André Ventura apoia violadores

“Agressões com socos, chapadas e coronhadas” 

“Vítimas humilhadas e filmadas; as gravações foram posteriormente divulgadas num grupo de whatsapp com setenta polícias”

“Um cidadão marroquino foi alegadamente sodomizado com um bastão; os agentes tentaram depois inserir um cabo de vassoura no anûs do cidadão imigrante” 

“Pessoas detidas sem acusação, algemadas no carro da PSP e obrigadas a cantar os ‘Parabéns’”

”Uma cidadã afrodescendente foi algemada como se estivesse num crucifixo” 

“Cidadão imigrante alvo de insultos foi obrigado a colocar-se de joelhos e a beijar as botas de agentes da PSP”

Continua…

jornal Público

André Ventura defende, apoia e exige mais violadores. Sobretudo, nas forças de segurança. É fácil: é o mais próximo dos métodos da PIDE-DGS que encontrou nos últimos tempos.

Chega acusa ministro Luís Neves de “fazer gala” de ações contra polícias e marca debate sobre forças de segurança

Sabemos, agora, que o líder a extrema-direita portuguesa tem um plano para os violadores portugueses: colocá-los na PSP e na GNR a violar imigrantes, sem-abrigo e mulheres. Finalmente um proposta concreta da extrema-direita.

A quem se achar surpreendido, nada temam, os sinais estavam à vista: André Ventura é da Opus Dei e fundou um partido destinado a pedófilos e violadores.

A todos os profissionais da PSP, especialmente ao Director Nacional, pede-se que se demarquem desta posição escabrosa dos proto-fascistas portugueses, a bem da instituição que, como é público, vai degradando a sua imagem, à custa de toda a merda que recrutou, na última década e meia.

Director Nacional da Polícia Judiciária ARRASA percepções (outra vez)

Director Nacional da Polícia Judiciária dá murro na mesa

Quatro minutos. Quatro. Foram o suficiente para o director nacional da Polícia Judiciária conseguisse desmontar as narrativas racistas e xenófobas da extrema-direita, às quais se atrelaram governantes alaranjados. Agora, esperamos a resposta do totó e macaquinho de imitação que é o Primeiro-ministro que temos.

O jantar dos No Name Boys e a percepção de (in)segurança

No final da passada semana, a claque No Name Boys reuniu cerca de 500 elementos para um jantar de Natal, num restaurante em Sintra.

Sem surpresa, alguns membros da claque causaram distúrbios no interior do restaurante, acendendo tochas e causando diversos estragos.

Chamada ao local, a PSP foi recebida com violência, sendo alvo de arremesso de garrafas e outros objectos. Um dos agentes ficou ferido. [Read more…]

Diário de Notícias ao serviço da extrema-esquerda

A capa do DN diz-nos que Lisboa esteve dividida entre “Justiça para Odair” e “Polícias sem Medo”.

Na verdade, o que ontem se passou nas ruas de Lisboa foi uma manifestação com milhares de pessoas contra a violência policial e de homenagem a Odair Moniz, e um pequeno ajuntamento de deputados, assessores, avençados e outros boys do partido CH, cujo objectivo era servir os interesses do partido CH e promover o seu líder, André Ventura. Os polícias foram apenas um meio para atingir um fim.

Lisboa dividida?

Isso é paleio de OCS ao serviço da extrema-esquerda.

[Read more…]

Ao cuidado de todos os elementos das Forças de Segurança de Portugal        

Caros senhores e senhoras agentes da autoridade,

Eu sei que vocês sabem que André Ventura está apenas a tentar usar-vos.

Ele e a sua entourage estão tão preocupados com os vossos direitos como com o normal funcionamento da democracia.

Para a extrema-direita, vocês são apenas um meio para atingir um fim.

Carne para canhão.

Nada mais. [Read more…]

Documentos do veículo e a carta de condução

“Quem não deve não teme”.

Uma das frases mais ditas durante a semana, por gente que partilha no Facebook “Operação Stop na rotunda”.

Pedro Pinto mostrou-nos o CH como ele é

O líder parlamentar do CH, Pedro Pinto, mostrou por estes dias ao país porque é que o seu partido é muito mais que radical: é extremista.

Extremista, violento e perigoso.

Quando alguém com as responsabilidades de Pedro Pinto vai à televisão dizer que “Se calhar, se [os polícias] disparassem mais a matar, o país estava mais na ordem.”, está a dizer-nos outras coisas, para lá da clara apologia da violência que deve ser sujeita à avaliação urgente dos tribunais.

