa e disseminação do discurso de esquerda. Todas as tentativas de indignação, de escrutínio ou de contraditório mais veementes ou intensas, provenientes da direita ou do centro, serão, inexoravelmente, etiquetadas como “discurso de ódio” e silenciadas. Apesar do essencial nos dizer que o verdadeiro ódio (pelas pessoas) está no discurso que se vai proteger porquanto tem por objectivo, a imposição de um sistema que leva, inevitavelmente, à extrema infelicidade.

Pelo menos, e para aqueles que, ainda, têm pachorra para ler o que escrevo, terá algo de positivo: vou ser considerado, finalmente, odioso.

Comments

  1. A.Silva says:

    Parece que o Aventar tem agora como comentador uma besta bolsonariana.

    Foda-se, este Osório fede a facho.

  2. Rui Naldinho says:

    Citações de um PERIGOSO ESQUERDISTA, nascido em 1934 e falecido em 1980.

    A SOLUÇÃO É O SOCIALISMO DEMOCRÁTICO.
    A solução final é o socialismo democrático não dogmático, isto é, o estabelecimento de uma sociedade sem distinção de classes com igualdade de oportunidades em que haja efectivamente democracia económica, social e cultural assente na democracia política.
    14-05-1976, (Parte II – Depoimento ao Jornal de Notícias)

    OS TRABALHADORES COMO BASE DE UMA SOCIAL-DEMOCRACIA AVANÇADA.
    (…) Reforçar o poder dos trabalhadores, juntamente com a responsabilidade dos trabalhadores perante os problemas nacionais, parece-me ser uma perspectiva de social-democracia avançada.
    13-02-1976, (Parte I – Entrevista a O Jornal)

    A SOLIDARIEDADE DEVE DOMINAR O DESENVOLVIMENTO SOCIAL.
    A social-democracia pretende que a ideia de solidariedade domine todo o desenvolvimento social.
    18-11-1975, (Capítulo II – Entrevista ao Diário Popular)

    “Sectores como a saúde, educação e outros fazem parte das atribuições e são responsabilidade do sector público”
    Imprensa (1974)

    “O valor essencial da liberdade sem a igualdade torna-se aristocrático privilégio de uns quantos.”
    Assembleia Nacional (1971)

    “A paz engloba a justiça social”
    Imprensa (1973)

    “O que há é que impor uma disciplina de actuação do poder económico e dos investimentos, para que ele seja feito com proveito de todos nós e não apenas para os detentores desse poder.”
    Imprensa (1974)

    “Um socialismo que respeite a liberdade e a dignidade da pessoa humana e que seja, portanto, nesse aspecto, um socialismo perfeitamente consentâneo com o personalismo, parece-me indispensável no mundo de hoje”
    Imprensa (1974)

    “O Estado deverá garantir suficiente capacidade humana, técnica e financeira para poder intervir como investidor, realizando projectos de grande dimensão em sectores estratégicos da actividade económica nacional”
    Imprensa (1974)

    “É indispensável conciliar o liberalismo político com o intervencionismo social e económico”.
    Imprensa (1973)

    “É indispensável que o poder de compra seja também defendido pela redução dos impostos”
    Comício (1979)

    “O socialismo democrático, na Europa, enraíza na ética cristã, no humanismo e na filosofia clássica”
    Imprensa (1974)

    “Qualquer Estado moderno é inevitavelmente um Estado social, pois a nenhum poder politicamente organizado é hoje possível deixar de conformar-se com as realidade sociais e tomar a seu cargo a satisfação das necessidades colectivas”
    Imprensa (1971)

    “Interessa que não haja elitismo nem classismo de qualquer espécie no ensino não estatal. Nesse sentido a actividade fiscalizadora do sector público terá de ser cuidadosa”
    Imprensa (1974)

    “Em política, o que parece é”

    Escrevo eu:

    A maior parte destas citações estão na página da Internet do Instituto Sá Carneiro. Quem as ler, não vai acreditar que este político alguma vez se identificaria com o PSD dos dias de hoje. Dir-me-ão que o Homem como ser racional, evolui. Sim, no mundo há gente que evolui, mas não necessariamente no bom sentido da palavra. No plano intelectual, ninguém de forma honesta e séria, deita fora os valores pela qual sempre se pautou na juventude, na luta política, no caso de Sá Carneiro, no 25 de Abril de 1974, tinha já 40 anos de idade. Assim sendo, não foi a Social Democracia que Sá Carneiro preconizava que mudou. Mudaram sim os personagens no PSD. Mudaram sim, os valores. A ética.
    Um exemplo:
    O que são hoje os TSD?
    Um Fantasma!
    E depois?
    Depois temos aquelas estirpes humanas, proliferam na politica como ratos no esgoto, do tipo Durão Barroso, Vital Moreira, José Sócrates, Fernando Nogueira, Armando Vara, Daniel Bessa, que foram mudando de opinião sempre em função da sua agenda e interesses económicos. Gente que me repugna.

