Rita Matias e outros arruaceiros invadem a RUC

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Vamos imaginar que há um debate sobre o clima na Antena 1.
Em estúdio estão 4 representantes de organizações ambientalistas e do governo.
A Climáximo, entre outras organizações, também é convidada para participar, mas por videoconferência.
Os activistas da organização, porém, ficam descontentes com o papel atribuído, decidem ser arruaceiros e invadem o edifício da rádio para forçar a sua participação em estúdio.
O que diriam os militantes e apoiantes do CH – e não só – perante uma situação destas?

Consegues imaginar a onda de insultos nas redes sociais?
Consegues imaginar os “vai mas é trabalhar” ou os “parasitas da sociedade”?
Consegues imaginar toda a brutalidade, nas suas mais variadas formas, que lhes seria dirigida?
Eu consigo.
Porque seria exactamente isso que aconteceria.
Tenho um total de zero dúvidas sobre isso.
Mas esta história não aconteceu.
O que aconteceu foi que um grupo de arruaceiros do CH não aceitou que o seu partido participasse num debate por videoconferência. E como não se fez a vontade às crianças, as crianças decidiram invadir os estúdios da RUC e forçar a sua presença no estúdio.
Estão a ver aquele paleio da moral, dos valores e dos bons costumes?
Pois bem, este grupo de arruaceiros foi a sua total negação.
Às vezes ponho-me a imaginar o que vai na cabeça de um conservador, daqueles que é mesmo conservador e, por conseguinte, um democrata, quando se vê enfiado no mesmo saco que gente destes cultos de extrema-direita. Deve ser duro. Os meus pensamentos estão com eles.
Mas voltemos aos arruaceiros.
Não percebo como se tolera isto.
Não percebo como é que existem pessoas que olham para isto e pensam “ora aqui estão os tipos que lutam pelos valores ocidentais”.
Só se forem os valores ocidentais do centro da Europa nas décadas de 30 e 40 do século passado. Mais propriamente de Itália e Alemanha, caso não tenha ficado claro.
É o que temos.
Um grupo de arruaceiros a invadir um estúdio de rádio, liderados por duas mulheres que nunca souberam o que é trabalhar até chegarem ao “tacho” – palavras deles, não minhas – parlamentar, e que em vez de estarem a trabalhar estavam ali, a arruaçar.
E ando eu a trabalhar e a pagar impostos para manter estas nulidades parlamentares, que em vez de trabalhar para o “tacho” estão a perturbar quem quer, efectivamente, trabalhar.
Comparadas com os indostânicos que estão a trabalhar na obra em frente à minha casa, estas pessoas são social e economicamente inúteis.

Comments

  1. esteves, ayres says:

    Uma vez mais , ficamos a saber, que os neonazista/fascistas do CH; tem apoio na maioria da comunicação-social…

  2. Paulo Marques says:

    São os valores europeus realmente existentes, a espancar e censurar quem protesta seja da participação num holocausto, seja do custo de vida, liderado por um bando de facilitadores impopulares, alguns dos quais ninguém votou, para seguir uma política única que ninguém quer.

  3. Julio santos says:

    Estas arruaceiras, título encimado neste texto, está bem atribuído a quem não tem vergonha na cara para invadir uma associação em nome do partido, partido que lhes paga elevados proventos, provenientes sabe-se lá de onde vêem.

  4. JgMenos says:
  5. Curto e grosso, a AAC e a Rádio Universidade de Coimbra, neste caso em particular, não têm absolutamente razão nenhuma. A AAC é uma associação estudantil autónoma, distinta da Universidade de Coimbra. O seu financiamento é feito em parte com dinheiros públicos e portanto, como tal, é completamente inadmissível que a Assembleia Magna da AAC, tenha a ousadia de proibir representantes daquele que é o segundo maior partido político em Portugal, de entrar nas suas instalações. O que está aqui em causa é o princípio da igualdade. A AAC não pode querer receber financiamento público através dos impostos dos portugueses que votam no Chega e simultaneamente, proibir o segundo maior partido político de entrar nas suas instalações, só porque não gosta do Chega. A democracia ou é para todos ou não é para nenhum. 

    O problema e aquilo que precipitou a acção das deputadas Rita Matias e Madalena Cordeiro em Coimbra, foi o despautério da esquerda política que tomou conta da AAC, que a 25 de Fevereiro deste ano, se arrogou o direito de aprovar em assembleia magna, a proibição por decreto da entrada de representantes do Chega nas instalações da associação e da participação do partido nas suas iniciativas.

