A neo-ditadura eurocrata

deficeAs ditaduras que até agora existiram tinham como resultado a repressão de um estado sobre os seus cidadãos. O objectivo destes regimes era manter o poder, dele tirando os devidos benefícios, e as armas para tal usadas foram a censura, a propaganda, o medo e a força física, formas de domar os indivíduos que pudessem constituir uma ameaça à ditadura.

Actualmente, também vivemos uma ditadura, mas que não actua directamente sobre os cidadãos. Um grupo de indivíduos instalados em cargos europeus, do BCE à Comissão Europeia e passando pelo Parlamento Europeu, exerce o seu poder sobre os estados, tornando irrelevante a vontade legitimada democraticamente pelo povo.

A neo-ditadura foge ao uso da censura e da repressão física, os traços mais comummente associados a um regime ditatorial, assim procurando esconder a sua natureza autocrática. Quem hesitaria em chamar ditador a Junker se este mandasse prender alguém que dele discordasse? No entanto, o exercício do poder autoritário é uma uma realidade, apenas concretizado com armas diferentes. Os euro-ditadores têm ao seu dispor a capacidade de cortar o acesso ao financiamento e à redistribuição dos fundos comunitários sob seu controlo, dando-lhes os instrumentos para exercer repressão sobre os estados e, indirectamente, sobre os cidadãos.

As citações seguintes ilustram o exercício da neo-ditadura. [Read more…]

Regresso ao feudalismo

bartoon Na verdade, já chegámos ao neofeudalismo.

Vou comprar um descapotável

1953 Buick Skylark Convertible Coupe

Com 45 anos, não sou novo, ainda não sendo velho. Já há “putos” na política, cheios de cagança a postular lições de vida, da vida que não tiveram. É a ordem das coisas, para outros, também este post foi escrito por “putos”. Por outro lado, já se acumula saber, que de nada servirá à juventude, surda pela característica arrogância de quem se sente eternamente jovem.
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Passos Coelho apresenta um corte de 4.8 mil milhões em 25 minutos

Trabalhar até morrer, trabalhar mais e ganhar menos. É este o plano do carniceiro que se encontra ao comando, sob a protecção da múmia de belém. Anuncia isto com mentiras (o défice não está a baixar; pensões e salários não são 70% da despesa do estado) e com ar sério. Uma brutal austeridade apenas baixou umas migalhas no défice e, agora se vai sabendo, há dinheiro estoirado pelo estado num valor que pode chegar perto dos 20 mil milhões de euros. É dito à boca cheia, a crise foi provocada pela corrupção, não pelos excessos. [Read more…]

Os cabrões continuam no ataque – o neofeudalismo

feudalismo

Camponeses a trazerem o tributo ao nobre (wikipedia.ro)

Confirma-se, como se tal já não se soubesse, que não foi por deslize que há tempos se  falou no saque às contas bancárias no Chipre como modelo para tirar da falência bancos mal geridos – quiçá até, criminosamente geridos.

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