A esquerda ficou indignadíssima com a “proibição” de Saramago. A esquerda “sorriu” condescendente com o facto de alguém ter atirado um “cocktail Molotov” para uma manifestação de direita.
Tudo isto alicerçado numa comunicação social arregimentada e alinhada que empolou e distorceu a primeira notícia e relativizou a segunda.
E entre um facto que o não é (ninguém quer proibir Saramago, só querem apresentar alternativas) e outro que, indiscutivelmente, ocorreu, entre algo que pretende acrescentar liberdade e algo que pôs em causa a integridade física ou mesmo a vida de várias pessoas (crianças incluídas), a esquerda releva qual?
Depois digam-me que eu não estou correcto, digam-me que ser de esquerda ainda é uma mera questão ideológica, que ser de esquerda não é já apenas uma situação clínica, que ser de esquerda não implica um nível de psicopatia inaceitável, etc.
Está na hora de “chamar os bois pelos nomes”, de nos deixarmos de “paninhos quentes” e de dizer com “todas as letras” o que a esquerda é: uma condição psicótica.
Ser de esquerda é estar doente. Muito, muito doente.








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