
Caros senhores e senhoras agentes da autoridade,
Eu sei que vocês sabem que André Ventura está apenas a tentar usar-vos.
Ele e a sua entourage estão tão preocupados com os vossos direitos como com o normal funcionamento da democracia.
Para a extrema-direita, vocês são apenas um meio para atingir um fim.
Carne para canhão.
Nada mais.
A extrema-direita portuguesa, como se vê pelas propostas que apresentam e pelas famílias que a financiam, estão-se nas tintas para os vossos direitos. A clientela do partido de Ventura são os mais ricos entre os mais ricos, não vocês.
Vocês, repito, são um meio para atingir um fim.
E serão, como todos nós, descartáveis.
Adiante.
Espero que não se melindrem com a falta de adesão popular à manifestação que o partido de André Ventura convocou para servir os interesses do partido de André Ventura, alegando tratar-se de uma manifestação em defesa da polícia.
Reparem: a maioria da população portuguesa valoriza o vosso trabalho.
A vossa dedicação à causa pública.
Respeita-vos.
Mas não se quer misturar com um grupelho que inclui criminosos, arruaceiros, agricultores de troll farms, disseminadores de ódio, fascistas e nazis.
Agentes de segurança?
Estamos convosco.
Manifestações da extrema-direita com o objectivo promover de André Ventura?
Não, obrigado.
Mas gostamos mesmo muito de vocês. Nunca se esqueçam disso. E nunca se esqueçam daquilo que vocês são para a extrema-direita: um meio para atingir um fim.
Carne para canhão.
Descartável.
Um abraço a todos e muito obrigado pelo vosso serviço e dedicação a Portugal e aos portugueses.






Eu não teria dito melhor. Tenho 62 anos, o meu pai foi da PSP, divisão de trânsito, na altura em Sta. Marta, recordo esses tempos e nessa altura a polícia era maltratada, ganhavam uma miséria, estavam às ordens dos poderosos e tinham de o fazer senão a PIDE dava-lhes cabo da vida. Com o 25 de Abril as coisas mudaram um pouco, desapareceu a PIDE, os ordenados subiram e a população passou a olhar com outros olhos a polícia. Espero que não haja um retrocesso por influência de grupelhos.
Efectivamente os Agentes da Polícia de Segurança Pública (PSP) a partir dos Anos de 1980 e até à presente data passaram a ganhar bons ordenados aos quais se juntam os subsídios que recebem, o que dá uma boa quantia todos os meses, a única diferença é que agora estão ao serviço da oligarquia que se apoderou do Estado Português após o golpe de Estado da OTAN em 25 de Abril de 1974, seguem ordens que prejudicam os Portugueses, o País, e o Estado de Direito, são mal vistos pela população e desrespeitados, um conjunto de situações que não acontecia durante o Estado Novo podendo assim concluir-se que houve um retrocesso nesta matéria referente às Forças Policiais.
Não vão na conversa da treta deste comuna.
O proletariado está bem de vida, e virou as costas ao comunismo que os desgraçava.
Os comunas buscam no “Lumpenproletariat” a nova classe revolucionária que os leve ao poder.
O que este comuna quer é o “defund the police” , na medida em que a policia é o impecilho que está no seu caminho.
Um comuna é mesmo assim, vem com falinhas mansas ocultando as suas reais intenções.
As pessoas já lhes toparam a estratégia e isso reflecte-se na dimensão actual do pcp e do be. Nas próximas eleições continuará o caminho para o sua extinção.
Finalmente , após tanto mal provocado…
Joana Quelhas
«…Os comunas buscam no “Lumpenproletariat” a nova classe revolucionária que os leve ao poder…»
A dr.ª Joana Quelhas comete um erro na sua análise, o Comunismo não procurava nem nunca procurou promover ou apoiar o Lumpen-proletariado, quem o faz é o Liberalismo directa ou indirectamente através das forças políticas como por exemplo o Partido Comunista Português ou o Bloco de Esquerda.
Para provar o seu erro – ou talvez mentira – da sua análise, basta ler o que Frederico Engels e Carlos Marx escreveram sobre o Lumpen-proletariado em «A Ideologia Alemã» ou o «O 18 Brumário de Luís Bonaparte».
Em «O 18 Brumário de Luís Bonaparte» Carlos Marx escreve o seguinte:
«…Pertenciam na sua maior parte ao lumpenproletariado, que forma uma massa claramente distinta do proletariado industrial em todas as grandes cidades, um campo de recrutamento para ladrões e criminosos de todos os tipos, vivendo do lixo da sociedade, pessoas sem uma linha fixa de trabalho.
Ao lado de libertinos arruinados, com meios de subsistência duvidosos e de origem obscura, descendentes degenerados e aventureiros da burguesia, havia vagabundos, soldados dispensados, ex-condenados, escravos de galé fugitivos, vigaristas, charlatães, «lazzaronis», carteiristas, malandros, jogadores, procuradores, porteiros de bordéis, carregadores, literatos, tocadores de realejo, apanhadores de trapos, amoladores de facas, funileiros, mendigos; em suma, a massa totalmente indefinida e em desagregação, atirada para aqui e para ali, a que os franceses chamam «la bohème»…»
Portanto, o Comunismo e o Marxismo condenam e opõem-se ao Lumpen-proletariado, que por conseguinte é base de apoio do Liberalismo/Maçonaria.
Em Portugal, o Lumpen-proletariado é representado pelos seguintes partidos liberais/maçónicos: Partido Socialista (PS), facção do Partido Social Democrata (PSD) representada pelo dr. Pedro Coelho e o seu bando, Centro Democrático Social (CDS), Partido Comunista Português (PCP), Partido Chega (CH), Partido Livre (L), Partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN), Partido Bloco de Esquerda (BE), e Partido Iniciativa Liberal (IL).
