Conversas vadias 16

A décima sexta edição destas “Conversas vadias” rondou: Reino Unido, Lista Verde, pandemia, Portugal, turismo, Champions, tio Joaquim, Lisboa, Porto, PSP, traduções, SIC Notícias, vacinas, EUA, Bélgica, Regionalização, poder local, história, ciência, José Gomes Ferreira, teses, conspirações, BES, Sérgio Conceição, China, Tiananmen, homenagens, Benfica, Jorge Jesus, pandemia, “pandumia”, planetas, Carta Portuguesa de Direitos Humanos na Era Digital, censura, Iniciativa Liberal, controlo de informação, liberdade, internet, e as recomendações dos vadios a não perder.

E quem foram os vadios? Foram António Fernando Nabais, Carlos Araújo Alves, Francisco Miguel Valada, João Mendes, José Mário Teixeira e Orlando de Sousa. Mais a ausência especial de Fernando Moreira de Sá, que está à espera que chova para regressar ao meio de nós (ámen).

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Conversas vadias 16
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Fernando Medina: uma lição de “eleitoralolismo”

Fernando Medina tem-nos dado uma lição de como saber surfar a crista da onda. Isto sem que se lhe conheçam quaisquer “actividades extra-curriculares” que incluam surf ou outra variante.

O presidente da Câmara Municipal de Lisboa é uma espécie de camaleão político, comporta-se como o aluno do quadro de honra, querendo passar a imagem de que é dos que diz irra! quando bate com mindinho na perna da mesa.

Está, portanto, do lado certo da política: a escola do Partido (pouco) Socialista. Oportunista, dissimulado e charlatão.

Puxemos o filme atrás.

Em 2011 dizia que precisávamos de José Sócrates como Primeiro-ministro, graças à sua “liderança”, ao seu “conhecimento”, “experiência”… ou seja, quando convinha, #JoséSócratesNoComando.

Em 2021, José Sócrates traiu a confiança dos portugueses. Depois de descoberto o véu à noiva, de ter sido dito o “sim” e de tantas noites de núpcias calorosas, naquilo que parecia ser um casamento para durar, afinal era violência conjugal e, portanto, #MeToo.

Pronto, tudo bem. José Sócrates ganhou duas eleições, uma delas com maioria absoluta, perdoemos Fernando Medina por esta, tendo em conta que muitos de nós fomos enganados.

Avancemos, continuando, ainda assim, em 2011. [Read more…]

PSP – Polícia Sonsa de Portugal

Ontem, quer à entrada, quer à saída do Campus de Justiça, mais de uma dezena de agentes da Polícia de Segurança Pública escoltaram José Sócrates, garantindo que o suspeito chegasse ao tribunal e saísse do mesmo em total segurança. No fim, José Sócrates foi sentar-se numa esplanada com outros quatro colegas (onde, pelas regras impostas, só podem estar quatro pessoas numa mesa, estavam cinco) e, aí, já não foi necessária a escolta da PSP.

Gostaria de perguntar ao Estado e à PSP o porquê das diferenças de tratamento entre cidadãos, consoante o estatuto, a carteira e a classe social: a diferença de tratamento que as polícias têm entre os poderosos e o cidadão comum é óbvia, é repugnante e é inconcebível. Porque é que a PSP protege os poderosos e persegue o cidadão comum?

É que em Portugal, para a PSP, vale mais a pena andar à caça da multa ou de uma grama de haxixe, perseguindo trabalhadores e/ou estudantes que nunca extraviaram ou mataram. Já os suspeitos de corrupção e de outros crimes de colarinho branco, são escoltados como se de bons samaritanos se tratassem. Como bons capatazes que são – eufemismo para paus mandados -, dirão “apenas cumprimos ordens”. Mete tudo muito nojo.

Deixo-vos com Peste & Sida.

Fotografia: Ana Baiao/EXPRESSO

Pod do dia – Desafio prá porrada

Sim, sim. Prá porrada!

