Decadência

Ao ter conhecimento do “apego a um qualquer animal de estimação, típico das sociedades decadentes“, do bispo Linda, lembrei-me disto, lido há cerca de 33 anos:

— Não posso dispensar-me aqui duma psicologia da «fé» e dos «crentes» em benefício dos próprios «crentes».  Se, ainda hoje, alguns deles (crentes) ignoram até que ponto é indecente ser «crente»—ou então quanto isso é sinónimo de decadência, de vontade de vida quebrada—, já amanhã o saberão.
—Nietzsche

No original, lido cerca de treze anos depois:

— Ich erlasse mir an dieser Stelle eine Psychologie des „Glaubens“, der „Gläubigen“ nicht, zum Nutzen, wie billig, gerade der „Gläubigen“. Wenn es heute noch an solchen nicht fehlt, die es nicht wissen, inwiefern es unanständig ist, „gläubig“ zu sein — oder ein Abzeichen von décadence, von gebrochnem Willen zum Leben —, morgen schon werden sie es wissen.
—Nietzsche

Nótula: Felizmente, estou durante uns dias na casa da aldeia, onde guardo estas preciosidades (a segunda edição, de 1988). Já agora, o amigo que me apresentou ao Frederico Guilherme e o próprio Frederico Guilherme fazem anos amanhã, 15 de Outubro. Ainda bem que há coincidências.

Comments

  1. Paulo Marques says:

    Para mim indecente é meterem-se na vida dos outros, mas isso sou eu.

  2. JgMenos says:

    O anticristo
    Editorial Presença 1-º edição 1970

    • POIS! says:

      Ora pois!

      Foi proibido pela censura salararesco-marcelesca!

      A última proibição/apreensão data, ao que parece, de 1973…

      A razão? Ao que parece, poderia ofuscar a verdadeira literatura patriótica nacional-salazaresca personificada por essas duas enormes escriteiras de nomes Odete de Saint-Maurice e Corín Tellado.

    • JgMenos says:

      Logo a cambada fica toda assanhada a inventar censuras… cretinos!

      • POIS! says:

        Pois, o quê?

        Vosselência assanhou-se todo e inventou uma censura? Não se notou nada, mas adiante!

        Pode ver aqui:

        https://bibliblogue.files.wordpress.com/2012/04/200412livrosproibidos33_74.pdf

        Os livros proibidos estão por ordem alfabética. Caso Vosselência não esteja familiarizado começa por números, e depois A, depois vem o B, a seguir o C e assim se sucedendo sucessivamente.

        No caso de, mesmo assim, andar desorientado, é a trigésima primeira obra lá mencionada.

        Devolva-se à procedência:

        Cretino!

      • JgMenos says:

        Da matilha, que para suporte da mediocridade do presente nada mais faz que obscurecer o passado, tudo é de esperar.
        Tenho esse livro e não o comprei na candonga.

        • POIS! says:

          Pois tem, não duvido! E que lhe faça bom proveito!

          Que mansinho! Rabinho entre as pernas, a fugir à seringazinha com toda a força…

          Citando Vosselência:

          “Da matilha, que para suporte da mediocridade do presente nada mais faz que obscurecer o passado, tudo é de esperar”.

          Mas que bela autocrítica! Realmente, de Vosselência outra coisa não seria de esperar!

          E foi proibido, ou foi invenção? Quem é que quer “obscurecer o passado”?

          Devolve-se mais uma vez:

          Cretino!

  3. Joana Quelhas says:

    Ora vejamos :
    Primeira preposição(Igreja): a substituição dos laços entre pais e filhos pelo apego a animais é típico das sociedades decadentes”

    Segunda preposição(PAN): os laços de amizade que unem o ser humano aos animais nada têm de decadente .

    Confuso ? sim, trata-se de um sofisma.

    Esta malta usa a “estimulação contraditória” para fazer inculcar ideias erradas na mente das pessoas. Pura técnica de Lavagem Cerebral ( Ver Pavlov, Festinger etc)
    Depois vem este Valada o “Culto” cá do sítio (ver a definição de culto de Dietrich Schwantz ), fazer a apologia desta salgalhada. E com quem ?
    Com Nietzsche, um dos filósofos mais confusos e contraditórios de toda a filosofia ocidental. Tão confuso que morreu louco.

