Finalmente houve coragem para abordar esta torrente de ódio que inunda quilómetros e quilómetros de páginas das redes sociais, onde se ameaça e onde se incita ao ódio e à violência contra minorias étnicas, mulheres emancipadas, jovens e homossexuais. Os meus parabéns ao consórcio de jornalistas do Público, do Expresso e da SIC Notícias.
Neste caso são sobretudo grupos privados de facebook de polícias e de militares, mas se consultarmos páginas informais criadas pelo Chega o cenário é idêntico, mas desta feita as páginas são públicas, onde os mesmos polícias e militares se exprimem da mesma forma. Isto é inconstitucional, é crime e é punível por lei. A ligação destas páginas públicas ao Chega não é escondida, quase todas são animadas por militantes do partido e por grupos organizados dentro das concelhias. Agora não há como fugir, deverá ser investigada a fundo a responsabilidade dos militantes do Chega que gerem as ditas páginas. Bastam uns cliques e confirmamos o teor da reportagem feita pelo consórcio de jornalistas, encontramos com muita facilidade paraquedistas, comandos, ex-combatentes, militares de várias patentes, seguranças privados e funcionários públicos destilando um ódio incomensurável e ameaças várias contra mulheres, negros, ciganos, violando largamente a lei. A ex-ministra Van Dunem e a ex-deputada Joacine, que acumulam ódios vários, são os principais alvos desta horda, batem-se records de indecência. A Inspeção-Geral da Administração Interna já confirmou que vai atuar em relação aos casos dos polícias, mas isto não pode ficar por aqui. O Chega tem que ser investigado e levado à pedra, com todas as consequências que daí deverão advir. Clicar aqui para reportagem da SIC Notícias.









À cambada não os impressiona que aos únicos servidores públicos a quem se exige um comportamento disciplinado e subordinado a todo o tipo de restrições comportamentais, por palavras e gestos, lidando no quotidiano com toda a bandalheira e corrupção envolvente, do governo às escolas, possam por mera exigência de equilibrio mental, desopilar por palavras em escrita anónima.
Talvez os suicídios, sempre encobertos, e os desatinos ocasionais, sejam o único método admissível para o opressor corretês .
Há muitos outros servidores públicos a quem se exige comportamento exemplar, e que são objeto de rigorosas e frequentes avaliações. A mim pouco me interessa se aqui quem está a prevaricar sejam polícias ou militares, o que me interessa é que há uma organização neste país, que se chama Chega que está a instigar pessoas, aproveitando-se de fraquezas várias, a adotar comportamentos destes que são inaceitáveis. Não há justificação nenhuma para incitar à morte de outros cidadãos no espaço público.
Vou dar um exemplo de instigação:
Quando a canalha esquerdalha insistia na indispensabilidade de uma ‘cerca sanitária’ ao CHEGA – o que para a canalha é do mais democrático que há, e não envolve crime de ódio – não foram poucos os que acederam à internet e se inscreveram como militantes desse partido.
O corretês é a versão inicial do totalitarismo esquerdalho, da instituição de uma novilíngua que ignora factos evidentes e impõe verdades ridículas.
Odeio o estúpido orgulho gay.
Odeio uma igualdade de género que recusa diferenciações biológicas e funcionalidades socialmente adaptadas.
Odeio esquerdalhos, falsos como Judas.
Chama a Polícia!
Pois tenha cuidado, ó Menos!
Verifique imediatamente o estado das caixas de esgoto lá de casa!
A evacuar desta maneira, corre sérios riscos de entupimento.
Ou mesmo de colapso!
Deu um bom exemplo de ódio aqui neste espaço, parabéns. Comigo, tudo o que for punível por lei não vou perdoar.
Essa classe ameaçada, um grupo de homens brancos racistas financiados por capital doméstico e estrangeiro, mesmo que liderada por um condenado na justiça. Qualquer dia ainda os obrigam a cumprir leis, ou o camandro, uma injustiça.
É precisamente por odiares que o orgulho em existir continuará. Chora mais.
Chamar a polícia, ca burro.
Caríssimo Salazarista Menor
Esta vossa senhoria decerto a falar dos civis armados, que deveriam andar a pé ou no mínimo de carro pelas ruas das cidades para proteger os cidadãos dos meliantes.
