E o metro não conta?

No Prós & Contras, Fátima Campos Correia acabou de afirmar que, neste momento, só se chega ao aeroporto a pé. Rigor do melhor.

Táxis versus plataformas Uber/ Cabify /…

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Serviços iguais, transporte de passageiros, neste caso, devem ter regulamentação igual. Por isso, o projecto de lei das plataformas é um erro. Não se deve criar um novo contexto para as ubers, deve-se, isso sim, criar um enquadramento comum.

Neste lado a lado entre táxis e ubers, é notório que o negócio dos primeiros exige um investimento muito superior ao dos segundos. Dizem que o serviço da Uber é muito melhor do que equivalente em táxi. Talvez o seja, mas isso deve ter impacto na escolha dos clientes e não na produção legislativa. Esta deve ser neutra.

Costa está nas minhas mãos?

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Escreverei, um dia, sobre táxis e sobre taxistas e talvez não seja simpático para ninguém, concorrência e políticos incluídos. Para já, declaro apenas que sinto cada vez mais saudades da vírgula ou das vírgulas. Fazes-me falta, vírgula, especialmente quando há vocativos. Eu já sei que Costa está nas minhas mãos, mesmo sabendo que só valho um voto. A vírgula está nas tuas mãos. Usa-a, ó escrevente!

Imagem recortada da primeira página do DN de hoje.

O protesto dos taxistas

Como cliente, quero o melhor serviço possível e com o mais baixo preço que conseguir. E como cidadão quero que as empresas de transportes compitam entre si em igualdade de circunstâncias. Por isso, é preciso regulamentar o sector de forma homogénea, em vez de se criar um contexto especial para caberem as ubers dos transportes.

A manifestação dos taxistas decorre da alteração de forças no mercado. Um sector hiper-regulado passou a estar sujeito a uma concorrência que conseguiu furar as malhas legislativas. É a luta de quem não quer concorrência, quando devia ser o protesto pela igualdade de oportunidades.

Da estalinização em curso

Governo ultima processo de legalização da Uber e Cabify. Entretanto, no planeta dos unicórnios alucinados, os sindicatos são quem mais ordena.