Fome de vencer

Hoje, ri-me imenso quando recebi o troco das compras.

Não foi porque causa das moedas, ou de algum erro na conta.

Foi por causa desta oferta, entregue por entre talões:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Realmente, a fome foi muita.

Comments

  1. Filipe Bastos says:

    Quando os nossos broncos futeboleiros são eliminados por outros broncos futeboleiros, neste caso os belgas, além da Schadenfreude há três vantagens imediatas:
    — o fim da constante distracção da carneirada;
    — o fim da ridícula identificação da ‘pátria’ com a bola;
    — o fim da publicidade dos mamões, sempre ansiosos por impingir as suas trampas à pala da ‘ambição’ e do ‘patriotismo’.

    Nunca falha: Continente, PT/MEO/Altice, Sagres, Galp, EDP, todos a torrar milhões em agências de publicidade – outros chulões sobrepagos – para se associarem aos chulões futeboleiros e às suas antecipadas vitórias. ‘Fome de vencer’, dizem eles.

    E não é que os carneiros, patetas e otários, papam as patranhas?

    É vê-los em casa e nos cafés de bandeirinha na mão, ou na janela como mandava o chulão Scolari, a festejar vitórias e a chorar derrotas que não são deles, a aplaudir broncos que mamam mais numa semana do que eles recebem numa vida de trabalho, a consumir tudo que os DDT lhes mandam.

    Obrigado, Bélgica. Só foi pena não terem levado mais.

    • João Soares says:

      O Américo Amorim o Pedro Queiroz Pereira e o Belmiro de Azevedo ,reuniram esta tarde no sumptuoso offshore celeste ,para deliberar sobre o castigo a aplicar-te por este desplante difamatório. Põe-te a pau Filipe !!!

      • Paulo Marques says:

        Qual quê, estão assustadíssimos agora que o povo começou a cantar a Grândola a caminho do trabalho enquanto culpam os ciganos pela derrota.


    • Porreiro, pah

Trackbacks


  1. […] A fome podia ser muita, mas os acentos lá se safaram. Exactamente. Efectivamente. […]

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