    E se fosse só esse o problema de Nietzsche …
    Nietzsche é o filosofo modelo de quem ? Dos amantes de totalitarismos (Heidegger, Hitler só para citar alguns) porque matou Deus .

    E qualquer partidário de Totalitarismo dos vários “flavors” não gosta de ter algo acima de si que defina uma moral diferente daquela da sua doutrina.
    Enfim, o Valada é admirador de Nietzsche. Porque o compreende ? Duvido. Então porque será ? Decadência ?

    Joana Quelhas

    • POIS! says:

      Pois temos de reconhecer que a Quvellhass, deta vez tem carradas de razão!

      Alguém já ouviu falar de NEUROMO? Ai não?

      Pois é o detergente que o Festinger usava para as lavagens ao cérebro. Deixa a massa cinzenta a brilhar e limpa profundamente todas as nódoas causadas por pensamentos sombrios e .

      O tema foi, aliás, objeto de um recente congresso onde se escalpelizaram as teses de numerosos pensadores, tais como, Platão, Ovídio, Séneca, Santo Agostinho e Santa Agostinha, George Washington, Georgina Newyork, Georgeta Losangeles, Al Capone, Illona Staller e Joana Quelhas.

      Ficou conhecida a polémica entre a professora mexicana Cana Diana e o investigador francês Renard Trésfin. Quando subiu ao palco este último declarou com veemência que “Pertence a Nietzeche a descoberta dos princípios que orientam a vida sexual da lombriga”, ao que Cana Diana ripostou ironicamente: “Que absurdo! Na minha terra as abetardas comeram as cerejas todas”, no que foi muito aplaudida pelos presentes e pela maioria dos ausentes.

    • Paulo Marques says:

      Pode-se fazer pobre de espírito o quanto quiser, que os lugares comuns atirados à parede a ver se colam não chegam para a colocar no céu. Nem para receber festinhas.

    • JgMenos says:

      Recomendo-te Quelhas que leias Stefen Zweig sobre o Nietzsch; saberás que em vez de buscar ‘instalar-se’ sobre um qualquer sistema que construísse, buscou sempre a verdade ainda que o contradissesse. (confuso?).
      Busca solitária que o conduziu à loucura.
      O que oportunistas políticos possam extrair das ideias de filósofos, não faltam exemplos à direita e à esquerda (Hitler, Lenine, …).

      • Joana Quelhas says:

        Logo que tiver oportunidade lerei.
        Em relação a “…oportunistas políticos possam extrair das ideias de filósofos…” são as consequências das ideias, muitas vezes nem sequer imaginadas pelos seus autores.
        Para terminar nunca me convenceram aqueles que de repente fizeram tabua rasa sobre tudo o que é anterior ( além de Nietzsche , Wittgenstein bem mais recente é outro bom exemplo), como que “antes de mim todos idiotas”. Wittgenstein até de si mesmo fez de idiota quando “descobriu” que todo o que tinha pensado estava errado e refez novamente todo o seu trabalho filosófico.

        Joana Quelhas

        • JgMenos says:

          Direi que de filosofia sei nada, mas refazer é seguramente o que lhe compete.
          Nietzsche começou por ser filólogo e pelo uso da linguagem resulta complexo.
          A cena do ‘super-homem’ mais não é que o dever de cada um agir segundo as suas capacidades e não se deixar conduzir a igualar a mediocridade que doutrinaria ou maioritariamente lhe seja definida.
          Tenho isso por bem melhor propósito do que a patética cena do ‘homem-novo’.

          • POIS! says:

            Ora pois! Citando…

            “A cena do ‘super-homem’ mais não é que o dever de cada um agir segundo as suas capacidades e não se deixar conduzir a igualar a mediocridade que doutrinaria ou maioritariamente lhe seja definida”.

            Pois foi com medo desse convite à ação que, certamente, a censura salazaresca proibiu as suas obras.

