Em memória do pavilhão transfronteiriço de Caminha

Isto está de tal forma alucinante que, qualquer dia, já ninguém se lembra do Miguel, do Ricardo e do pavilhão transfronteiriço de Caminha. Falta-me a foto do pavilhão, mas isso é porque o pavilhão não existe. A culpa é da bolha mediática.

Miguel Alves é a regra, não a excepção

Não fiquei minimamente surpreendido com o desenrolar e desfecho do CaminhaGate. Até porque Miguel Alves é a regra, não a excepção.

É a regra num universo de 308 autarquias pouco escrutinadas, vezes demais controladas por autênticas quadrilhas partidárias e interpartidárias, que manipulam o uso de orçamentos camarários e fundos europeus em proveito próprio.

Que servem os interesses de empresários e investidores.

Empresários ou investidores, que, por sua vez, financiam campanhas e sacos azuis, a troco de negócios, obras, licenças, empregos ou simples lobby.

[Read more…]