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Pod do dia - Desafio prá porrada
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Podemos ficar tranquilos

Se fossem perigosos cidadãos violando as regras do confinamento, não teriam escapado às autoridades…

O estranho caso de Ihor Homeniúk

A morte de um ser humano em Portugal sob tortura perpetrada pelo Estado português, seria, não há muito tempo, razão para um escândalo de contundente repercussão política.

Todavia, o que se assistiu foi a uma brandura de tratamento, transversal a toda a sociedade portuguesa.

Até a página da Amnistia Internacional  Portugal, não deu grande relevo a semelhante crime ignóbil (o nome de Ihor Homeniúke é apenas referido num texto recente).

Isto numa sociedade como a portuguesa, marcada, fortemente, por valores humanistas que fazem de nós, enquanto povo, gente com repulsa pela violação da dignidade humana, gente solidária e predisposta a acudir.

Além da habitual “exigência” de “apuramento de responsabilidades”, pouco mais ou mesmo nada a dita sociedade civil e as organizações políticas em geral exigiram sobre algo que deveria ter causado engulho e revolta.

Quando, recentemente, as rede sociais começaram a movimentarem-se na demanda por explicações, aos poucos lá começaram a aparecer algumas reacções.

Começou-se, então, a construir na comunicação social a ideia de que o que se passou com Ihor Homeniúk é um problema de procedimentos do SEF.

Uma bela forma de transformar um homicídio numa mera relação de causa/efeito. [Read more…]

PSP – Precários de Segurança Pública

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Fotografia via TVI24

Num país onde todos os anos são injectadas centenas de milhões de euros em bancos falidos por criminosos em liberdade, existem cada vez mais esquadras da PSP altamente degradadas e sem o mínimo de condições para quem ali trabalha, com tectos que pingam, paredes cobertas de humidade e bolor, equipamentos insuficientes e obsoletos e agentes da autoridade em fuga, devido à falta de condições, aos baixos salários e ao congelamento de carreiras. Esquadras sem carros de patrulha e com falta de efectivos, equipas de intervenção rápida que circulam de comboio, agentes que se deslocam a pé para responder às mais variadas ocorrências e tudo isto em zonas com elevada densidade populacional, onde a criminalidade mais se faz sentir. [Read more…]

O combate ao crime não é (nem pode ser) um reality show

Não quero viver num país onde um polícia fotografa criminosos capturados para alimentar radicalismos justiceiros nas redes sociais. Aliás, quero inclusive viver num país que pune exemplarmente um polícia que não sabe o seu lugar nem honra a enorme importância e responsabilidade da sua função. Para descredibilizar o país já nos chega (e sobra) a classe política que temos.

Vem isto a propósito da divulgação das imagens da captura dos três criminosos que na Sexta-feira fugiram do Tribunal de Instrução Criminal do Porto. Não sei se terá sido um polícia, se terá sido um popular que furou o (inexistente?) perímetro de segurança, mas sei que, poucos minutos depois, a fotografia estava na página de Facebook do Sindicato Unificado da Polícia de Segurança Pública. De uma forma, ou de outra, estamos perante uma situação de enorme gravidade, com contou com a colaboração de elementos das forças de segurança portuguesas.

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Porque é que o delinquente que agrediu um agente da PSP em Lisboa não está preso?

Não percebo. Segundo o Expresso, o delinquente em questão tem quase 20 processos por agressão, cinco deles contra agentes da autoridade. O vídeo que circula desde ontem nas redes sociais mostra o marginal em acção, a agredir violentamente um agente da PSP, agente esse que foi hospitalizado com escoriações nos braços e uma orelha rasgada, e o máximo que um juiz de instrução consegue é aplicar a medida de coacção mais leve, permitindo que este indivíduo circule livremente pelas ruas de Lisboa, com um simples Termo de Identidade e Residência. [Read more…]

PSP detém mais dois seguranças do K Urban Beach

E vão três. Que a justiça seja tão dura e implacável como estes marginais o foram com aqueles jovens.

