A lógica é uma batata e a batata é o Chega

Se não existissem judeus, nunca teria havido Holocausto.

Se não existisse África, Ásia e América Latina, nunca teria havido colonialismo.

Se não existissem mulheres, nunca haveria machismo. 

Tradução: “Uuuuu aaaaaaa uuuuuuuuu a a a a, uuuuuuuuuuuuu aaaaaa a a a u u u”

Comments

  1. JgMenos says:

    Explica lá ó Malo como deveriam funcionar os teus inalienáveis direitos a procurar um parceiro sexual.
    Só procuras os homo, ou um hetero também te vai bem?
    Para total esclarecimento, começa em adolescente, depois pelos vinte e trinta anos.

    Óbviamente o cenário é haver mato de livre acesso pelo teu fogo.

    PS: em vez de invectivares os ignorantes das coisas homo, diz-nos como deveria funcionar o mundo para satisfação dos homo como tu.
    Se tiveres tempo e competência, percorre esse universo LGBTQ+, que só com isso do orgulho parece parvo de todo.

    • João L Maio says:

      Pronto, mais um que come pepinos por baixo da mesa.

      • Rui Naldinho says:

        «Pronto, mais um que come pepinos por baixo da mesa»

        Cheira-me que se houver quatro pares de pernas por baixo da mesa, o Menos é bem capaz de fazer uma rodada.

        • João L Maio says:

          De pernas, mas quase só com osso. Diz que os de porte pequeno como o Menos se deliciam.

        • JgMenos says:

          A javardice é o que delicia estes merdas.

          • POIS! says:

            Pois não admira!

            Que uma resplandecente felicidade inunde a modesta alma de JgMenos.

            Acorda pela manhã, olha á sua volta e, sem exceção, confessa-se deliciado!

          • João L Maio says:

            Tens razão, ó “pepinante” Menos, a sua javardice deleita-nos.

            É a javardice, a ignorância, o ódio típico dos fascistas… entretém-nos!

    • Paulo Marques says:

      Pá, tens medo de cair em cima de um pénis com o rabo, é isso?

    • POIS! says:

      Pois estamos todos estarrecidos. Não há palavras.

      A todos assombra a tamanha profundidade de pensamento desse grande intelectual, desse eminente filósofo que é JgMenos, profundidade essa, reiteramos, só ultrapassável, fortuitamente, pela do Canhão da Nazaré e, mesmo assim, só na maré alta.

      A subtil ironia, o fino trato, o assertivo tom crítico, revelador de uma insigne abertura ao contraditório e de uma incomparável tolerância pelas diversas formas de estar, tudo conflui nessa personalidade inigualável, desse eminente vulto que é JgMenos.

      Não é motivo de espanto, já que é produto de uma esmerada educação forjada no convívio com os Maiores do nosso tempo, nos nossos mais prestigiados salões, todos com boas áreas e WC privativo.

      Impõe-se desde já, para que esta inigualável peça de comentário seja colocada á fruição do nosso povo, que seja objeto de tradução para português.

      É todo um povo que o exige! A Humanidade agradece!

  2. Lu...lu...Luxemburgo como diz a Joaquina says:

    O Maio atraca de popa e abafa a palhinha LOL

    • João L Maio says:

      Que prosa tão elaborada para acabar a dizer merda.

      • POIS! says:

        Não seja injusto, ó Maio!

        Este comentário foi produto de um esforço hercúleo. Foi preciso juntar o neurónio do lado direito do cérebro do “Joaquina” ao do lado esquerdo!

        Ouvi até dizer que o tipo está internado, para recuperação de tamanho esgotamento.

      • Lu...lu...Luxemburgo como diz a Joaquina says:

        É o POIS que anda a comer o Maio ? Parece

        • João L Maio says:

          A mim, o que me parece, é que ninguém o anda a comer a si.

          Virá daí o seu desalento?

          • Lu...lu...Luxemburgo como diz a Joaquina says:

            Diz o POIS para Maio

            Mamaio

            Responde o Maio

            Agosto

        • João L Maio says:

          Cá está; realmente, ninguém o anda a comer.