Mas saiba que na cidade onde moro, é ser vivo que não se vislumbra, a não ser nos tascos onde de certo comem de borla..
O resto do tempo devem passar a jogar as cartas no “quartel”
Não só não é verdade, mas, mesmo que fosse, são os únicos armados e que recebem as queixas de si próprios para se investigar a si próprios, estando sempre inocentes com cinco versões diferentes.
Sr Marques
Aqui onde moro, os civis armados estão na toca. Não aparecem ou se aparecem são invisíveis.
A bisca ou a lerpa é que manda
A polícia foi criada, com a estrutura que mantém, para ser um exército civil a proteger a propriedade do capital, daí a farda.
Não quer dizer sejam todos umas bestas inúteis, mas têm demasiado liberdade e pouco poder para resolver aquilo que se teoriza que sirvam. São o músculo armado quando as coisas já estão mal para não se pensar muito nas coisas.
Pois, pois!
Então a malta lá das forças “de segurança” é paga para… “desopilar”! Certo!
Aqui já não entra a tradicional preocupação de Vosselência com o destino dos “seus impostos”!
Até porque, provavelmente, estão por lá vários colegas do armário de onde Vosselência saiu (*) para o culto, à luz do dia, ao Quarto Pastorinho.
(*) Devidamente acompanhado por dois musculados fuzileiros que, por esta altura, já devem ser polícias…a desopilar!
EU ADORAVA QUE QUADO PRECISAREM DE POLICIAS ELES NÃO ESTIVESSEM LÁ!
Isso é o pão nosso de cada dia. A começar pelas páginas do Chega. Onde estão os polícias para atuar contra pessoas que passam os dias a incitar ao ódio e à violência nas redes sociais.
Eu adorava que a polícia fosse desenhada de forma a servir e proteger invés de agredir e culpar o primeiro que encontre, mas nenhum de nós está com sorte.
Pois! E eu adorava o mesmo…
Para os médicos que tratam os polícias. E o J. Ferreira; para os professores que ensinam os filhos dos polícias. E do J. Ferreira; para os cortadores de carnes verdes que talham os bifes dos polícias. E do J. Ferreira; para os cabeleireiros que fazem as permanentes aos polícias. E ao J. Ferreira; para os eletricistas que…
E, dirigindo-se aos crentes, pregou o Quarto Pastorinho:
“Não peçam ao Chega que colabore com o Governo a dizer se os polícias são ou não próximos do Chega, se as suas famílias são ou não próximas do Chega, se eles são ou não militantes do Chega(…)”
“Polícias militantes” do…??? Ai há lá disso? É o que se chama mais um tiro no pé! Já são mais os buracos do que o calfe! O gajo, não tarda nada, vai passar a calçar o zero! (*)
(*) O que para ele vai ser um problema. É um número que não abunda nas nossas sapatarias…
Já dá para ver onde isto vai dar.
Imolação de um escasso número de polícias.
Ignorar que não são actos no exercício da função.
Ignorar que não querem dar notícia pública, fora do que definem como âmbito privado, da sua condição de polícias.
A cambada quer sangue!
Pois claro!
Não são atos no exercício d função! É puro desopilanço!
É mais ou Menos como o outro que de dia era médico e de noite era cangalheiro.
Ou o padre que dizia todos os dias a missa das sete e, depois do jantar, fazia uma perninha a tomar conta de um bordel (*).
Tudo atos fora do exercício da função!
(*) Tudo pela salvação das almas, é claro!
Imagino que tenha verificado o horário dos posts para dizer isso. Fora isso até tem razão, têm liberdade de dizer merda, fora o rol de ameaças e conspirações que alguém que tanto gosta da ordem mete ao bolso quando há botas a lamber.
Continua a não servir para agentes da ordem pessoas que desejam desordem, ainda para mais interessada. E condenados por violência. Aí já gosta muito das protecções laborais, não é?
já quando é partidos e politicos dizerem morte aos fascistas isso é impulse, discurso do amor…
Pois claro!
E não fosse mesmo de amor e Vosselência já teria morrido!
Sim, porque há discursos que matam à distância!
Aqui vai um: pum! Burreiro, tás morto!
Amanhã não há moelas para ninguém. O matadouro está fechado!
Fascista é classe em extinção, e ameaçada e agredida de facto, e não sabia.
Cada um sabe os seus aliados…