Pois, very wise as allways, ou direi immer sehr aufschlussreich, ou não estivessemos na presença da Hoher intellektueller Kopf und so Joannna Qwellllasss que, por razões relacionadas com a campanha do “Trampa á Presidência” e de encontros íntimos com o Esteves Banão, a cumprir um estágio num Resorte do Conaeticute, não tem estado tão presente por aqui, com grande pena de todos.
Mas voltou! Sim, porque à Qwelhhasss não há impecilho que lhe cause impecilho de denunciar os impecilhos que impecilham o caminho por o sua, a Menos que exista algum impecilho que o impecilhe.
E bom que os nazis, sejam os retro Salazarentos, aqui distintamente representados pelo estimado JgMenos, quer os neo nazis representados pela quadrilha do ex-seminarista, digam ao que vêem. Embora as fontes financeiras da quadrilha seja a mesma dos que mandavam em Portugal antes do 25 de Abril, processo semelhante ao que levou Hitler ao poder, há ainda muitos distraídos. Os neo nazis mostrarem a sua real face e intenções é importante.
Bujardas lançadas pelos apoiantes e por próprio, são pedagogicas e vão alertar muita gente distraída com a conversa do ex-seminarista.
E não vão; e quanto menos vão, menos sobra ao fim do mês. É uma escolha.
Estas duas manifestações organizadas pelo regime, de um lado a manif. «Vida Justa» e do outro a manif. «Pelas nossas Polícias-Pelo Estado de Direito», provam que o regime está com dificuldade em dividir a Sociedade Portuguesa como demonstra a fotografia que ilustra esta publicação, o que é um bom sinal, significa que os Portugueses estão a começar despertar.
Este vem lamber as botas da polícia!
Continuem o vosso trabalho de transportar transgressores a entrevistas com juízes, para serem aconselhados a voltar menos vezes.
Continuem a fazer figurinha de assistentes sociais fardados a que a cambada vos destina, que virá o dia em que vos tirem a pistola e vos dêem um livro de reclamações.
Pois…muito bem visto!
Claro! Se lhes tirarem a pistola, eles devem imediatamente reclamar!
No entanto, junto com o livro, talvez devam também entregar-lhes um relógio de alguma qualidade. Para ver se, ao Menos, as horas batem certo. E as chefias não façam más figuras…
Estimado Salazarento menor.
Falam tanto da Polícia mas pelo menos na cidade onde vioi não existe. Passam dias em que não vejo um único elemento dessa organização que costuma chamar de “Civis armados”.
E não percebo porquê? Ao total em Portugal há 45 mil policias, entre oficiais, chefes e agentes. 45 mil e não se vêem? As vezes encontram-se 2 ou 3 a verbos técnicos de telecomunicações trabalhar. Mas a sua presença no dia a dia, que deveria contribuir para evitar que os condutores andem em excesso de velocidade, conduzam 1 ou 2 metros fora de mão depois de terem ultrapassado os 2 traços contínuos, não cumprirem o código da estrada ao não sinalizarem previamente o sentido da marcha, não funciona porque a Polícia não anda nas ruas. Se calhar estão a julgar as cartas mas esquadras, mas também deve cansar tantas cartas.
Portanto 45 mil policias pagos pelos meus e dos outros impostos, o que é que fazem ?
Os militares da GNR são cerca de metade e são muito mais visíveis
Porque será?
Deixar uma maça podre no meio do cesto torna-as todas podres eventualmente. A boa vontade pode ser muita, e a minha solidariedade com as condições laborais, mas se a farda da besta ao lado vem sempre primeiro, a confiança nunca mais será muita.
Engraçado……será que um sonhei que já havia manifs de policias a manifestarem o seu descontentamento salarial, as condições de alojamento miseraveis na região de Lisboa, as esquadras a cairem de podres ANTES de o Chega existir ou ter a minima relevância social. Sim, devo ter sonhado. Ora, o malvado do Ventura convoca uma manif de apoio ás policias apelando até a que todos os cidadãos venham á rua associarem-se a essa manif………………..e o mau é o Ventura ? Teve pouca adesão ? Sim, teve. Mas a adesão foi grande nas manifs convocadas pelos outros partidos para mostrar apoio aos policias ? E sim, os policias têm que poder bater e disparar quando a situação o exige, MAS não podem fazê-lo sem fundamento e depois vir arranjar mentiras atrás de mentiras para justificar o injustificável. Porque só é bonito quando matam os filhos dos outros……é como a pimenta no cú….
A política e os políticos andam todos de candeias às avessas e não se preocupam com os problemas que nos afetam a todos e André Ventura, inteligentemente, aproveitou-se da situação para levar a água ao seu moinho. Os tumultos em Lisboa nada tiveram a ver com a morte do cidadão, mas apenas, aproveitado por grupos criminosos, provavelmente os mesmos que praticam os arrastões nas praias e nos comboios. Aqueles que vivem exclusivamente do produto do roubo que praticam aos seus próprios concidadãos que habitam naqueles bairros.Os restantes políticos foram na onda e procuram desviar-nos desta realidade . E depois não se deixem.
Ora pois!
Porque um dos grandes desígnios da Nação é, justamente, existir corrente de água no moinho do Pastorinho.
E ele não perdeu um segundo em levá-la para lá!
Só quando lá chegou é que reparou que o moinho era de vento.
Foi ai que ficou nervoso e desatou a ejetar bojardas.