          Chegou a tal ponto que até já fantasia com hipotéticas mamas entre homens. Isso está grave, ó Luxemburguês. Para um suposto homofóbico estás muito excitado com essas imagens… não te reprimas, pá, mama também.

        • POIS! says:

          Pois, agora, ó Sr. Joaquina:

          Agora é que deu cabo do resto!

          O esforço dispendido já lhe fez estragos. Faleceu mais um neurónio!

          Já só lhe restam dois, e um deles está bastante coxo!

        • POIS! says:

          Pois, “parece”?

          Nem tudo o que parece é.

          Estamos a falar de pessoas, isto não é o da Joaquina e do seu bobi!

          Gostos não se discutem, mas é melhor manter essa relação com o bobi em segredo, ó Joaquina. A coisa já está a dar estrilho. O PAN e a Ordem dos Veterinários já estão em campo. Tenha cuidado!

    • POIS! says:

      Pois tá bem!

      O menino já mandou poia, já pode ir mudar a fralda e ir para a caminha, que o bobbi já lá está à sua espera.

      Despache-se que o bichinho está a ganir à espera das suas carícias.

    • Paulo Marques says:

      Cada um sabe das suas fantasias e sonhos. Ao menos o camarada é criativo.

  3. POIS! says:

    Pois, a avliar pela pinta…

    O Venturoso diz que não gosta de rotundas, mas vai ter de construir, pelo Menos, uma.

    No pescoço, que é onde irão desaguar as duas autoestradas, a que vem da direita e a da esquerda.

    Vai ser preciso regular o trânsito da piolhada.

  4. luis barreiro says:

    Se não existisse alimentos no socialismo ninguém passava fome, se não existisse guardas armados ninguém morria a fugir do socialismo para o demoníaco capitalismo.

    • POIS! says:

      Pois, mas…

      Como esse tal “socialismo” existe cada vez menos, a malta entretém-se a fugir de uns “capitalismos” para outros.

      É para combater o tédio, certamente. Para dar mais “salero” à vida, e tal.

    • João L Maio says:

      Não viesse um reaccionário puxar da já habitual “a parede branca é verde” e isto não seria Aventar.

    • Paulo Marques says:

      Se não existisse mercado, não havia desemprego.
      Ah, espera, esta é verdade.

  5. JgMenos says:

    Tão foleiros…
    O orgulho gay logo os mobiliza pelo seu simbolismo de impôr anormalidades à manada dos normais.
    Estes bardamerdas, na sua imbecilidade, julgam-se pastores, senhores de poder e mando, e não passam de ralé em bicos de pés, a querem ser gente.

    • POIS! says:

      Pois aqui vai, com dedicatória ao Menos, com votos de muito obrigado.

      Tão chungas…
      A machonice javarda logo os mobiliza pelo seu simbolismo de impôr anormalidades à manada dos normais.
      Estes bardamerdas, na sua imbecilidade, julgam-se pastores, senhores de poder e mando, e não passam de ralé em bicos de pés, a querem ser gente.

    • João L Maio says:

      Ó Menos, pareces a bicha homofóbica. Que é como quem também diz, o Cláudio Ramos.

      Vê lá se não és tu: https://youtu.be/WKfvfxvv3sE

    • João L Maio says:

      Ó Menos, também não é preciso espumar, olha que com a tua idade isso faz-te mal. Vê lá essa saúde, porque já é péssimo teres disfunção eréctil, não precisas de andar frustrado… a vida é mais cenas!

  6. estevesayres says:

    Parabéns Pedro Pichardo…
    Uma resposta para todos neofascistas do “Chega” e seus correligionários..

    • luis barreiro says:

      ninguém do chega disse algo apenas tu inventas, quem disse algo foi a extrema esquerda, mas já reparei que és +porco.

      • POIS! says:

        Pois aqui temos…

        Uma admirável prosa!

        Para que os portugueses possam partilhar a sua notável profundidade, deveria também ser urgentemente traduzida.

        Para português. O povo agradece!

      • estevesayres says:

        Ficamos a saber tb és neofascista… não estou haver quem é essa extrema-esquerda…

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