            Nomeadamente “O Anticristo”. Como está aqui:

            https://bibliblogue.files.wordpress.com/2012/04/200412livrosproibidos33_74.pdf

            E aqui:

            http://eprints.rclis.org/9342/1/livros_proibidos.pdf

            Não é uma invenção, ao contrário do que um retinto salazaresco que, pelo Menos agora, não recordo, escreveu por aqui.

            Cretino!

          • Joana Quelhas says:

            Caro Jgmenos, o problema do super homem é q o Homem não é super .
            O homem na sua condicao insegura originada por não saber de onde vem, não saber onde está e não saber para onde vai pode ser tudo menos super. O homem deve aceitar com humildade a sua condicão e buscar sempre a Verdade. Quando o Homem assume que é super acha-se no direito “divino” de interferir em coisas q não conhece . Esse sentimento de Übermann leva a desvios na sua conduta q nao tem sido bonitos de ser ver, como e sec. passado muito bem demonstrou.
            Compreendo no entanto e q diz, o homem nao nasce para se deixar conduzir, mas para isso nao acontecer nao precisa de ser um Super Homem. Basta ter humildade intelectual para não querer impor aos outros a sua visão de mundo.

            Joana Quelhas

          • JgMenos says:

            «O homem na sua condicao insegura originada por não saber de onde vem, não saber onde está e não saber para onde vai pode ser tudo menos super.»
            Quem estiver nessa exacta condição, estou certo que será ou um idiota ou requer assistência médica.
            E não se deixe impressionar pelas palavras mas pelo que com elas se quer significar.

      • Paulo Marques says:

        Mas há oportunistas políticos que sabem ler? Isso era dantes, agora é atirar com pedofilia para todo o lado menos onde ela ocorre, e ser contra a corrupção sem querer mostrar o financiamento.
        Deve ser o tal de “não se deixar conduzir a igualar a mediocridade que doutrinaria ou maioritariamente lhe seja definida”, por isso é que se recusam a ler as palavras do seu próprio salvador. Isso é que é gente fina!

  4. Anonimo says:

    Decadentes estamos há umas centenas de anos, caso contrário os cabeludos bárbaros jamais teriam saqueado Roma. A partir daí foi sempre a descer.

    Cada um sabe da sua filosofia pessoal, por mim continuarei crente de que a relação entre um pai e seu filho nunca será comparável à de um humano com o seu animal de estimação.

    O bispo ou cardeal, que cuide do rebanho.

    • Paulo Marques says:

      O que vale é que Roma nunca foi decadente, e nunca foi nestas coisas de homosexualidade, drogas e bebida, orgias, queimar cristãos, não ligar a etnias, ter as contas certas, isso é que era gente séria e honrada.
      Claro que não é idêntica, como também não são todas as relações parentais. E daí? Não querer ter um filho em privação num mundo em auto-destruição ao qual se quer poupar também à incapacidade de atenção e amor também não pode ser um acto de amor?

      • Anonimo says:

        Por ser decadente foi saqueada pelos gadelhudos. Ou se lê, ou não se lê.

        “Claro que não é idêntica, ”

        Nem todos concordam, bem pelo contrário.

        O resto naosei como responde ao que escrevi, mas obrigado pela homilia. Não gosto de dar (cada um sabe se ou quantos deve ter), mas aprecio receber.

        • Paulo Marques says:

          Mas qual decadência, exactamente, é a pergunta? Roma foi sempre assim desde que expandiu as suas fronteiras, que falar de cultura italiana nas comunidades isoladas de 300, 400 BCE não faz sentido nenhum. Situação que não mudou quando integrou a Grécia, Egipto e por aí fora, com a agravante se serem cada vez mais diversos. Nem tão pouco se pode dizer que os séculos de expansão do império, onde todos os “pecados” continuaram, foi de decadência.
          E, claro, que o império durou ainda mais mil anos, sendo enfraquecido por questões completamente diferentes de uma qualquer decadência de valores, onde se inclui a quarta cruzada dos honrados e valentes europeus ocidentais.

