Numa passagem por uma livraria, peguei em Pensar Sem Corrimão, de Hannah Arendt, e, como de costume, passei os olhos pela ficha técnica, em busca, também, da opção ortográfica. Pude ler o que se segue:

Espreitei a última página e encontrei isto:

Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Numa passagem por uma livraria, peguei em Pensar Sem Corrimão, de Hannah Arendt, e, como de costume, passei os olhos pela ficha técnica, em busca, também, da opção ortográfica. Pude ler o que se segue:

Espreitei a última página e encontrei isto:

Se fosse editado hoje, A Bolsa de Max Weber seria certamente publicado nesta famosa colecção dos totós.
Publicado em 1894 como um conjunto de 2 textos destinado ao grande público que talvez considere a bolsa como “uma associação de conspiradores vivendo da burla e da gatunice, à custa do honesto povo trabalhador” e com o objectivo de explicar o funcionamento dos mercados bolsistas, esta obra, que li na versão portuguesa da Relógio D’Agua Editores traduzida por Rafael Gomes Filipe é obrigatória para quem quiser perceber como chegamos à complexidade do actual mundo financeiro.
É curioso como a especialização que tinha como objectivo partir um problema em pequenas partes de forma a que através dessa simplificação esse problema se tornasse resolúvel, acabou no fim por tornar um qualquer problema numa amálgama de pequenos pormenores que dificultam ter aquilo que na moda actual se chama de visão holística.
Assim, para mim pelo menos, ter uma visão histórica ajuda a perceber a realidade de hoje na medida em que apresenta de uma forma condensada e coesa aquilo que no mundo actual podem ser várias áreas de conhecimento que eventualmente já nem têm grandes pontes entre si.
A propósito dos tempos que correm, de bancos “too big to fail” mas que passado um ano já estão a dar aos lucros habituais, e pegando só numa das (muitas) partes que este pedagógico A Bolsa de Max Weber refere não posso deixar de transcrever estas 2 frases:
“(…) não existem na bolsa transacções que, em razão da sua forma, seja em si mesmas «sérias» ou «pouco sérias», mas apenas homens de negócios sérios ou pouco sérios que se servem destas formas. A bolsa é uma questão de pessoas.”
“A transição de uma transacção com fins comerciais para uma pura operação especulativa de agiotagem é muito fluida, é progressiva e imperceptível(…)”

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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