Documentos confidenciais das secretas portuguesas aparecem em África

Os nossos “serviços de informações” são uma perigosa anedota.

Calvão da Silva quer honras da GNR e da PSP

e «já deu ordens para que estas forças de segurança lhe preparassem uma cerimónia oficial de boas vindas. E tem que ser ainda esta semana, antes d[e] o governo cair.» [DN]

O Dia Mundial da Criança em Portalegre, agora também em vídeo

Depois das fotografias, um vídeo roubado no Facebook.  Constata-se que as forças policiais foram massacradas pelos jovens manifestantes.

Comentários para quê, as imagens falam por si, de Guimarães a Portalegre uma virose está instalada nas nossas forças policiais.

Dia Mundial da Criança em Portalegre

Foi bué de giro. (Da página no Facebook do Município. A primeira foto foi retirada).

Um criminoso na PSP

Este homem não pode usar uma arma. Que tenha sido insultado, admita-se, mas quem não se sabe controlar, não pode estar numa polícia. E espancar um pai sem mais nem menos, à frente dos filhos, é de quem não se controla. Ou nunca teve pai, e fico-me por aqui  nas curtas considerações que isto inspira a qualquer humano.

Polícia, mentiras e bordeis televisivos

Os inimigos das redes sociais, basicamente analfabetos envergonhados e malta que não gosta de convívio, proclamam entre os males das mesmas que o virtual é uma treta, um perigo e uma ilusão, ao vivo e olhos nos olhos é que é bom.
Ora parece que o pessoal adolescente decidiu dar-lhes ouvidos, e vai daí organizam-se em encontros de conhecidos virtuais, a que chamam meets (que saudades do velho meeting revolucionário, um anglicismo cuja origem nunca entendi).
Num desses encontros, e entre 600 presentes, dois micro-grupos envolveram-se à porrada, e duas garinas cometeram um assalto, perfeita rotina num centro comercial de grande dimensão, logo é chamada a autoridade, esta, a precisar de treinos, veio em força e desata à bordoada, pelo menos uma grávida e tudo. [Read more…]

Patrulhamento que faz saltar a tampa

tamp

A denúncia partiu do Sindicato Unificado da Polícia (SUP), pela voz de Peixoto Rodrigues, presidente do organismo. Segundo este, e por decisão do comandante da segunda divisão da PSP de Lisboa, agentes da PSP estarão a ser obrigados a dedicar parte do seu horário de trabalho à recolha de tampinhas de garrafas de plástico, com o objectivo de criar uma gigantesca bandeira de Portugal para apoiar a selecção nacional e bater o recorde do Guinness da categoria.

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5ª Feira: Polícia “fomenta” a prática de um crime?

Ponte 25 de Abril

Ponte 25 de Abril

Perplexidades sobre a conduta da PSP na manif. que, supostamente, pretendia bloquear a Ponte 25 de Abril

Por Ergo Res Sunt

 

PSP – umas vezes a violentar, outras a contestar


Sempre senti aversão a fardas. É coisa antiga. Desde a pré-adolescência, quando aos 10 anos me obrigaram a envergar a farda da Mocidade Portuguesa, com o célebre ‘S’ – de Salazar – no cinto. Sucedeu no, então, Liceu Nacional Gil Vicente em Lisboa, hoje designado Escola Secundária.

De todas as filtragens da vida, retenho um particular asco à PSP. Ainda no passado dia 31 de Maio, na manifestação de Lisboa contra a ‘troika’ e o governo, observei atentamente a postura e ar ameaçador da maioria dos agentes do PSP.  Em grupos alinhados, vigiavam a populaça. Não lhes deram motivos para intervir. Alguns pareceram-me frustrados.

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Tenham vergonha!