          https://acoup.blog/2022/01/14/collections-rome-decline-and-fall-part-i-words/

  5. Joana Quelhas says:

    Só para acabar a discussão com Jgmenos:

    É agora evidente que estamos em pistas diferentes.
    Eu estou a falar da Condição Humana.
    Não se trata aqui de quem está nessa condição . Todas estão nessa condição.
    De onde viemos? Onde Estamos ? Para onde vamos ?
    Estas 3 perguntas não definem nenhum problema de saúde. Não é tratável por nenhum médico pois todos os médicos estão eles também sob esta mesma condição.
    A Filosofia sempre foi a busca deste desconhecido.
    A mudança deste percurso com filósofos que passaram do paradigma “compreender o mundo” para “mudar o mundo” levou-nos a descarrilar.

    A mudança de “não há problemas filosóficos genuínos” para “tudo não passa de confusões linguísticas” (quem tiver interesse veja Wittgenstein Poker – que vale a pena) abre a porta ao pós-modernismo.
    Aceitando-se o pós-modernismo nada pode impedir que um homem case com outro homem, um homem desde que se diga “mulher” possa competir contra mulheres em provas desportivas…um dia destes qualquer individuo possa “casar” com uma cabra , não se consiga responder a uma pergunta básica como “O que é Uma Mulher” (ver o documentário What is a Woman de Matt Walsh), etc ,etc …Um Admirável Mundo Novo.

    Joana Quelhas

    • POIS! says:

      Pois citando…

      “De onde viemos? Onde Estamos ? Para onde vamos?

      Estas 3 perguntas não definem nenhum problema de saúde. Não é tratável por nenhum médico pois todos os médicos estão eles também sob esta mesma condição”.

      Oxalá que Vosselência não tenha o azar de ficar bastante coxo e logo vê se não é um problema de saúde.

      E, realmente, se o médico também estiver manco, o problema pode agravar-se.

      Nessas alturas, realmente, a Filosofia é muito útil, porque pode ficar parado a pensar, a pensar, a pensar…evitando, assim, esforços prejudiciais. E poderá ser de utilidade seguir dois famosos pensadores: o grego Hecateu Ipobrufenes ou o alemão Gottfried Paracetamolt.

      E diz Vosselência:

      “A mudança deste percurso com filósofos que passaram do paradigma “compreender o mundo” para “mudar o mundo” levou-nos a descarrilar”.

      Ora bem, tem Vosselência resmas de carradas de pázadas de razão! São sempre perigosas as mudanças de percurso quando um gajo vai de comboio. Informe-se com um maquinista profissional. Mas não tenhamos ilusões: uma guinada no volante, e é descarrilamento pela certa!

      E volta a dizer Vosselência:

      “A mudança de “não há problemas filosóficos genuínos” para “tudo não passa de confusões linguísticas” (quem tiver interesse veja Wittgenstein Poker – que vale a pena) abre a porta ao pós-modernismo”.

      Aqui, desculpe, mas não me envolvo em jogos de fortuna ou azar. Isto porque, se a fortuna não me incomoda nada, o azar já não é bem assim, incomoda-me!

      Mas não fico de fora do debate sobre se será um tema filosófico a existência ou não de temas filosóficos. Aliás, no último em que entrei, resolvi o problema atirando com um martelo ao conhecido Catedrático Carlos Poppio, um pedante que defendia o contrário do que eu estava a defender.

      E o que estava eu a defender? Pois não me recordo. Mas era o contrário do pedante Carlos Poppio. Agora Carlos Po porque, com a martelada, perdeu o pio.

      Consta que, agora, se prepara justamente para casar com uma cabra, tendo já pedido a mão da nubente em pleno prado. Muitos duvidam do futuro da relação, até por causa da diferença de estaturas, mas nunca se sabe. A cabra prometeu que se deixa daquela vida e vai passar a portar-se bem.

      O casamento ainda não tem data, visto que a conservadora do Registo Civil está em lua de mel do seu próprio casamento com um carneiro (*).

      E tudo isto se passa sem que se consiga responder a uma pergunta básica: “o que é Uma Abetarda?”.

