o Polígrafo continua a achar que António Costa é presidente da Comissão Europeia.
Botas cardadas

“O fascismo é uma minhoca
Que se infiltra na maçã
Ou vem com botas cardadas
Ou com pezinhos de lã.”
Longe vão os tempos em que os fascistas se deslocavam pelo Rectângulo com pezinhos de lã. Agora é vê-los ameaçar e agredir sem filtro ou vergonha, de botas cardadas calçadas, em todo o esplendor da sua delinquência criminosa, a espancar cidadãos comuns na sopa dos pobres ou à porta de teatros.
A normalização do terrorismo a que temos assistido, por estes dias – que, estranhamente, não levou ao rasgar das vestes dos hipócritas securitários, que podem ter lá um ou outro amigo – tem várias origens.
Tem raízes na seita do Bolsonaro da Temu, na postura do PAR quando legitima o discurso troglodita no Parlamento, na importação do pensamento neofeudalista, distribuído a baixo preço, em reels e tiktoks, por aspirantes a techbros, e, claro, nos burlões do YouTube, que descobriram que o ódio, a violência e a redução das mulheres a objectos são negócios tão ou mais lucrativos que a promoção de casas de apostas ilegais. [Read more…]
Polígrafo, Polígrafo, Polígrafo
O Polígrafo decidiu verificar a veracidade (em bom rigor, a exactidão) desta frase de Marcelo Rebelo de Sousa:
Portugal é o único actual Estado-membro não fundador que, com Durão Barroso e António Costa, viu os seus nacionais serem presidentes de duas instituições europeias: a Comissão Europeia e o Conselho Europeu.
Começa o Polígrafo por contextualizar:

Remata o Polígrafo desta forma:

Efectivamente:
Portugal (…) tem, hoje, um presidente da Comissão Europeia, o ex-Primeiro-Ministro António Costa, que chegou ao cargo em Dezembro de 2024.
Isto é grave.
Mas mais grave ainda é o texto ter sido publicado em

de Portugal Continental e da Madeira e, até este momento (em
14 de Junho de 2025 às
10:51
de Bruxelas–menos uma hora em Portugal Continental e na Madeira) ninguém do Polígrafo ter dado pelo gravíssimo disparate.






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