Alexandra Leitão

Alexandra Leitão, Secretária de Estado Adjunta e da Educação, tem, como todos os outros membros do executivo, uma nota biográfica no sítio da internet do XXI Governo Constitucional da República Portuguesa.

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Catalina Pestana (1946-2018)

Em Memória.

Catalina Pestana

A Senhora Catalina Sabe, mas só fala quando lhe é conveniente

catalina
Sobre pedofilia sabe a senhora Catalina. Aliás sempre soube e de tudo o que sabia falou tarde e mal.
Agora também sabe dos abusos que o padres fazem. Só em Lisboa serão cinco os casos de que tem conhecimento.
Como estes abusos não terão sido perpetrados ontem, quando terá ido a senhora Catalina à polícia, fazer a queixa que se impunha? Não foi!
Falou agora que sabia dos casos e que os escondeu das entidades policiais.
Disse ainda que terá falado com os responsáveis da Igreja (ou não).
Qual a responsabilidade real desta senhora por todos os abusos que se verificaram desde que tomou conhecimento dos casos até à presente data?
A senhora andará a precisar de protagonismo agora? Porquê?

O Estado e a Casa Pia

Através de órgãos da comunicação social, aqui e aqui por exemplo, soube-se que o acórdão do tribunal sobre o processo ‘Casa Pia’ será distribuído, apenas, na próxima semana. Trata-se de mais um episódio de um caso, bem triste, de cujas responsabilidades o Estado e a instituição Casa Pia não podem considerar-se isentos.

O adiamento da entrega do acórdão aos interessados – mais do que a divulgação pública para alimentar mediatismos e polémicas – evidencia aberrantes ineficiências e ineficácias do Sistema de Justiça português, já de si debilitado na imagem por outros casos noticiados até à exaustão.

Além de interesses particulares, provavelmente até de arguidos, este adiamento serve de feição os argumentos e objectivos daqueles que, a cada oportunidade, procuram desacreditar o papel social do Estado. A meu ver, esta ideia não se aplica a Maria José Nogueira Pinto que, em artigo de opinião, critica o Estado, mas fala “em cúmplices do que se passava”.

Conheço razoavelmente a Casa Pia. Tive um familiar casapiano (“ganso”, na gíria interna), assim como colegas de trabalho e amigos, ex-alunos. Uns do Colégio ‘Pina Manique’, outros do ‘Maria Pia’. Deste último, e desde que nasci até aos trinta anos, fui vizinho próximo. Tão próximo que do terraço de casa dos meus pais via as instalações do recreio, constituídas por diversas zonas, entre as quais um campo de futebol, um campo de basquetebol e andebol e, ainda, um tanque adaptado a piscina.

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