    Ora, a “coisa” tinha de rebentar e acabou por rebentar mesmo esta semana, no dia 12 de Outubro, quando em mais uma atitude que só demonstra a tendência totalitária da esquerda, em linha com o conceito da “tolerância repressiva” de Herbert Marcuse, a Rádio Universidade de Coimbra convidou vários partidos para estarem presentes num debate em estúdio, porém, no caso do Chega deixaram claro que este só poderia participar por “via digital”, devido ao facto de membros do Chega estarem proibidos de entrar fisicamente nas instalações da AAC. Obviamente, escusado será dizer, o Chega não aceitou esta humilhação e bem! 

    Quem me conhece e acompanha o que vou escrevendo, sabe que eu não me tenho poupado nas críticas ao Chega, principalmente em matéria de política externa. Já deixei bem claro, por várias vezes, que o Chega não me convence e que me incomodam as ligações e o apoio do Chega ao terrorismo internacional, que é patrocinado por Israel, o movimento sionista e a NATO ao redor de todo o Mundo. Posto isto, tenho também de dizer que não vou ficar em silêncio enquanto assisto ao bullying constante contra o Chega e os seus militantes e à tentativa de censurar, perseguir, intimidar e calar aquele que é hoje o segundo maior partido em Portugal.

     

    A rapaziada da esquerda foi longe demais e está na hora de começarem a “abrir a pestana” e perceberem que se estão a tornar completamente irrelevantes na sociedade portuguesa, precisamente devido ao seu comportamento pesporrente, digno apenas de crianças mal educadas e com falta de chá. 

    A última sondagem da Aximage, coloca até já o Chega em posição de vencedor, se houvessem neste momento eleições legislativas em Portugal e é arrasador para a esquerda: O PS não passaria dos 28%, ficando na melhor das hipóteses em segundo lugar e a esquerda radical toda junta (PCP, BE, Livre), não consegue passar da casa dos 6%. Se juntarem o PAN a este colectivo, poderão chegar aos 8%, mas isto mesmo assim é um resultado absolutamente miserável e merecido, tendo em conta a completa irresponsabilidade e falta de noção, que as forças políticas de esquerda têm demonstrado nos últimos anos. 

    De resto, podem todos ter a certeza de que o que se passou esta semana em Coimbra só dá mais força ao Chega. A AAC pode fazer a queixa que quiser ao Ministério Público e a ERC pode também abrir os processos que quiser, que isso não vai alterar a realidade dos factos e o facto é que nas próximas legislativas, tudo leva a crer que o Chega vai ter um resultado histórico e a esquerda, com grande probabilidade, vai ser completamente cilindrada nas urnas. 

    A esquerda neomarxista meteu-se a jeito para isto, tendo-se desde há várias décadas deixado infectar pelas teses da Escola de Frankfurt, que são um completo aborto intelectual contra a Civilização e a decência. O Marxismo Cultural, que teve origem verdadeiramente em Gramsci, mas que se expande intelectualmente e atravessa o Atlântico, com a Escola de Frankfurt, é o grande problema da esquerda contemporânea. O Wokismo, as teorias das dezenas de géneros, o conceito delirante de “pessoas racializadas”, a constante auto-flagelação nacional a que a esquerda quer submeter as sociedades ocidentais, com um sentimento de culpa repressivo e eterno, em que o “homem branco” é o culpado por todos os males do Mundo, tudo isto está interligado e tem a sua origem em larga medida na Escola de Frankfurt. 

    Artigo completo aqui:

    https://joaojhnobre.blogspot.com/2026/10/o-chega-e-invasao-da-radio-universidade.html

  6. camaradas says:

    Fosga-se já não vinha aqui à quase 2 anos, isto piorou só dá velhos comunas com alzeimhar

  7. Curto e grosso, a AAC e a Rádio Universidade de Coimbra, neste caso em particular, não têm absolutamente razão nenhuma. A AAC é uma associação estudantil autónoma, distinta da Universidade de Coimbra. O seu financiamento é feito em parte com dinheiros públicos e portanto, como tal, é completamente inadmissível que a assembleia magna da AAC, tenha a ousadia de proibir representantes daquele que é o segundo maior partido político em Portugal, de entrar nas suas instalações. O que está aqui em causa é o princípio da igualdade. A AAC não pode querer receber financiamento público através dos impostos dos portugueses que votam no Chega e simultaneamente, proibir o segundo maior partido político de entrar nas suas instalações, só porque não gosta do Chega. A democracia ou é para todos ou não é para nenhum.

