A fome podia ser muita, mas os acentos lá se safaram. Exactamente. Efectivamente.

Foto: Francisco Miguel Valada (28/06/2021)
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
A fome podia ser muita, mas os acentos lá se safaram. Exactamente. Efectivamente.

Foto: Francisco Miguel Valada (28/06/2021)
Hoje, ri-me imenso quando recebi o troco das compras.
Não foi porque causa das moedas, ou de algum erro na conta.
Foi por causa desta oferta, entregue por entre talões:
O grande problema da equipa do Sporting é a defesa, e na defesa a sua baixa estatura. Então não é que aqueles crâneos foram comprar o defesa de mais baixa estatura que joga no campeonato?
Ontem, mais uma vez, lá tivemos um daqueles golos quase rídiculos, um canto que ninguem consegue afastar, incluindo o guarda-redes que sofre falta, e a bola a bater na perna do adversário e a entrar.
Doze golos em em quatro jogos, mostra bem, o que só um cego é que não vê, que nenhum defesa é um bom jogador, são todos maus, ou pelo menos nenhum tem classe para jogar num clube com pretensões. A equipa tem um bom meio campo como se viu ontem, mas o melhor do filme está agora a perceber-se com a troca do Ismayelov pelo Pongolle que nem sequer remata quanto mais fazer golos…
Os Sportinguistas ainda não viram que o clube compra o que os outros têm em saldo? Isto é como um gajo entrar numa loja para comprar um sobretudo que precisa e sai de lá com seis camisas que a balconista, o convenceu a comprar…
A magnifica investigação da SIC sobre as compras do Estado de armamento militar, ultrapassa tudo o que podia pensar. Milhões de euros ao desbarato, sem controlo, como se nada acontecesse, sem responsáveis, atravessando diversos governos.
O total aproxima-se dos 4.000 milhões de euros de contrapartidas, cuja taxa de realização não atinge os 30%, o que quer dizer que o Estado está a ver "submarinos" na ordem dos 2.400 milhões de euros. Submarinos, helicópteros e outras coisas menos visíveis…
As empresas portuguesas foram chamadas a envolverem-se nas negociaçõs, mas logo que a compra se tornou efectiva, foram pura e simplesmente ignoradas. O presidente da Autosil, diz que não facturou um tostão furado e o mesmo diz Henrique Neto da Iberomoldes, que até gastou dinheiro em viagens de negócios. Zero!!!!
Entretanto, há uma comissão ( o que é que havia de ser?) cujo presidente é um diplomata, que sabe tanto de material militar como eu sei de lagares de azeite, mais uns quantos vogais, que à sua conta, só em vencimentos, levam o orçamento todo da comissão que, obviamente, não controla nem fiscaliza nada.
Para que este saboroso caso seja completo, temos uma empresa do Grupo Espírito Santo, a ESCOM, a quem o Estado delegou a responsabilidade de intermediar o negócio, e que após os contratos assinados nunca mais se interessou pelo seu cumprimento. O mesmo Espírito Santo que se senta ao lado dos representantes do Estado na PT, e em outras empresas muito nossas e todas a favor do povo.
Claro que é o Estado que tem que tratar dos seus interesses e não quem anda na vida a ganhar dinheiro, isto é como dar o código ao assaltante do cofre forte. Ultrapassa tudo, é uma vergonha, a ponto de Henrique Neto dizer que a Ibermoldes foi contactada diversas vezes, pelas empresas vendedoras, a "fazer de conta" que tinha facturado muito, utilizando facturas de outros negócios, para assim darem as contrapartidas como realizadas.
O Estado está nas mãos de um gang de malfeitores!

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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