E o Rui deixou de ser o pior Rio

Isto é tão mau, tão, tão mau que nem sei bem por onde começar. Como sempre, a esquerda a alterar a realidade para alimentar um mundo virtual onde imaginam ter uma pontinha de razão para as suas ideias sobreviverem. E a petulância, Deus Meu? Uma petulância tão insultuosa, tão patética, tão trafulha que, caso fosse necessário, bastava para definir esta senhora.

Vamos começar pela colossal mentira do pretenso “argumento”. Obviamente que desde que surgiu o cargo de “presidente”, também existiram Mulheres presidentes. Infeliz e provavelmente, não em funções relevantes e determinantes, mas nem que não fosse como presidente do clube do livro do bairro. Basta consultar a Wikipedia para perceber que a “função” já existia há algum tempo. Por exemplo a propósito da constituição da Federação Socialista do Sexo Feminino (?) , em 17 de junho de 1897, repito, em 1897, pode ler-se a seguinte notícia: “Eram 4 horas e 20 minutos da tarde quando começou a sessão solene, que foi aberta pela Srª Margarida Marques, PRESIDENTE da seção feminina do Grémio, tendo por secretárias as senhoras Maria da Piedade e Filomena do Carmo”.

Quanto às regras da Língua Portuguesa, cito a resposta do professor António Emiliano, do departamento de Linguística da Universidade Nova de Lisboa que não tem a menor dúvida: “””Presidenta” não é português”. Dado que “presidente” é um substantivo de terminação invariável, comum aos dois géneros, quando queremos precisar se o presidente em causa é um homem ou uma mulher devemos recorrer ao artigo (o/a), esclarece o linguista, ou a um outro qualquer determinante (aquele/aquela; esse/essa)”.

E depois a questão da lata. A infinita lata. Já sei que vou ser apelidado de xenófobo o que nada tem a ver, até porque a senhora, tanto quanto sei, também tem nacionalidade portuguesa. Mas, definitivamente a língua Portuguesa não é a sua língua materna. Para melhor compreenderem, imaginem-me a “arrotar postas de pescada” sobre “nóvos palabros” em castelhano. Espanhol que se prezasse, era gajo para ficar ofendido, mas enfim…

E há, ainda, a soberba. A descomunal soberba. Sem fundamento. Sem razão. Excepto a ausência de carácter e erudição que determina o pedantismo e a prepotência.
Néscio? Néscio???? Néscia, não era a tua Tia. És mesmo tu.

Comments

  1. Fica bem. says:

    O meu amigo tem que inserir a palavra vergonha nos seus postitos. Fica bem.


  2. É o género, palerma! o sexo já não se usa!

  3. Filipe Bastos says:

    Está a ver, POIS? Nem só homens são chulecos: eis a D. Pilar del Rio, uma chuleca de primeira.

    Uma tachista da coltura. Uma parasita xuxa. Uma viúva mamadora. Um bom exemplo da parolice e da subserviência nacional a qualquer fura-vidas com lábia e peneiras q.b..

    O Osório implica com ela por ser de ‘esquerda’ e pela treta da ‘presidenta’. Concordo em parte; mas isto não é esquerda. É só a pseudo-esquerda do PS. Chula, pulha e sucateira.

  4. Paulo Marques says:

    Como se sabe, a língua portuguesa não evolve, é comum a todos os países lusófonos e idêntica dentro destes, e gente séria não brinca com as palavras por motivos políticos.
    Bem, mas voltando ao início, a “petulância” é que as gajas só podem falar se o marido deixar, como dizem os bons costumes.

  5. Rui Santos says:

    Mais chato, enjoativo e desinteressante que esta lenga-lenga do Osorio é ver, em câmara lenta, os 100 barreiras das caracoletas do Burkina Faso.

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