Está a dizer-nos que:

  1. Os polícias podem aplicar sentenças de morte.
  2. O Estado de Direito e a Democracia são irrelevantes para o CH.
  3. Tem um entendimento de “ordem” exactamente igual ao de Putin ou Xi.

[Read more…]

PSP e GNR têm razão

É um erro tremendo, parece-me, concluir que o que move milhares de polícias são as maquinações de um qualquer Ventura.

É óbvio que a extrema-direita quer instrumentalizar o protesto, mas as reivindicações das forças de segurança são antigas e bem anteriores a criação da unipessoal neosalazarista que dá pelo nome de Chega.

É importante não ignorar as muitas razões que os agentes da GNR, PSP e guardas prisionais tem para protestar. Viaturas a cair aos pedaços, equipamentos obsoletos, esquadras sem condições e salários a anos-luz das responsabilidades que carregam aos ombros são algumas. E não são poucas. Atribuir-lhes o suplemento que reivindicam é o mínimo que se exige ao Estado português. [Read more…]

Um desporto, dois sistemas

aqui falei sobre a violência policial que pudemos assistir nas imediações do Estádio de Alvalade no dia do clássico entre o Sporting e o FC Porto. Deixei aqui testemunhos de vítimas que relatam o terror que se viveu e acesso a links nos quais podem ver a brutalidade policial.

Ontem, recebi esta notícia. Além de ser uma mentira, é uma forma cobarde de sacudir a água do capote. A polícia que causou feridos e que mandou pessoas para o hospital, pessoas essas que estavam a celebrar, inclusive mulheres e crianças, como se pode ver pela imagem, passa ainda como elemento importante para acabar com confrontos. A mesma polícia que mete uma criança desesperada à procura do pai num cenário de guerra. Tudo por causa de confrontos que não existiram.

Como é que me vou sentir seguro nas imediações dos estádios, com os meus a comer, a beber, a cantar… Se corro o risco de ser agredido pela polícia sem ninguém me defender?

[Read more…]

“MAI ligou à administração da RTP por “desagrado” com cartoon sobre polícias”…

noticia o Jornal de Notícias.

Ministério da Administração Interna, PSD, Chega e CDS, todos juntos na tentativa de pôr açaimes à independência do canal público de televisão, sem perceberem (ou ignorando convenientemente) o essencial: o-cartoon-não-é-sobre-a-PSP.

E mesmo que fosse, desde quando é que, sucessivamente, a PSP se acha imune a críticas e a ironias, quando há até relatórios – e reportagens – que provam que há infiltração de forças de extrema-direita nas forças de segurança portuguesas? Segue-se o quê? A criação do “Secretariado Nacional de Informação”?

Que o Chega queira censurar tudo aquilo que não lhe convém, percebe-se, sabendo nós quem eles são. Que o CDS se junte à palhaçada, uma vez que para ressuscitar necessita dos eleitores do Chega, também se entende. Que o PSD, suposto garante democrático da direita liberal, lhe siga os passos, é bastante sintomático. E que o MAI, chefiado por um político da social-democracia europeia, se queira juntar à chicana, é ainda mais revelador e atesta o perigo em que estes supostos donos do pedaço estão a colocar a democracia em Portugal.

Cristina Sampaio @spamcartoon

Desculpem, fascistas, mas não vai colar

É possível que aquilo a que hoje assistimos tenha sido premeditado. Não tenho dados para o afirmar, mas é um facto que sunitas e xiitas têm um historial de hostilidade que fala por si. Mas mesmo que estejamos perante um acto terrorista, é curioso que o mesmo não tenha como alvo as instituições da democracia secular, que representam os “infiéis”, mas uma comunidade religiosa que reza ao mesmo Alá que o monstro que hoje assassinou duas mulheres com a brutalidade de um selvagem.

Claro que, para aqueles que fazem do ódio aos migrantes o seu ganha pão, a tragédia caiu-lhes que nem ginjas. Para esses, tenho duas palavras: Alcindo Monteiro. [Read more…]

É preciso ter Olhão, mas a PSP não tem olhinhos

Imagem retirada de Rádio Renascença.

Nos últimos dias, muito se especulou acerca da origem e das motivações dos gandulos que agrediram um cidadão imigrante em Olhão.