  3. cof cof cof says:

  4. Tal & Qual says:

    Se estás convencido que vou ler o teu pasquim, tira o cavalinho da chuva…
    Tive um professor de português que dizia:
    Se não és capaz de expor uma ideia em 9 linhas…LIXO!
    E olha que era um facho como tu!

  5. Fernando says:

    Os salazaristas bem se esforçam em convencer os incautos das virtudes da sua “democracia”…


  6. A esquerda é, no essencial, fundada no ódio: ódio a quem tem propriedade,
    Porque tudo vai dar na propriedade, e não pode falar-se em socialismo ou em capitalismo sem definir o elemento essencial que os separa, a propriedade.
    É ainda sobre a propriedade que se definem direitos de transmissão, o que nos conduz à noção de família e do seu papel na sociedade.

    Não me venham com a treta do socialismo democrático, como uma qualquer invenção milagrosa: socialismo só há um, e impõe a não propriedade de meios de produção.
    Os canhestros que escolhem colocar deveres cívicos e a solidariedade comunitária debaixo da bandeira do socialismo têm duas características fundamentais:
    – são vigaristas, que preservando a propriedade, simulam combatê-la com rótulos que lhes permitem, alcançado o poder político, condicionar a propriedade alheia e acrescer a própria.
    – são cobardes, que se dispensam de negar os princípios do socialismo, simulando que estes podem ser instrumentos democráticos, numa farsa que sempre lhes faculta mobilizar a inveja e o ódio à propriedade como instrumento político.

    O corretês é o linguajar desse socialismo ‘democrático’.

    • Paulo Marques says:

      Agora explica lá como é que à direito à propriedade com “desemprego estruturar” e trabalho cada vez mais precário e com salários cada vez mais baixos e tudo é a crédito ou de acesso apenas enquanto se paga suaves mensalidades para acesso (Netflix, Spotify,…).

    • Albino manuel says:

      JgMenos

      Explorador de velhas beatas. A sacar-lhes a broa com a promessa do céu dos passarinhos.

    • Fernando says:

      A choradeira do facho é a riso do esquerdalhado que o facho odeia!

    • Rui Santos says:

      Este perfil é uma ETAR entupida. Reservatório de ódios e ressabiamentos que cabem na psicopatia. Recomenda-se o tratamento clínico adequado.

  7. Rui Naldinho says:

    Cobardes são aqueles que se escondem atrás de um perfil falso ou de um nick Menos, em vez de dar a cara por aquilo que defendem. Isso sim, chamam-se cobardolas. Têm medo que lhe descubram a careca.


    • O treteiro Naldinho sente-se infeliz pela falta do argumento de soalheiro, ‘por que ele até fez…porque até tem…’.
      Tadinho!

  8. Filipe Bastos says:

    “A esquerda é, no essencial, fundada no ódio: ódio a quem tem propriedade…”

    Acha, JgMenos? E a direita? Na ganância, no egoísmo, na exploração dos outros, no proprietarianism selvagem e dog-eat-dog que privilegia uma ínfima minoria? É isso melhor, ou menos mau, que o tal ódio da esquerda?

    Viu aquele filme espanhol no Netflix, “A Plataforma”? É essa a ideologia que v. defende?

    Algo que nenhum direitalha entende: o problema não é a iniciativa privada nem a propriedade; é o excesso. É a ganância, o exagero, a desigualdade. É aquela locução adverbial cujo significado a direita desconhece: DE MAIS.

    Quem decide o que é de mais, já o ouço perguntar. Não, não é preciso nenhum comité central. Basta saber a média: o salário médio, a riqueza média, a propriedade média do país.

    Alguns até podem ter duas, cinco, dez vezes mais que a média. Mas não cem, mil, dez mil vezes mais. Percebe agora?


