Li no Facebook de um amigo e partilho por concordar com parte significativa do texto:
Defender, como fazem o BE e o PCP, que a plataforma comum para uma convergência de esquerda é rasgar o memorando com a Troika é risível: antes de haver memorando a divergência era total, a ponto de fazerem cair um governo sabendo que o que se seguia foi o que se seguiu.
Sócrates disse que se recusava a governar com o FMI. Quando o PSD, CDS, BE e PCP o obrigaram a isso, demitiu-se. Pediu ao Presidente da República para ser ele e mediar as negociações com a Troika, e este recusou-se a isso: obrigou o governo a continuar, embora em regime de gestão, e a fazer isso. O governo de Sócrates fez isso obrigado, em regime de gestão e por isso o memorando teve que ser assinado por uma maioria. O PSD e o CDS assinaram. [Read more…]






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