Fotografia: Ministério da Verdade - Lisboa, 16.04.2013 Tirada do Facebook

Fotografia: Ministério da Verdade – Lisboa, 16.04.2013
Tirada do Facebook


Chama-se Fernanda Policarpo. É a mais recente vítima do terrorismo político em Portugal.
Enquanto muitos partilham velinhas e preces pelos caídos em Boston, poucos vejo fazer alguma coisa pelos nossos que também tombam. De fome, de sede, de desespero…
Esta senhora tombou por lutar, por se manifestar contra a Troika que está luxuosamente acomodada no Ritz para, sabemo-lo bem, nos esmifrar ainda mais.
Foi vítima de violência policial. Diz que agrediu um agente policial durante a acção-relâmpago convocada pelo movimento Que se Lixe a Troika.
É mulher e tem 49 anos. Alguém acredita que era necessária esta força para dominar tão perigosa meliante? Que ela constituía qualquer perigo para os polícias?
Ao que se sabe, estará presente esta manhã no Tribunal de Pequena Instância Criminal de Lisboa.
Calemo-nos todos e partilhemos velinhas e preces vazias de sentido pelos que sofrem noutros países. Os Portugueses não são importantes.
A menos que morram.
Talvez nem assim.

Democracia suspensa?

PSP usa gás pimenta para dispersar estudantes em Braga. (fonte)

Adivinhar perigos e evitá-los

Não será um perigo termos serviços de informações da PSP? – Quem controla esta gente, que actua desta forma?

Lá temos de voltar à clandestinidade

Uma juíza entende que os acusados (entre as dezenas de detidos) no dia 14 de Novembro “devem ser investigados por suspeitas de actuação em ‘grupo organizado’ e prática de crimes contra o Estado de direito e a paz pública.” Mas o melhor desta fuga de informação para o Sol vem a seguir:

a PSP apreendeu uma máscara de plástico relacionada, segundo a PSP, com «filmes subversivos de derrube do poder instaurado»

Tenho uma certa desconfiança de que se referem a isto:

Ora se se andam a escrever em pidês, alguém tem de ser imediatamente processado: ou a RTP e a distribuidora do filme em Portugal, ou o autor da acusação.  V de Vendetta pode assustar um certo tipo de gente, logo no seu início:

Um homem pode morrer, lutar, falhar, até mesmo ser esquecido, mas sua ideia pode modificar o mundo mesmo tendo passado 400 anos.

Não se pode é modificar a realidade.

Receita de Bordoada à Portuguesa

Receita simples embora de elaboração faseada e justificando alguns cuidados. Da autoria de Miguel Macedo, chef ora premiado com uma estrela do Guia Internacional do Golpismo Mediático

Ingredientes:

Uma manifestação em dia de Greve Geral, umas dezenas (poucas) de imbecis com pedras (ou de pedras com imbecis), toda a PSP de Lisboa disponível e indisponível, um Comando, um Ministro.

Preparação prévia:

a PSP vai receber no próximo ano 796.9 milhões de euros, mais 13,2 por cento do que em 2012, a GNR 937.9 milhões de euros, mais 9,9 por cento.

Fonte

Horas antes da manifestação, a polícia visitou os comerciantes da zona, aconselhando-os a encerrarem portas e protegerem os estabelecimentos, com o seguinte comentário: «Isto hoje vai ser duro».

Fonte
 Utensílios de cozinha: [Read more…]

Pagam? eu bato

Alguma polícia, neste momento em directo a PSP, já de madrugada a GNR, agradece a Miguel Macedo o aumento de 10,8 por cento em 2013.

a PSP vai receber no próximo ano 796.9 milhões de euros, mais 13,2 por cento do que em 2012, a GNR 937.9 milhões de euros, mais 9,9 por cento.

É o que se chama a Corporação. Pagam? batemos. Mas nem todos se vendem, e ainda hoje me deu gozo ver um a fugir, só pelo olhar.

Já agora, quanto custa a tropa, Aguiar Branco?