    • O que diz o Bastos é um dos princípios estruturantes da esquerda: seja a média má ou medíocre, mantém-te a curta distância sob pena de seres odiado. A média define o Bem.
      Podem dar-lhes impostos progressivos a ultrapassar o 50%, o distanciamento da média é crime cívico sem remissão.

      Chamam-lhe a ganância dos outros quando se fala da inveja deles.

      • Paulo Marques says:

        Ninguém acredita na treta de quem mais tem mais impostos paga, toda a gente sabe que gentinha como tu garante que não é assim.

    • Filipe Bastos says:

      Aprenda, JgMenos: inveja é querer o que o outro tem, sobretudo sem o merecer. Atenuar a desigualdade, limitar a riqueza não é inveja. Esse extra a mais não é para mim nem para si; é para todos. É ser justo, razoável, equitativo. Ninguém precisa ou merece ter tanto a mais.

      Todos dependemos uns dos outros. Eu criei empresas e emprego pessoas. Não lhes faço favor algum: preciso do trabalho delas. Elas criam valor. É apenas justo que divida esse valor com elas; e que as ouça nas decisões relevantes.

      E não só justo: é melhor assim. Nunca a sociedade ocidental evoluiu tanto e tão depressa como no pós-guerra, com impostos de 90% ou mais. Sim, até a canalha americana.

      ‘Inveja’ é o que os mamões, ou lacaios de mamões como o JgMenos, chamam a justa indignação. Até macacos têm um sentido básico de equidade. Só os direitalhas fingem não ter.


      • A sua espécie sempre vê a riqueza dos outros repartida, e iludem a inveja dizendo que também é para os outros tadinhos.
        O princípio é o da tirania esquardalha: ninguém pode acumular senão para distribuir, excepto hipotéticamente o Estado que poderia acumular para investir, o que se demonstra que sempre faz com base em dívida, porque tudo é pouco para comprar votos.
        O princípio de tornar impossível ou improvável o investimento privado é o verdadeiro socialismo, e é democrático quando a maioria quer mamar toda a receita do Estado e vota pela sua distribuição antes que seja investido.

        E vivem nesta ilusão de que são justiceiros quando são idiotas.
        E dizem-se ecologistas quando não passam de consumidores vorazes, que eventualmente separam o lixo que produzem.
        E dizem-se generosos quando sempre pensam em distribuir o que outros souberam ganhar e não consumir.
        E dizem-se progressistas, quando medem o progresso pelo aumento do poder do Estado.
        E dizem defender a liberdade quando querem um Estado predador e regulamentador de cada passo na vida.

        E para descanso dos bestuntos dizem-se de Abril, que entre uma quartelada e uma bandalheira soviético -squerdalha, só nos deixou esta resiliente idiotia de consensos e transigências sem valores claros.

        .

        • POIS! says:

          Atenção pois malta!

          JgMenos queixa-se que não o deixam investir. Proponho, portanto, que, ainda que transitoriamente, não se acabe com as touradas. Há que ser realista e dar uma oportunidade ou passamos toda a vida a ouvir lamentações.

        • Paulo Marques says:

          Claro que não deixam investir, empregar à jorna não chega, subsídios a fundo perdido não chega, trabalhadores pagos pelo estado não chega, destruir o país para estar no mercado único e no euro não chega, desregular não chega, nunca nada chega para a merda dos rentistas. Se calhar está na altura dos incompetentes saírem do caminho e deixarem o investimento para quem tem mais que a quarta classe.


          • Notável exercício de acumular idiotices em pouco espaço.
            Parabéns!

          • POIS! says:

            Pois é, Mr. JgMenos.

            Na sequência do arguto aventadeiro Carlos Garcês Osório “se só vês idiotices á tua volta talvez tenhas a cabeça cheia delas”.

            Pode V. Exa. aproveitar para uma t-shirt com a sua figura escarrapachada. Seria um investimento com retorno assegurado..

          • Paulo Marques says:

            Então diga lá, senhor excelentíssimo doutor contabilista, que entraves é que há que não foram determinados por oligopólios já existentes?
            E se falar da dificuldade de desempregar, no ano 20 da Eurolândia, só se for para rir.

  9. João Garcez Osório says:

    Uma diarreia diluviana que transpira impotência intelectual e ódio. Acabas num hospital psiquiátrico a dar murrinhos no socialismo e a limpar o esfíncter lasso aos teus lençóis de inanidades.

  10. Rui Santos says:

    O Aventar está distraído, pois está a dar tempo de antena para o cronista da treta.

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