
Há quem defenda que isto da República não é lá grande coisa, porque até existem monarquias onde se vive melhor do que aqui.
E é verdade.
Como é verdade que existem outras tantas onde se vive muito pior.
Mas o ponto, para mim, não é esse.
O ponto é que, numa república, escolhemos os nossos representantes. Não nos é imposto o descendente de alguém que, em determinado momento da história, foi mais eficaz a aniquilar a concorrência e a escravizar os restantes, o que, por alguma razão imbecil, legitima todos os seus descendentes a manter o poder e a viver faustosamente à custa dos contribuintes.
Para mim, isto é muito simples: o privilégio hereditário e uma forma de negação das fundações filosóficas da democracia. Mesmo se aceite pela maioria. Porque à democracia assenta num princípio que é a sua essência: somos todos iguais, com os mesmo direitos e deveres.
E se é verdade que, nas repúblicas, também existem políticos a viver à nossa custa, não é menos verdade que, pelo menos, nos é dada a possibilidade de os escolher.
Se eventualmente escolhemos mal, o problema é nosso, não do republicanismo.
Por tudo isso, e por outros motivos mais, viva a República, viva a igualdade e viva o direito de escolher. Mesmo quando escolhemos mal






Isso é muito bonito, o problema é que é mais em postais do que na prática, onde até o Pegasus é válido para pôr a informação na ordem. Isso e todas as camadas que distanciam a torre de marfim de Bruxelas do povo a manter desunido.
A democracia é essencial, mas para isso é preciso que o poder esteja no povo.
A monarquia enquanto atraso civilizacional é que não é propriamente um argumento válido, porém é usado pelos anti-monárquicos.
O resto é o resto.
Podemos sempre ver a classe dirigente nacional, política e não só, como uma excepção que por artes maléficas chegou ao poder e de lá não sai, ou então como uma mera amostra de toda uma população, que por artes maléficas chegou ao poder e de lá não sai.
E, no entanto, custa menos para menos racismo, misoginia, e pedofilia que a decadente família real britânica que de lá não sai.
E, no entanto, custa menos para menos racismo, misoginia, e pedofilia que a decadente família real norueguesa que de lá não sai.
O regime liberal/maçónico imposto pelo golpe de Estado da OTAN em 25 de Abril de 1974, é contra a República, não tem legitimidade assim como a Constituição de 1976 que não foi votada, ao contrário do Estado Novo e da Constituição de 1933 devidamente legitimado e sufragada pelos Portugueses.
É preciso realizar um Referendo para que os Portugueses de Raça/Sangue sejam chamados a votar para escolher o tipo de Regime e de Governação que pretendem para o seu País: Presidencialismo e Federalismo ou manter o actual Parlamentarismo e Liberalismo.
Muita léria para quem se auto-derrotou com o que achava que era o seu maior trunfo.
1 – “O regime liberal/maçónico imposto pelo golpe de Estado da OTAN em 25 de Abril de 1974, ”
2 “assim como a Constituição de 1976 que não foi votada, ”
3 ” ao contrário do Estado Novo e da Constituição de 1933 devidamente legitimado e sufragada pelos Portugueses.”
Estas alarvidades de um ignorante confesso, nem o estimado JgMenos diria, porque sendo ele Salazarento, não é ignorante