Sem alma e com muitas Ale-Hop, Tiger e Normal. É no que se transformou o Porto – numa cidade banal.
Mas para essa banalidade chamada Pedro Duarte, o problema é a justa e pacífica luta dos portuenses pelo direito à habitação.
Diz o presidente da Câmara, O Implacável, que a praça D. João I não pode ser um parque de campismo.
Curiosamente, só é implacável quando lhe dá jeito. A praça D. João I não pode ser um parque de campismo, mas toda a cidade pode ser um gigantesco parque de estacionamento. Nos passeios, nas passadeiras, nas paragens de autocarro, nos corredores BUS. Até, imagine-se, na praça D. João I.
Aí o Pedrito já não é tão implacável.
Parque de campismo na praça D. João I não pode ser. Mas um gigantesco Airbnb a fingir de cidade já pode.
Criminosa destruição da confeitaria Serrana? Pedrito rabito entre as pernas, uma simpática contra-ordenação de 25 mil euros e é vê-lo em breve, ufano, a aprovar o projecto da Aleivosa Lionesa.
Forte contra os fracos – típico de um boy que nunca trabalhou na vida a não ser à sombra partidária.
Nada que incomode o implacável. Coberto pelo ministro dos Atrelados e pelo primeiro-ministro da Solverde, contará também com a benevolência – dizem-no os últimos resultados eleitorais – de um número cada vez maior de saudosos da outra senhora.
Logo à noite, lá estarei. Na praça D. João I. Sem a tenda, porque nunca gostei muito de campismo, mas de capacete.







Sem dúvida!
Estes gajos da política não entendem estas novas actividades de elevada tecnologia – os activistas!
Os elementos que permanecem na Praça D. João I não são Portuenses, alguns até podem ter nascido no Porto como podiam ter nascido noutro lado qualquer, mas não são Portuenses, são parolos/chuléticos/classe-baixa e liberais.
A diferença entre o executivo liberal/maçónico do dr. Pedro Duarte (que representa os interesses do executivo liberal/maçónico do «Porto, o Nosso Partido/Porto, o Nosso Movimento/Aqui Há Porto», do PS e seus aliados), é nenhuma.