    O problema e aquilo que precipitou a acção das deputadas Rita Matias e Madalena Cordeiro em Coimbra, foi o despautério da esquerda política que tomou conta da AAC, que a 25 de Fevereiro deste ano, se arrogou o direito de aprovar em assembleia magna, a proibição por decreto da entrada de representantes do Chega nas instalações da associação e da participação do partido nas suas iniciativas.

    Ora, a “coisa” tinha de rebentar e acabou por rebentar mesmo esta semana, no dia 12 de Outubro, quando em mais uma atitude que só demonstra a tendência totalitária da esquerda, em linha com o conceito da “tolerância repressiva” de Herbert Marcuse, a Rádio Universidade de Coimbra convidou vários partidos para estarem presentes num debate em estúdio, porém, no caso do Chega deixaram claro que este só poderia participar por “via digital”, devido ao facto de membros do Chega estarem proibidos de entrar fisicamente nas instalações da AAC. Obviamente, escusado será dizer, o Chega não aceitou esta humilhação e bem!

    Quem me conhece e acompanha o que vou escrevendo, sabe que eu não me tenho poupado nas críticas ao Chega, principalmente em matéria de política externa. Já deixei bem claro, por várias vezes, que o Chega não me convence e que me incomodam as ligações e o apoio do Chega ao terrorismo internacional, que é patrocinado por Israel, o movimento sionista e a NATO ao redor de todo o Mundo. Posto isto, tenho também de dizer que não vou ficar em silêncio enquanto assisto ao bullying constante contra o Chega e os seus militantes e à tentativa de censurar, perseguir, intimidar e calar aquele que é hoje o segundo maior partido em Portugal.

    A rapaziada da esquerda foi longe demais e está na hora de começarem a “abrir a pestana” e perceberem que se estão a tornar completamente irrelevantes na sociedade portuguesa, precisamente devido ao seu comportamento pesporrente, digno apenas de crianças mal educadas e com falta de chá.

    A última sondagem da Aximage, coloca até já o Chega em posição de vencedor, se houvessem neste momento eleições legislativas em Portugal e é arrasador para a esquerda: O PS não passaria dos 28%, ficando na melhor das hipóteses em segundo lugar e a esquerda radical toda junta (PCP, BE, Livre), não consegue passar da casa dos 6%. Se juntarem o PAN a este colectivo, poderão chegar aos 8%, mas isto mesmo assim é um resultado absolutamente miserável e merecido, tendo em conta a completa irresponsabilidade e falta de noção, que as forças políticas de esquerda têm demonstrado nos últimos anos.

    De resto, podem todos ter a certeza de que o que se passou esta semana em Coimbra só dá mais força ao Chega. A AAC pode fazer a queixa que quiser ao Ministério Público e a ERC pode também abrir os processos que quiser, que isso não vai alterar a realidade dos factos e o facto é que nas próximas legislativas, tudo leva a crer que o Chega vai ter um resultado histórico e a esquerda, com grande probabilidade, vai ser completamente cilindrada nas urnas.

    A esquerda neomarxista meteu-se a jeito para isto, tendo-se desde há várias décadas deixado infectar pelas teses da Escola de Frankfurt, que são um completo aborto intelectual contra a Civilização e a decência. O Marxismo Cultural, que teve origem verdadeiramente em Gramsci, mas que se expande intelectualmente e atravessa o Atlântico, com a Escola de Frankfurt, é o grande problema da esquerda contemporânea. O Wokismo, as teorias das dezenas de géneros, o conceito delirante de “pessoas racializadas”, a constante auto-flagelação nacional a que a esquerda quer submeter as sociedades ocidentais, com um sentimento de culpa repressivo e eterno, em que o “homem branco” é o culpado por todos os males do Mundo, tudo isto está interligado e tem a sua origem em larga medida na Escola de Frankfurt.

  8. Muito obrigado por terem censurado o meu comentário. Como é óbvio, mais uma vez apenas fica exposta a tendência totalitária da esquerda, que censura tudo aquilo que não lhe convém, pois não têm argumentos.

    Não irei, como é óbvio, frequentar mais este blogue e removerei o mesmo da minha blogroll. Passem bem!

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