
Passo 1: escolher o familiar, amigo ou potencial “doador” a quem se quer adjudicar determinado serviço.
Passo 2: pedir ao familiar, amigo ou potencial “doador” escolhido para criar um caderno de encargos com elevado grau de complexidade, de tal forma limitativo que garanta que será quase impossível aos possíveis concorrentes conseguir atender a todas as exigências em tempo útil. Excepto ao prestador previamente escolhido, conforme definido no Passo 1, que foi devidamente informado antes da abertura do concurso, para garantir que será o único a cumprir o caderno de encargos por si criado.
Passo 3: informar o prestador previamente escolhido do valor real do serviço, que surgirá inflacionado no anúncio do concurso, para que este consiga apresentar uma proposta abaixo dos concorrentes que conseguirem ultrapassar o obstáculo definido no Passo 2.
Passo 4: dividir o excedente resultante do valor inflacionado entre o saco-azul do promotor do concurso público e o prestador previamente escolhido. Usar uma parte para manter um exército de trolls nas redes sociais, para perseguir e difamar quem ouse denunciar o esquema.
Passo 5: não ter vergonha na cara e continuar a andar de cabeça levantada entre os contribuintes roubados pela enésima vez, garantindo a todos que ninguém ama mais a sua terra/concelho/região/pais do que o próprio gatuno, e que quem o contesta é invejoso e “do contra”.
Depois, basta repetir este processo tantas vezes quantas for necessário, até garantir uma reforma dourada para o decisor público corrupto.
Class dismissed.






Falta a quota do partido…
Ora pois!
Que, no caso da Irmandade do Venturoso Quarto Pastorinho, de que Vosselência é dedicado devoto, é paga em géneros.
Três nossas senhoras luminosas dão direito a tratamento VIP e a uma foto autografada do Matathá (UMBAR) (1), atualmente em destaque pela maneira elegante e inconfundível como se levanta para sair do Plenário à ordem do Pastorinho Chefe, e se volta a sentar no dia seguinte.
(1) Único Menos Branco da Assembleia da República.
yututyery