      Um Admirável Mundo Trolho.

      (*) Trata-se de Manuel Carneiro, sociólogo e cortador de carnes verdes. Conheceram-se na EXPONOR, durante a Feira das Tripas. Estavam a pensar em quê?

      • POIS! says:

        Há um erro no filósofo grego: chama-se, na realidade Hecateu Ibuprofenes. Foi discípulo de vários outros, tais como Sorcates, Aritosteles e Eupiredes.

    • Paulo Marques says:

      As Joaninhas é que brincam à linguagem como um fim em si, fazendo de conta que definindo mulher responde a alguma questão relevante. Pegando nas suas, é irrelevante para o contracto legal do casamento, com as suas obrigações e deveres ao qual o amor, carinho, preocupação e protecção da prole, ou mesmo do cônjuge; basta olhar para as famílias de bem ao longo da história para perceber a irrelevância para os efeitos, e, se são, de facto, desejáveis, o único atributo necessário é consentimento, à qual nem a cabra, nem os “climas” com miúdas de 14 ou 15 anos, nem tão poucos as vítimas dos padres são capazes.
      Quanto ao desporto, a resposta continua a não servir para muito; embora não em tudo, não há resposta que satisfaça a falta de diferença quando relacionadas a diferença de investimento, capacidade de treino, e expectativa dos atletas, quando até as medições da suposta vantagem hormonal acabam a “apanhar” mais mulheres que nasceram mulheres do que outra coisa.
      O que vale é que meter pessoas em sacos consoante dogma religioso para as meter no seu lugar não é totalitarismo; ainda podíamos concluir que são hipócritas ao quererem controlar a vida dos outros.

    • JgMenos says:

      Estamos de facto em diferentes pistas, JQ.
      A condição humana limito-a às ciências exactas como a biologia e padrões emocionais irrecusáveis.
      Não sendo o indivíduo imune aos padrões sociais envolventes, cometo-lhe o dever de não embarcar em mecanicismos como o da idiotia marxista ou da sua derivada pós-moderna e de se definir e responsabilizar como individuo e membro da sociedade.
      Da anormalidade à aberração há todo um vasto território que cabe à sociedade definir e sobre ele agir como possa e saiba; essa é a área da Política que se define por assumir limites e não a da filosofia que se pressupõe não os ter.

      • POIS! says:

        Pois vejam só isto:

        “Não sendo o indivíduo imune aos padrões sociais envolventes, cometo-lhe o dever de não embarcar em mecanicismos como o da idiotia marxista ou da sua derivada pós-moderna e de se definir e responsabilizar como individuo e membro da sociedade”.

        Ainda dizem que o super-homem não existe! Existe sim senhora e chama-se Menos (Super-Menos nos meios filosóficos).

        Ergue-se uma voz em todo o Universo, traduzindo o seu Todo Poderoso Cometimento:

        “Ó indivíduo, onde é que vais, carago? Então vais embarcar nessa deriva mecanicista idiota? Não te deixes influenciar pelos por esses treteiros dos Padrões Sociais Envolventes!

        Não sejas uma maria gay vai com as outras marias lésbicas! Vem connosco! Define-te e responsabiliza-te como membro da idiota salazaresca ou, ao Menos, da do Venturoso Quarto Pastorinho.

        Palavra da Salvação!”

        • JgMenos says:

          …póe os olhos no Pois: assume-se como palhaço parvo e diz sempre o mesmo a propósito do que quer que seja dito!

          • Joana Quelhas says:

            Como dizia Alencar “Não mencionemos o excremento”.
            Nem sei como perde tempo com tal personagem…

            Joana Quelhas

          • POIS! says:

            Pois!

            Já Vosselência varia imenso!

            Saudemos essa diversidade como é costume de Vosselência:

            Cretino!

          • POIS! says:

            Pois é, Quwelllass!

            Há muito que sigo a máxima do Alencar (quem quer que o gajo seja): evita-se mencionar Vosselência!

            Embora não seja fácil, porque deixa o caminho cheio de poias.

            Tenha lá mais cuidado, ó Quuwelllhasss!

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