Lia ontem no jornal Público que, supostamente, estes faziam parte de uma classe sócio-económica mais baixa, viviam num bairro ”problemático” (adjectivação bacoca e discriminatória), não estudavam nem trabalhavam. Ora, tendo os jovens idades compreendidas entre os 16 e os 19 anos, achei muito estranho que, pelo menos, não estudassem, uma vez que até aos 18 anos está em vigor a escolaridade obrigatória (12° ano). Se, como dizia o Público, “não estudam”, então saber-se-ia se a CPCJ e outros acompanhavam, ou não, os jovens e respectivas famílias (mas a notícia era omissa em relação a isso).

Hoje, no Expresso, ficamos a saber que estes jovens não são de nenhum bairro social “problemático”, mas sim “jovens bem enquadrados socialmente”. Trocado por miúdos (no pun intended), são jovens que não passam dificuldades sócio-económicas de sobremaneira. Apenas um desses jovens faz parte do tal bairro mencionado na notícia do Público de ontem.

Diz a PSP que acredita que a motivação dos jovens criminosos é apenas o roubo e que os ataques a imigrantes, por parte do grupo, são meramente feitos por estes (os imigrantes) serem “alvos fáceis”, afastando a hipótese de xenofobia. Vamos lá ver uma coisa: a PSP não tem formação sobre o que são as várias formas de discriminação? É que, segundo entendo, atacar um imigrante (ou vários) por estes, no entender de quem ataca, serem “alvos fáceis” e, assim, perpetrar o roubo, parece-me uma atitude xenófoba, pois pressupõe a “fraqueza” do cidadão ou o deslocamento da pessoa face à sua terra natal, para que o ataque seja efectuado. Ou seja, se o alvo são imigrantes, seja por que motivo for, mas exclusivamente imigrantes, como é que está “excluída” a hipótese de xenofobia? Mais: se os jovens são pessoas “bem enquadradas socialmente”, como é que a única motivação pode ser, simplesmente, o roubo de imigrantes com recurso à violência? 

Em Portugal, sabemos, faz-se de tudo para que crimes de ódio não sejam tratados como crimes de ódio. E, depois, acontece-nos ter um deputado da extrema-direita, já condenado por crimes de ódio, a processar uma outra deputada da esquerda por esta ter afirmado que a extrema-direita comete crimes de ódio… vá-se lá perceber. 

É o país (e a polícia) que temos.

André Coelho Lima ARRASA a extrema-direita

Este PSD tem que sair do armário e impor-se ao PSD que quer alianças com a extrema-direita. Ao PSD que faz fretes ao CH. Ao PSD que não aprendeu a lição de Angela Merkel. Ao PSD que, no fundo, deu à luz André Ventura. Ponham os olhos em André Coelho Lima. Nesta fase do campeonato, com o seu partido já tão comprometido com o CH, é preciso coragem para chamar os extremistas pelos nomes.

Discurso do Almirante Gouveia e Melo

Aqui fica o discurso do Almirante Gouveia e Melo ao Corpo de Fuzileiros após os trágicos acontecimentos que levaram à morte do jovem agente da PSP Fábio Guerra:

“Tenho os Fuzileiros como a Força de elite da Marinha”, afirmou, recordando as missões que partilhou com eles “braço com braço” nos submarinos e na fragata que comandou, bem como nos incêndios de Pedrógão Grande em 2017.

“Conheço o vosso profissionalismo, as vossas qualidades militares, sei da vossa generosidade e dedicação, mas hoje tenho que vir aqui partilhar o que sinto convosco, na sequência de desacatos que resultaram no falecimento do Agente da PSP Fábio Guerra, na madrugada do último sábado. Quando penso em coragem penso naquela coragem que não se exibe, naquela entrega que os militares fazem motivados pelo sentido do dever e de lealdade à Pátria, de uma coragem firme, constante e sempre discreta. Ver Fuzileiros envolvidos em desacatos e em rixas de rua, não demonstra qualquer tipo de coragem militar, mas sim fraqueza, falta de autodomínio, e uma necessidade de afirmação fútil e sem sentido.

“Digo-vos enquanto comandante da Marinha que se não conseguirem ser isso mesmo, lobos na selva, mas cordeiros em casa, então não passamos de um bando violento, sem ética e valores militares, sem o verdadeiro domínio de nós próprios e, se assim for, não merecemos a farda que envergamos, nem os 400 anos de história dos Fuzileiros”, afirmou o chefe da Armada.

[Read more…]

É abuso de autoridade, é violência policial, é terrorismo pago por todos nós, ó animais – ou quando o racismo vem fardado

“É gás pimenta, ó animal”: militares da GNR torturam por diversão imigrantes de Odemira

Quantos mais “casos isolados” de violência policial terão de haver para percebermos, enquanto sociedade, que já não são casos isolados?

