E o Proença de Carvalho, não assina?

Pelo fim da prisão preventiva de Rui Pinto

E o Ricardo Costa, não assina?

Pelo fim da prisão preventiva de Rui Pinto

E o Luís Filipe Vieira, não assina?

Pelo fim da prisão preventiva de Rui Pinto

E o Luís Meneses Leitão, não assina?

Pelo fim da prisão preventiva de Rui Pinto

E o Pedro Tadeu, não assina?

Pelo fim da prisão preventiva de Rui Pinto

E o António Lobo Xavier, não assina?

Pelo fim da prisão preventiva de Rui Pinto

E o José Miguel Júdice, não assina?

Pelo fim da prisão preventiva de Rui Pinto

E o André Ventura, não assina?

Pelo fim da prisão preventiva de Rui Pinto

Pelo fim da prisão preventiva de Rui Pinto

Foto AFP/Getty Images


Rui Pinto foi detido em Budapeste a 16 de Janeiro de 2019 e encontra-se preso preventivamente em Portugal há cerca de um ano. A aplicação da prisão preventiva – com períodos de isolamento absoluto – a um cidadão português, quatro anos depois da alegada prática de um crime de extorsão na forma tentada, é inédita em Portugal e não pode deixar de ser vista como uma punição antecipada de Rui Pinto enquanto aguarda julgamento.
O facto de Rui Pinto estar na origem de revelações de inequívoco interesse público que deram origem a investigações jornalísticas conduzidas por consórcios internacionais, como o Football Leaks e o Luanda Leaks,justifica amplamente que as autoridades portuguesas, tal como já o fizeram as autoridades de outros países, reconheçam a importância da informação por si trazida a público e procurem a colaboração de Rui Pinto, assim demonstrando que Portugal está verdadeiramente empenhado em combater a corrupção, o branqueamento de capitais e outros ilícitos criminais.
A prisão de Rui Pinto é tanto mais chocante porquanto contrasta com a liberdade e impunidade de quem pratica crimes com a gravidade dos denunciados pelo mesmo. Rui Pinto deverá, naturalmente, responder pelos crimes que tenha cometido, mas os signatários entendem dever manifestar publicamente a sua discordância com a sua prolongada prisão preventiva, instando as autoridades judiciárias portuguesas a pôr termo a tal situação.

5 de Março de 2019 [Read more…]