Vamos para uma sociedade mais justa e humana?

“ Sempre quando um acontecimento qualquer

precisa de um equivalente físico, faz efeito através

do corpo quanto-mecânico do homem. É aí onde se

encontra oculto o segredo como se juntam os dois

universos de espírito e matéria, sem cometerem

nenhum erro.” Deepak Chopra

Considero o texto abaixo reproduzido, que me foi enviado por um amigo brasileiro, um psiquiatra de Porto Alegre, o texto mais interessante e notável que li em 2009.

Ainda considero que o exposto – com excepção de algumas particularidades brasileiras – não diz apenas respeito ao Brasil mas a todo o mundo ocidental. E ainda tenho um reparo: quando o autor diz “…que estamos vivendo um momento histórico na sociedade brasileira, que vai gerar uma sociedade justa e humana…”, admito que isto pode ser subjectivamente ser sentido assim. Todavia, o Brasil, tal como todos nós, ainda não se encontra liberto dos efeitos da era cartesiana. Repito: a ascensão económica que o país actualmente está vivendo e que é subjectivamente sentida por muitos, ainda ocorre dentro do caduco paradigma cartesiano. Só quando este for superado, quando o novo paradigma se instalou de vez, então sim uma “sociedade mais justa e humana” vai ter lugar. Não deve faltar muito.

Rolf Dohmer

P.S. Como sempre ocorre com estes textos geniais, também aqui falta no fim a dica concreta como se pode promover e acelerar essa mudança de forma pacífica, convertindo as tensões potencialmente destruidoras em novo crescimento orgánico.

O equívoco da tecnocracia e o desperdício do Brasil.

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O Brasil, e a globalização

Será? Tendo a revista “The Economist” como publicação séria e sendo amigo do Brasil , desejava que se tratasse efectivamente de uma ascensão sustentável e duradoura.

 

Todavia, tal como escrevi há poucos dias, continuo de opinão que se trata apenas de um sucesso passageiro – infelizmente. Vejam também o meu mail anexo de 23.02.2007. Trata da pseudo-retoma alemã de 2007 que um ano depois revelou ser aquilo que eu a tinha chamado: uma “flor de pânico”. Na altura, praticamente todas as sumidades em economia da Alemanha – os chamados “Sábios” que em troca de chorudos honorários vendem as suas expertises que quase nunca acertam – afirmamavam o contrário (excepto o Prof. Sinn).

 

Quem descola, no fim vai ser forçado a aterrar. Seria melhor que o Brasil ficasse “no tapete” desenvolvendo com os pés no chão, de uma forma sã, sustentável e duradoura. Seria pena se ainda fossa vitimado pela Globalização.

 

RD

Rolf Damher (convidado)

http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2009/11/12/brasil+decola+diz+capa+da+revista+the+economist+9081962.html

 

http://www.economist.com/opinion/displaystory.cfm?story_id=14845197

com.br/bbc/2009/11/12/brasil+decola+diz+capa+da+revista+the+economist+9081962.html

 

http://www.economist.com/opinion/displaystory.cfm?story_id=14845197