As autoridades competentes da UE ou da ONU têm alertado: cuidado com a infiltração da extrema-direita nas Forças de Segurança portuguesas. Mas ninguém parece estar minimamente interessado. [Read more…]

Fernando Medina: uma lição de “eleitoralolismo”

Fernando Medina tem-nos dado uma lição de como saber surfar a crista da onda. Isto sem que se lhe conheçam quaisquer “actividades extra-curriculares” que incluam surf ou outra variante.

O presidente da Câmara Municipal de Lisboa é uma espécie de camaleão político, comporta-se como o aluno do quadro de honra, querendo passar a imagem de que é dos que diz irra! quando bate com mindinho na perna da mesa.

Está, portanto, do lado certo da política: a escola do Partido (pouco) Socialista. Oportunista, dissimulado e charlatão.

Puxemos o filme atrás.

Em 2011 dizia que precisávamos de José Sócrates como Primeiro-ministro, graças à sua “liderança”, ao seu “conhecimento”, “experiência”… ou seja, quando convinha, #JoséSócratesNoComando.

Em 2021, José Sócrates traiu a confiança dos portugueses. Depois de descoberto o véu à noiva, de ter sido dito o “sim” e de tantas noites de núpcias calorosas, naquilo que parecia ser um casamento para durar, afinal era violência conjugal e, portanto, #MeToo.

Pronto, tudo bem. José Sócrates ganhou duas eleições, uma delas com maioria absoluta, perdoemos Fernando Medina por esta, tendo em conta que muitos de nós fomos enganados.

Avancemos, continuando, ainda assim, em 2011. [Read more…]

PSP – Polícia Sonsa de Portugal

Ontem, quer à entrada, quer à saída do Campus de Justiça, mais de uma dezena de agentes da Polícia de Segurança Pública escoltaram José Sócrates, garantindo que o suspeito chegasse ao tribunal e saísse do mesmo em total segurança. No fim, José Sócrates foi sentar-se numa esplanada com outros quatro colegas (onde, pelas regras impostas, só podem estar quatro pessoas numa mesa, estavam cinco) e, aí, já não foi necessária a escolta da PSP.

Gostaria de perguntar ao Estado e à PSP o porquê das diferenças de tratamento entre cidadãos, consoante o estatuto, a carteira e a classe social: a diferença de tratamento que as polícias têm entre os poderosos e o cidadão comum é óbvia, é repugnante e é inconcebível. Porque é que a PSP protege os poderosos e persegue o cidadão comum?

É que em Portugal, para a PSP, vale mais a pena andar à caça da multa ou de uma grama de haxixe, perseguindo trabalhadores e/ou estudantes que nunca extraviaram ou mataram. Já os suspeitos de corrupção e de outros crimes de colarinho branco, são escoltados como se de bons samaritanos se tratassem. Como bons capatazes que são – eufemismo para paus mandados -, dirão “apenas cumprimos ordens”. Mete tudo muito nojo.

Deixo-vos com Peste & Sida.

Fotografia: Ana Baiao/EXPRESSO

Podemos ficar tranquilos

Se fossem perigosos cidadãos violando as regras do confinamento, não teriam escapado às autoridades…

O estranho caso de Ihor Homeniúk

A morte de um ser humano em Portugal sob tortura perpetrada pelo Estado português, seria, não há muito tempo, razão para um escândalo de contundente repercussão política.

Todavia, o que se assistiu foi a uma brandura de tratamento, transversal a toda a sociedade portuguesa.

Até a página da Amnistia Internacional  Portugal, não deu grande relevo a semelhante crime ignóbil (o nome de Ihor Homeniúke é apenas referido num texto recente).

Isto numa sociedade como a portuguesa, marcada, fortemente, por valores humanistas que fazem de nós, enquanto povo, gente com repulsa pela violação da dignidade humana, gente solidária e predisposta a acudir.

Além da habitual “exigência” de “apuramento de responsabilidades”, pouco mais ou mesmo nada a dita sociedade civil e as organizações políticas em geral exigiram sobre algo que deveria ter causado engulho e revolta.

Quando, recentemente, as rede sociais começaram a movimentarem-se na demanda por explicações, aos poucos lá começaram a aparecer algumas reacções.

Começou-se, então, a construir na comunicação social a ideia de que o que se passou com Ihor Homeniúk é um problema de procedimentos do SEF.

