
A imagem perfeita do novo quadro das relações internacionais: Mark Rutte, antigo primeiro-ministro holandês, agora secretário-geral da NATO, envia uma mensagem bajuladora a Trump, que responde sacando um print e publicando, sem edição, a totalidade do momento MAGA do liberal holandês.
Há quem defenda que Rutte está a ser um grande negociador, como quando, no outro dia, Costa deu a Trump uma camisola do Ronaldo, autografada pelo próprio CR7. Parecem-me coisas diferentes. Uma camisola, mesmo que autografada pelo melhor mundo, não é a mesma coisa que aquele lamber de botas até ao mais ínfimo orifício na sola.
No momento em que Trump sinaliza a sua hostilidade ao modelo europeu, em que assume, sem rodeios, que poderá não cumprir o artigo 5.º do tratado, os europeus preparam-se para desmantelar parte do seu estado social para entrar numa corrida ao armamento mal explicada, cujos fornecedores, claro está, serão americanos. Preocupa-me em particular a Palantir, mas preocupa-me sobretudo o ajoelhar de Mark Rutte (e de Keir Starmer, já agora), perante um autocrata que ameaça a separação de poderes, que detém opositores políticos, que trata imigrantes da forma mais desumana que há memória numa democracia ocidental pós-2GM, que expulsa jornalistas da Casa Branca e os substitui por Youtubers e bloggers afiliados ao trumpismo, que fazem perguntas como:
- A Casa Branca vai disponibilizar o plano de Fitness do presidente? Ele nunca pareceu tão saudável.
Sim, isto aconteceu mesmo. Numa conferência de imprensa na Casa Branca. Vale tudo para cair nas boas graças do novo imperador. Inclusive cair no ridículo. Seja Rutte, seja um boneco de plástico com um podcast neofascista. E foi esta gente que convenceu a Europa a arriscar a paz social para comprar armas. Eu sei que já é tarde para travar a ascensão da extrema-direita, mas também não é preciso estender-lhes passadeiras vermelhas por tudo quanto é canto.






É difícil imaginar tal situação, mas esse ato horrível está acontecendo diante dos olhos do mundo impotente.
Como o mundo pode se desculpar diante de tamanha insensibilidade de um bando de governantes cruéis em Israel? As gerações futuras não perdoarão os atuais governantes do mundo.
As gerações futuras se perguntarão como o mundo pode permanecer inativo diante de tamanha quantidade de atos sádicos. Parece que o mundo está sem emoção. Esta situação apocalíptica em Gaza continuará assombrando o mundo.
As cenas de crianças chorando e se esforçando desesperadamente para conseguir uma pequena porção de comida distribuída por instituições de caridade causam dor nos corações. Essas cenas são uma vergonha para a humanidade.
Essas cenas de partir o coração, algumas delas capturadas por câmeras, não serão omitidas da memória das gerações atuais e futuras.
Além disso, as cenas intermináveis em que mães e pais choram sobre os cadáveres de seus filhos mutilados continuarão a assombrar a consciência humana.
As gerações futuras perguntarão por que o mundo foi tão impotente para deter as brutalidades incessantes de um grupo de governantes impiedosos em Israel. Elas continuarão se perguntando: o mundo não tinha nenhum instrumento para detê-los?
Inacreditavelmente, as gerações futuras também notarão que estudantes universitários que clamavam contra a tragédia humana em Gaza foram acusados de antissemitismo e pró-palestinianos, o orçamento de suas universidades foi reduzido e os líderes dos protestos foram expulsos das universidades.
A tragédia de Gaza não é uma questão de conflito entre muçulmanos e judeus, já que a grande maioria dos judeus se opõe a esses atos cruéis. Gaza é agora um símbolo da tragédia humana.
Somente um governante ou governantes criminosos podem cometer tamanha selvageria contra um número tão grande de pessoas indefesas. Não importa se esses atos são ordenados por Netanyahu, que se diz judeu, ou por cúmplices cristãos no Ocidente que fornecem armas altamente sofisticadas e letais a Israel.
O mundo deve se sentir envergonhado por não ter estabelecido um mecanismo para prevenir efetivamente atos tão horríveis e punir líderes criminosos implacáveis como Bibi Netanyahu e outros cocriminosos. O mundo ocidental também deve parar de falar sobre direitos humanos, dignidade humana, proteção de civis em conflitos armados, etc.
Só o Irão e o Yemen…sós no mundo contra este genocidio!
Aziz Al Kassim
E assim, Kassim?
E não andam por lá uns tipos do Hamas a provocar estragos?
E não há gente sequestrada em masmorras como mera moeda de troca por poder de quem não é eleito há dezenas de anos?
E falando de selvajaria, que tens a dizer de 7 de Outubro de 2023?
Para serem moeda de troca, precisavam de os querer de volta. Andam lá uns tipos do Hamas, sim, e mais, a tentar expulsar os invasores, que dos meninos do “sistema de regras” nunca vem nada.
Estimado Salazarento menor
Tu ue sempre defendeste o colonialismo português, mesmo depois de ele ter acabado, faz todo o sentido vires aqui defender o colonialismo de Israel.
Que e isso que se trata.
