Força, rapazes!

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A Federação Portuguesa de Hóquei publicou na sua página do Facebook várias fotografias do local de estágio da selecção nacional de s/21 indoor que, em Bratislava, defenderá as cores de Portugal no Europeu da categoria.

A par do belíssimo e alegre ambiente que reina no grupo de trabalho, podemos ver que, por aqui, não se tratam mal os dinheiros públicos. ImagemUma sala na sede federativa serve de camarata aos melhores, àqueles que se habituaram a viver com pouco e, mesmo assim, não fazem cara feia. Não frequentam as parangonas dos jornais e outros media, não estagiam em hotéis de múltiplas estrelas, não têm quem, nas colunas sociais, lhes afague o ego.

Abraçaram uma modalidade pobre, amadora, sabem, por isso, que as mordomias continuarão a ser para os outros, os dos desportos ricos. Não obstante, pedem meças pelo orgulho que colocam quando representam as cores nacionais. E não se escondem! Mostram a todos que a humildade também pode ser o caminho para o sucesso. [Read more…]

Europeus à porta

O mês de Janeiro de 2013 é intenso para as selecções nacionais na variante indoor. Em ano de Europeu de sub-21, as equipas técnicas nacionais (a masculina, liderada por Rui Graça e Márcio Marques; a feminina, por Hugo Santos e Cláudia Fidalgo) já trabalham desde o início do ano com vista às competições que se disputam em Bratislava (masculinos), de 18 a 20, e Praga (femininos), de 25 a 27.

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Portugal, na deslocação à Eslováquia, terá pela frente, para além dos anfitriões, a Dinamarca, Turquia, Gales, Hungria e Eslovénia.

As linces, colocadas na série B, fugiram ao contacto com as anfitriãs, mas, mesmo assim, têm confrontos dificílimos: Polónia, República Checa e Suécia. A outra série juntou a Áustria à Bielorrússia, Rússia e Turquia.

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É só um jogo contra a selecção dos restantes povos da nossa Ibéria


Mas espero bem que Portugal ganhe.

Selecções com ritmo de samba

Aproxima-se o Mundial, e tudo vai voltar à paz do futebol. Até porque um dia destes as selecções falam todas a mesma língua e os jogos passam a ser entre primos. A Itália, tem um jogador (Santacroce) nascido na Baía que está seleccionado e Amauri (nascido no Brasil) já pediu para ser Italiano e espera tambem a chamada.

Cacau, atacante do Estugarda já é cidadão Alemão e está pré-convocado e Rink, também Brasileiro, já disputou um mundial pela Alemanha. Em Espanha temos Marcos Senna, no Japão, Marcos Túlio, Benny Feihaber, nos USA e Leandro Augusto no México. Junte-se-lhes, os “nossos” Pepe, Deco e Liedson, e já temos uma equipa  só de Brasileiros. Tavez Brasil -2 !

Acho que deveria haver critérios mais apertados. Pepe, por exemplo, veio para a Madeira com 16 anos, fez-se cá jogador, não se pode comparar com Liedson que veio para cá com 25 anos, fora os que não constam no registo, no Brasil o próprio  vai de bicicleta fazer o registo, ( o Pepe, pois…) embora eu tenha uma grande admiração pelo prosfissionalismo e a classe do jogador.

Isto resulta da enorme quantidade de jogadores Brasileiros a jogar na Europa, mas tambem cá jogam imensos  com outras nacionalidades Sul- Americanas e não se vê o mesmo fenómeno. A razão? Porque do Brasil vêm carradas de jogadores e dos outros países só vêm os de selecção, e esses, não trocam a sua selecção por outra. Dito mais cruamente, os jogadores Brasileiros que jogam nas selecções europeias nunca seriam internacionais pelo Brasil.

Dói mas é assim!

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