Uma bela forma de transformar um homicídio numa mera relação de causa/efeito. [Read more…]

PSP – Precários de Segurança Pública

PSPi.jpg

Fotografia via TVI24

Num país onde todos os anos são injectadas centenas de milhões de euros em bancos falidos por criminosos em liberdade, existem cada vez mais esquadras da PSP altamente degradadas e sem o mínimo de condições para quem ali trabalha, com tectos que pingam, paredes cobertas de humidade e bolor, equipamentos insuficientes e obsoletos e agentes da autoridade em fuga, devido à falta de condições, aos baixos salários e ao congelamento de carreiras. Esquadras sem carros de patrulha e com falta de efectivos, equipas de intervenção rápida que circulam de comboio, agentes que se deslocam a pé para responder às mais variadas ocorrências e tudo isto em zonas com elevada densidade populacional, onde a criminalidade mais se faz sentir. [Read more…]

O combate ao crime não é (nem pode ser) um reality show

Não quero viver num país onde um polícia fotografa criminosos capturados para alimentar radicalismos justiceiros nas redes sociais. Aliás, quero inclusive viver num país que pune exemplarmente um polícia que não sabe o seu lugar nem honra a enorme importância e responsabilidade da sua função. Para descredibilizar o país já nos chega (e sobra) a classe política que temos.

Vem isto a propósito da divulgação das imagens da captura dos três criminosos que na Sexta-feira fugiram do Tribunal de Instrução Criminal do Porto. Não sei se terá sido um polícia, se terá sido um popular que furou o (inexistente?) perímetro de segurança, mas sei que, poucos minutos depois, a fotografia estava na página de Facebook do Sindicato Unificado da Polícia de Segurança Pública. De uma forma, ou de outra, estamos perante uma situação de enorme gravidade, com contou com a colaboração de elementos das forças de segurança portuguesas.

[Read more…]

Porque é que o delinquente que agrediu um agente da PSP em Lisboa não está preso?

Não percebo. Segundo o Expresso, o delinquente em questão tem quase 20 processos por agressão, cinco deles contra agentes da autoridade. O vídeo que circula desde ontem nas redes sociais mostra o marginal em acção, a agredir violentamente um agente da PSP, agente esse que foi hospitalizado com escoriações nos braços e uma orelha rasgada, e o máximo que um juiz de instrução consegue é aplicar a medida de coacção mais leve, permitindo que este indivíduo circule livremente pelas ruas de Lisboa, com um simples Termo de Identidade e Residência. [Read more…]

PSP detém mais dois seguranças do K Urban Beach

E vão três. Que a justiça seja tão dura e implacável como estes marginais o foram com aqueles jovens.

Documentos confidenciais das secretas portuguesas aparecem em África

Os nossos “serviços de informações” são uma perigosa anedota.

Calvão da Silva quer honras da GNR e da PSP

e «já deu ordens para que estas forças de segurança lhe preparassem uma cerimónia oficial de boas vindas. E tem que ser ainda esta semana, antes d[e] o governo cair.» [DN]

O Dia Mundial da Criança em Portalegre, agora também em vídeo

Depois das fotografias, um vídeo roubado no Facebook.  Constata-se que as forças policiais foram massacradas pelos jovens manifestantes.

Comentários para quê, as imagens falam por si, de Guimarães a Portalegre uma virose está instalada nas nossas forças policiais.

Dia Mundial da Criança em Portalegre

Foi bué de giro. (Da página no Facebook do Município. A primeira foto foi retirada).

Um criminoso na PSP

Este homem não pode usar uma arma. Que tenha sido insultado, admita-se, mas quem não se sabe controlar, não pode estar numa polícia. E espancar um pai sem mais nem menos, à frente dos filhos, é de quem não se controla. Ou nunca teve pai, e fico-me por aqui  nas curtas considerações que isto inspira a qualquer humano.

Polícia, mentiras e bordeis televisivos

Os inimigos das redes sociais, basicamente analfabetos envergonhados e malta que não gosta de convívio, proclamam entre os males das mesmas que o virtual é uma treta, um perigo e uma ilusão, ao vivo e olhos nos olhos é que é bom.
Ora parece que o pessoal adolescente decidiu dar-lhes ouvidos, e vai daí organizam-se em encontros de conhecidos virtuais, a que chamam meets (que saudades do velho meeting revolucionário, um anglicismo cuja origem nunca entendi).
Num desses encontros, e entre 600 presentes, dois micro-grupos envolveram-se à porrada, e duas garinas cometeram um assalto, perfeita rotina num centro comercial de grande dimensão, logo é chamada a autoridade, esta, a precisar de treinos, veio em força e desata à bordoada, pelo menos uma grávida e tudo. [Read more…]