O resto é conversa
Estranho, como é que os comunas adivinharam que os Marcon, Merz, der Leyen, Kallas, etc e tal iam acabar a acabar com a pretensão de soberania europeia?
“As vendas de armas e serviços militares pelas 100 maiores empresas de armamento do mundo atingiram 597 mil milhões de dólares (549 mil milhões de euros) em 2022….”
As guerras devem ser analisadas em primeiro lugar como negócio, a política fica para segundo plano.
Os fantoches virtuais dos meios de comunicação e os seus malabarismos, são entretinimento para os contribuintes que alimentam as elites mundiais.
As guerras devem ser analisadas segundo os interesses do capital imperialista, indistinguível do regime político em comunhão de bens.
Como muito bem disse o MST, vamos gastar dinheiro que não temos para comprar armas de que não precisamos para combater uma ameaça que não existe. Brilhante!
Não existe ameaça nenhuma? Pois fique sabendo, ó Rui, que o Liechtenstein ainda está em guerra com a Alemanha!
E se eles resolvem atacar? Todos teremos de acudir aos nossos aliados alemães!
Segundo consta, só ainda não atacaram porque os tropas estão todos requisitados para a seleção de futebol. Mas vêm aí três meses sem jogos e nunca se sabe!
Deixa-te de tretas!
O Trump é uma qualquer estrela dum realty show, um qualquer Big Brother que de momento tem absoluto controlo nos dados que contam: poder económico e militar.
Enquanto se bajula o grunho, vai-se reconstituindo uma aliança europeia com força bastante para depender menos dos seu humores e achaques idiossincráticos.
Se isto é para regressar ao tempo dos impérios, o melhor que há a fazer é unificar e reconstituir o Império Europeu, que produziu as primeiras globalizações, e que a esquerdalhada vem desde há anos a vilipendiar para em final andar a apaparicar autocracias desde Cuba ao Irão, passando pelo coirão do Putin.
Acabou a cena de abandalhar o passado europeu para dar lustro a todo o horror marxista-religioso que se foi construindo por esse mundo fora, pela mão de gente foleira saída das tão veneradas ‘massas’!
A Europa vai ser independente, ainda para mais sem essa coisa anti-europeia que é o investimento? Sabe fazer anti-aéreas? Caças de 5ª geração? SEAD/DEAD? Mísseis balísticos? Mísseis com geolocalização?Sistemas informáticos? Equipamento de rede? Geolocalização? Armas nucleares?
Não, vai produzir armamento relevante para o século passado e encomendar o resto ao país que tem que aprovar o uso, e infestar os sistema informáticos de sistemas de espionagem do mesmo e da colónia, enquanto existir.
Não é tempo de impérios, é tempo do fim do império genocida e a era da multipolaridade de interesses, em que a eurolândia será um apêndice de uma América só capaz de ganhar a inimigos internos que vai inventar cada vez mais.
O império genocida chefiado por um pós adolescente serôdio que muda de opinião semanalmente ou menos, com um défice multimilionário e que vive a sombra da única arma que tem, o dolarUSA, está em vias de cair e eles sabem disso.
Mas os criminosos que fizeram o genocídio dos povos índios habitantes originais das Américas e que fizeram explodir 2 bombas atómicas sobre cidades onde sabiam que iriam morrer 200. mil civis, não terão nenhuma consciência que os impeçam de desencadear uma guerra mundial, mas culpando sempre os outros, para evitarem o inevitável, a sua decadência que já neste momento é visível.
A única esperança do mundo para evitar essa desgraça, são os jovens explorados da América que cada vez são mais que se matam a trabalhar para alimentar os luxos dos multimilionários enquanto mesmo trabalhando muito não conseguem pagar aos bancos as prestações das suas casas e são são despejados e vivem em roiulotes ou na rua
Muito obrigado Trump por esclareceres para toda a gente o que os idiotas do partido democrata sempre mascararam.
O velho Marx a reaparecer na América? Vão ficar todos surpreendidos mas não há alternativa prática, o resto é Biden vs Trump com os dois a apoiar os criminosos sionistas, a matar crianças a fome e á bomba.
Carlos Almeida
O país do excepcionalismo mais depressa tem os trabalhadores a virar para o fascismo do que outra coisa; não só pela cultura e tradição, mas porque os grupos de esquerda estão quase todos infiltrados e minados por quem quer que assim seja.
Não vem nada de bom daquele lado tão cedo.
Pois é!
De armário em armário lá vai JgMenos entrando e saindo (1)…
É impressionante a velocidade a que um tipo alaranjado passou de Grandioso a Grunho!
Qualquer dia ainda vamos assistir à mutação do Pastorinho em Pastoralho! Estejam atentos!
(1) sempre estranhamente acompanhado por dois fogosos fuzileiros, mas não é disso que estamos aqui a tratar…
Esse merdoso é o tal que disse que nós gastávamos o dinheiro com gajas e vinho!
Eles é que esploram as gajas que lá têm!
E que são muiiiiitas!
E há séculos atrás tentaram repetidamente roubar-nos o Brasil!
Mas tramaram-se, que os indios deram-lhes porrada até querer! Comandados pelo célebre CAMARÃO!