Há 52 anos, em Praga, Jan Zajíc queimou o seu próprio corpo em protesto contra o comunismo. Não pode haver contemplações com um ideologia criminosa. Jan Zajíc é um herói.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Há 52 anos, em Praga, Jan Zajíc queimou o seu próprio corpo em protesto contra o comunismo. Não pode haver contemplações com um ideologia criminosa. Jan Zajíc é um herói.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Fico à espera de um post teu quando se comemorarem os anos em que milhares de budistas no Vietnham, queimaram o seu próprio corpo em protesto contra a tua ideologia. E olha que foram muitos e não apenas um.
Mas tu pensarás decerto: eram amarelos feitos com os comunas do norte, que se lixem.
Pois, é assim a hipocrisia liberoide
Em 28 de Maio de 1975, 432 militantes e simpatizantes do MRPP
presos sem culpa formada pelo COPCON, onde houve espancamentos e a resposta foi greves da fome, e realizadas miniestações de apoio para libertação dos presos políticos.,,,
Pois, foi assim a hipocrisia dos partidos e de alguns ditos democratas
Concordo em absoluto com o Francisco Figueiredo: COMUNISMO NUNCA MAIS!
qual comunismo. eu nunca vi nenhum país comunistas, houve isso sim, fascistas e ditadores como o Salazar/ Marcelo (não este o o padrinho) e mais recente o neofascista Ventura… Fascismo nunca mais!
China é uma ditadura fascista! Cuba idem! A Coreia do Norte é duplamente fascista!
Outro idiota!
Nunca mais?!
Mas já existiu?
Não existiu em Portugal, mas o fascismo existiu. E é isso que os “Figueiredos” querem esconder.
Havia umas comunas na Catalunha, Paris, e Rússia, e uns esboços pelos lados do Chile, mas era uma chatice e teve que se aniquilar tudo.
Bom, avisa aí os camaradas que é para não vender mais monopólios à China “comunista”, sff.
Pois faça-se uma correçãozinha e um acrescentozinho.
O protesto não foi contra “o comunismo”. Foi contra a invasão das tropas do Pacto de Varsóvia.
Três anos antes tropas americanas e de amigalhaços da OEA invadiram a República Dominicana. E houve combates. Pela mesma ordem de ideias, quem resistiu protestou contra o liberalismo.
Não pode haver contemplação contra criminosos que tratam outros países soberanos como coutada sua.
Liberalismo nunca mais!
Ou, noutra versão, especialmente dedicada ao Doutor Cotrim:
“Liberalismo. Mais? Nunca!”.
Nem comunismo nem fascismo e olhe que andam por aí.
Pois tem V. Exa. toda a razão.
Ainda ontem os vi. O fascismo está gordinho, o que não admira, tem andado pelos jantares do “chega”. Noutro dia em Braga o apetite era tal que até tentou devorar dois jornalistas à sobremesa. Como foi impedido, pôs-se a arrotar calhaus. Um javardo!
Já o comunismo está um pouco abatido, mas anda animadito. Já está habituado, são quase 100 anos de controle de calorias. Já o tentaram enterrar umas dezenas de vezes, mas o jazigo, surpreendentemente, continua vazio.
Se o fascismo precisar dele para uns venturosos amigalhaços, é só dizer, há lá muito espaço.
Já enterraram algum, às vezes liquidado pelo própria comuna. Mas ainda resistem… Oh se resistem! Avante, camarada, avante!
Pois tá bem!
Aconteceu com V. Exa.? Foi? Lamento sinceramente.
Vá, continue a cantar, pode ser que alguém a ouça. Se não estiver muito fundo talvez tenha sorte.