A grande lição do 15 de Setembro para quem ainda não se demitiu

Ontem estive frente a frente á policia de choque nas escadas do parlamento. Foi incrivel. por trás voavam garrafas, pedras e petardos. pela frente os polícias que levavam com os detritos no capacete e nada faziam. Manifestantes a pedirem “juntem-se a nós, por nós voces e pelos vossos filhos”. os olhos não mentem e os polícias também os têm. por de trás das viseiras acrilicas eram várias as lágrimas e notória a vontade de tirar escudo e capacete e passar para o outro lado da barricada. Faltou só um bocadinho assim para fazer história. Esta é a estória que não vem nos jornais.

Roubado no facebook

Que se lixe a troika?

Vou à manif não por concordar com a convocatória mas porque o caminho governativo é errado e contrário ao que fora proposto em programa eleitoral. Não sou naïf ao ponto de acreditar que um programa eleitoral será, ipsis verbis, um programa de governo mas deverá ser uma linha condutora da política governativa. Se assim não for, para que serve a eleição? Para se escolher a personificação do próximo ditador a termo certo? Não! O que consta num programa eleitoral deve ser levado a sério e deve-se exigir o respectivo cumprimento. E quem não o consiga cumprir terá sempre aberta a porta de saída.

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Sem comentários

A PSP de Aveiro anunciou ontem, em comunicado, a detenção de uma mulher, de 62 anos, pelo crime de furto. A suspeita, que reside naquela cidade, furtou uma lata de atum, no valor de 1,27 euros, num supermercado local. A PSP não informou quais as medidas de coacção aplicadas à mulher, que depois de ter sido levada ao juiz terá sido libertada. in CM

Não porque me falte vontade de comentar, mas escasseia-me o engenho para conseguir escrever alguma coisa que não inclua várias injúrias a imensas autoridades.

Há dois anos à espera de resposta da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária

Eu, que não sou polícia nem profissional do ramo automóvel, sei o que é um seguro de carta. Os agentes da PSP do Cartaxo, Alcochete ou Vila Franca de Xira parecem não saber e nunca ter ouvido falar em tal coisa.

Por causa desse seu desconhecimento multaram por três vezes um mecânico de Alenquer, apreenderam três carros que pertenciam a clientes seus e, por fim, apreenderam-lhe também a carta de condução.

Como resultado desta acumulação de erros o mecânico ficou sem poder trabalhar e espera resposta da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária para que a justiça seja reposta. O problema é que a primeira destas multas (e consequente reclamação para a ANSR) aconteceu há dois anos e a resposta da dita autoridade ainda não chegou.

Contactada pelo jornal i, a ANSR limitou-se a dizer que:

“existem condicionalismos que dificultam a rapidez da tramitação processual das decisões administrativas”

Perante isto, suponho que também “existem condicionalismos que dificultam a rapidez da tramitação processual das decisões administrativas” para pôr esta gente no lugar onde ela devia estar: no olho da rua!

Mais um espancamento da PSP

Esta é a minha filha… QUE FOI BRUTALMENTE AGREDIDA PELA PSP !!

Claro que foi aberto de imediato um processo crime e ela foi hoje vista por um médico do Ministério Público que ficou literalmente aterrado com o que viu,não só em todo o corpo como na mente (pois ela agora não consegue olhar de frente para um agente da PSP nem andar de combóio), e solicitou a entrega de um TAC à garganta que mandámos fazer, numa clínica privada, pois na ida ao Hospital S.Francisco Xavier, imediatamente após a agressão, não tinham equipamento para ver os tecidos moles do pescoço onde os punhos fechados de um dos agentes fizeram pressão, estando ela contra uma parede. O TAC acusou os danos.

Estava a viajar num comboio de Lisboa para a área de residência e saíu na estação perto de casa onde estavam 10 agentes que se juntaram aos 3 que vinham no comboio e onde tiveram problemas com um grupo de jovens que sairam 2 estações antes dela. Ela até vinha a dormitar. Saiu na sua estação e um conhecido que vinha com ela começou a ser de imediato agredido pelos agentes na gare. [Read more…]