Eu luto sempre do outro lado da luta
Este fim-de-semana é bom para montar tendas no Porto
Os neonazis vão estar em festa na Maia. Não vai haver polícias para nos bater.
A música que o Pedro Duarte odeia
Porto, 25 de outubro de 2026 – 25 de Abril sempre / Fascismo nunca mais
Cantar a Grândola com todos vós foi uma honra. Obrigado.
O Netanyahu de Santo Ildefonso
É público que, durante algum tempo, o presidente da Câmara Pedro Duarte teve como peça de vestuário preferida o avental.
Nessas coisas dos aventais, que todos sabemos para que servem, “prega-se” a paz, a fraternidade, a tolerância e a resolução pacífica dos conflitos. O que torna mais estranho que, de repente, ele tenha decidido transformar-se numa espécie de Netanyahu, mas para pior: massacra o próprio povo e só não o genocida porque não pode.
E podia ter feito as coisas de forma tão diferente!
Era ver a Polícia ontem, mansinha, a pedir aos manifestantes para arrumarem as tendas (à excepção dos cobardolas que, no WC do parque de estacionamento da praça, sem televisões a filmar, espancaram os pobres coitados que tiveram o azar de ir mijar àquela hora).
Afinal, não tinha sido necessário o massacre do 14 de Outubro. Infelizmente, avental não rima com Grândola.
Como ousam gritar(?)
Aquando da carga policial ocorrida na Praça D. João I, no Porto, sobre os manifestantes, cedo foi dada como proporcional e adequada por Pedro Duarte, Luís Montenegro, André Ventura, Mariana Leitão, Paulo Núncio, Pedro Pinto, etc. Estes ilustres da Direita, falaram com tal certeza que qualquer um pensaria que tinham estado lá a assistir e que falavam com conhecimento de causa. Mais, ainda, Rui Rio disse que, pela sua experiência em sede destas situações, a PSP deve ter agido correctamente, algo que o Capitão Renault de “Casablanca”, na esteira da sua clássica fala “Round up the usual suspects“, não teria dito melhor.
O pior, foi mesmo Carlos Abreu Amorim, que no Parlamento disse “O Governo não vai ceder aos gritos que vêm das ruas”. Talvez pouco ambicioso, pois que, em bom rigor o que o Governo tem feito é não ouvir, seja o que vem das ruas seja o que for.
Considerando que para haver gritos nas ruas em Portugal é preciso que algo esteja mesmo muito mal, Carlos Abreu Amorim revelou um completo desacerto com a realidade histórica e social do país. Desacerto e não ignorância. O que revela bem a lógica social-democrata que impera no actual PPD: grau zero. Talvez uma boa notícia para Pedro Passos Coelho e para o seu sonho de aliança com o Chega.
Entretanto, continuamos a braços com o problema da habitação que é grave, muito grave. E nenhuma resposta eficaz tem sido dada por parte deste Governo. Tal como não foi dada pelo Governo de António Costa – que mostrou ser um excelente gestor, mas, infelizmente, apenas da sua carreira política e não do país. E, perante um problema grave que persiste, agrava, ninguém resolve, como ousa vir alguém gritar para a rua? Como ousam gritar na rua, para que um Governo ouça o que urge resolver? Como ousam gritar na rua a falta de tecto? Como ousam? Mas pensam que são quem? Zeca Afonso?
Pedro Duarte, O Implacável
Sem alma e com muitas Ale-Hop, Tiger e Normal. É no que se transformou o Porto – numa cidade banal.
Mas para essa banalidade chamada Pedro Duarte, o problema é a justa e pacífica luta dos portuenses pelo direito à habitação.
Diz o presidente da Câmara, O Implacável, que a praça D. João I não pode ser um parque de campismo.
Curiosamente, só é implacável quando lhe dá jeito. [Read more…]
PSD volta a mobilizar-se pela vitória do PS nas Legislativas de 2019
Seis meses depois de ser eleito, período de tempo durante o qual foi mais atacado dentro do que fora do seu partido, para não falar de uma bancada parlamentar totalmente hostil á sua liderança, que odeia a social-democracia e que quer completar a transformação do PSD num partido conservador e neoliberal, a oposição a Rui Rio tem agora um nome: Pedro Duarte. Duarte, que não se chegou à frente há 6 meses, porque estava muito ocupado a apoiar a barriga de aluguer que o passismo arranjou para tentar abater Rui Rio, está agora “disponível” e afirma que o PSD deve mudar de estratégia, caso contrário Rio não poderá aspirar a mais do que ser vice de Costa. E já não era nada mau, A julgar pelas sondagens antes de Rio chegar ao poder, o PSD arriscava-se a não aspirar a uma representação parlamentar muito superior à do Bloco de Esquerda. Com a entrada em cena de Pedro Duarte, a um ano das Legislativas, pode ser que o partido se fracture ainda mais e acabe a disputar a liderança da direita com o CDS-PP. António Costa agradece.
Pedro Duarte o homem que esteve na sombra da vitória de Marcelo Rebelo de Sousa

foto@dn
Pela primeira vez, depois do General Ramalho Eanes e passados 30 anos, o País volta a ter como Presidente da República um cidadão que não é um político profissional.
Ontem foi o dia de Marcelo Rebelo de Sousa que conseguiu ter uma grande vitória à primeira volta.
Muito do mérito desta vitória é inequivocamente do recém-eleito presidente da República.
Mas hoje, depois de todos discursos e de todas as análises politicas, é o dia de enaltecer o trabalho muito importante, mas quase imperceptível aos olhos dos portugueses, de Pedro Duarte, o homem que dirigiu de forma exemplar a campanha imaculada de Marcelo Rebelo de Sousa.
Esta magnífica vitória é tambem do Pedro Duarte e da sua reduzida equipa que o acompanhou neste combate político.
Parabéns ao Prof. Marcelo Rebelo de Sousa, mas também ao Pedro Duarte.
A campanha de Marcelo: Pedro Duarte, um táxi, dois carros e oito pessoas

foto@expresso
A campanha do Professor Marcelo Rebelo de Sousa será com toda a certeza a mais espartana da história da nossa democracia.
A escolha para director da sua campanha vai de encontro àquela que foi, desde o início, a linha orientadora da sua candidatura.
O Director de Campanha é o meu estimado amigo Pedro Duarte, ex-deputado e secretário de estado, desempenhando actualmente as funções de director na Microsoft.
Talvez a escolha do Prof. Marcelo não tenha sido por acaso.
Pedro Duarte é muito discreto, mas extremamente eficiente. É uma pessoa honesta, acima de qualquer suspeita, inteligente, com pensamento próprio e visão estratégica.
É um jovem quadro do Partido, que esteve afastado do consulado liderado por Pedro Passos Coelho, em quem muitos sociais-democratas depositam muita esperança em relação ao futuro do PSD.







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